21.7.08

don´t worry be happy


daniel gilbert, phd, de harvard; daniel kahneman, phd, de princeton; shelley taylor, phd, da universidade da califórnia, em los angeles; edward diener, phd, da universidade de illinois; becca levy, phd, de yale.
mais amigos novos!
:)

20.7.08

genes seus, genes meus...

a minha mãe que está a ficar sábia não soube comunicar, mas sabe comandar. eu há medida que vou ficando sábia, nunca soube comandar mas sei comunicar. será que os responsáveis deste desencontro são os genes do meu pai? gosto deles :)
Nota: não sei em que raça de perspectiva é que eu escrevi isto... ou sob o efeito de quê... não acho nada disto! :)

plano I mutante


palavras chave: psicologia; saúde; prof. cassiano; prof. joão piçarra; carl rogers; martin seligman; psicologia positiva; clinica; mestrado 1ºano; lusíada; inglês; university of pennsylvania's college of general studies graduate programs (master of app); mestrado 2ºano; jil fullerton-smith; dr. oz; nutrição/alimentação; patrick holford; londres; investigação; escrita; crianças; mulheres; idosos; demência.
para já, entraram 3 homens cruciais e uma escola, quais cerejas no cimo do bolo. sou uma mulher previligiada.

19.7.08

gosto

de desafios, dão-me gozo, estimulam-me. o que nasceu este ano e que acho ter vindo para ficar, chama-se desfrutar. é difícil, provavelmente por parecer simples neste nosso mundo cada vez mais complexo, mas eu vou chegando lá. para já estou aqui na minha varanda quadrada, depois de ter estudado psicometria, debaixo do céu escuro que sei ter estrelas, ao lado de uma árvore velha amiga, muito confortável numa cadeira gira e barata do IKEA, descalça de pernas esticadas num banquinho cor-de-rosa com uma almofada, o portátil no colo e ali ao fundo, o café mais in da zona com o pessoal bem paginado na explanada, nesta noite morna e macia. enquanto isso três-livros-novos-que-me-piscaram-o-olho e que comprei com cheques fnac :) esperam-me na cama, antecipo... ah! e como dizemos cá em casa, cão passeado, serão descansado! gosto.

plano de vida I


palavras chave: psicologia; saúde; carl rogers; psicologia positiva; psicodinâmica(?); clinica; mestrado; lusíada; inglês; dr. oz; nutrição/alimentação; patrick holford; jil fullerton-smith; londres; investigação; escrita; crianças; mulheres; idosos; demência.
para já são estas as palavras chave de um dos meus planos de vida e como são mais do que as previstas nas normas da APA, quer-me parecer que quando forem apenas cinco, então sim, estará pronto a ser publicado e poderá ser feita ciência :)

12.7.08

rir

*

a viola

deixei de a ouvir há seis anos. Só chorei quando a vi partir.

tempo


fogo! não posso chegar um dia e decidir hoje, deixar de ser aquilo que era ontem. e é assim que tudo, é sempre apenas mais um dia.

7.7.08

as árvores da minha rua,


dão-me colo e embalam-me, a mim e aos pássaros...

é também...

na capacidade de sentir e exprimir desgostos, que a humanidade de cada um se revela.

4.7.08

não correu,


nem bem nem mal, não correu. ao fim de 5 minutos saí. foi no que deu deixar-me pressionar daquela maneira. um mês foi o suficiente para perder o fio à meada :( resultado martírio adiado com oral acrescentada e resta saber o desfecho...

3.7.08

amores "meus"

ontem expirei uma, hoje inspirei outra. é assim o meu respirar de mãe em tempo de férias.

2.7.08

presente


que hei-de oferecer-me, antecipo :)

1.7.08

menos

três!!!

30.6.08

estrelas no céu de cá...


não se vêem mas eu sei que estão lá.
se calhar é esse o problema... saber.

29.6.08

III: como sou bem mandada

fui dar banho ao cão. mesmo :)

prometido é devido

receita 1:

fruta do pomar! :)

II: ou numa versão menos espiritual...

en garde

touché!


I: chapada...


de luva branca. doeu, doi sempre, não é? :)

27.6.08

menos

dois!!

24.6.08

menos

um!

salta a pulga...


a pinto e castro reencontrou-se com a nogueira e viveram felizes para sempre!

22.6.08

quem morre...constantemente


(Pablo Neruda)
ah pois é... assim que acabar os exames, tenho que me organizar ou reorganizar, como se queira e tratar de alguns destes assuntos, urgentemente porque também eu morro lentamente.

23-06-08
ando assim, inconstante, constantemente no medo. a morte do pablo neruda já não me parece, já não.

17.6.08

...?? ...

não é que a medida não me sirva na perfeição, ao ponto de a reconhecer como parte de mim, mas... será da casa!!!?

15.6.08

afinal não sou só eu

que tenho medo, quando de frente com aquela que poderia ser, apenas isso, poderia... não teria que ser, a imensidão.

versão-minha-trágico-cómica-de-um-qualquer-ditado-não-sei-de-onde


lá para os confins do Tibete, perdida no meio do aparente nada, vivia uma família muito muito pobre. Num casebre decrépito sobreviviam, um homem-pai cansado e triste, uma mulher-mãe vergada pela dureza do dia a dia e muitas crianças-filhos, magrinhas magrinhas, sujas e descalças sempre doentes e com fome e uma vaca tão magra que mais parecia… sei lá o quê. Um dia igual a tantos outros, passou por ali um monge e o homem apressou-se a cumprimentá-lo numa vontade esquecida mas urgente de mundo e esperança.
- Olá monge! Tu que és tão sábio e corres Mundo podes dizer-me o que hei-de eu fazer para melhorar esta minha difícil e triste vida, bem como a da minha família? – perguntou o homem com um suspiro.
O monge olhou para o homem-pai, para a família, para o casebre e depois fitou o horizonte.
- Vende a vaca…! - disse ele.
- A vaca?! Não posso! – lamentou-se incrédulo o homem.
- A vaca é o meu único sustento! Com ela posso arar o campo, quando calha ter forças…, posso fazer manteiga e… o leite! Depois é que fico sem nada! Não posso vender a vaca!!
O monge olhou com doçura para o homem (sem condescendência…) e repetiu:
- Vende a vaca… - E partiu pelo Mundo em direcção ao horizonte.
Passaram cinco anos, acho eu, ou podem ser três. O monge sempre em direcção ao horizonte voltou a passar ali perto. A impermanência da vida faz com que apesar de às vezes a vida parecer circular, na realidade é experiênciada de forma diferente e por isso sempre na direcção do horizonte.
O homem assim que avistou o monge correu até ele.
- Olá monge! – saudou-o com alegria.
O monge reconheceu então o homem-pai, agora alegre, corado e bem vestido. Olhou e viu uma bela casa, a mulher-mãe contente e tranquila que abraçava os jovens-crianças-filhos que chegavam da escola, numa bela carroça puxada por dois belos cavalos. Viu também os campos lavrados em volta da casa e um tractor.
- Fico contente de te ver e à tua família tão bem, felizes e com saúde! Afinal o que é que aconteceu que originou tão grande mudança? – perguntou o monge sábio na serenidade de quem sabe a resposta (sem soberba…).
- Arranjei coragem e vendi a vaca! – riu o homem.
- Depois… como deixei de ter a única medida que me mantinha mas que afinal de contas só me trazia tristeza… olhei para o horizonte e fui à procura da minha felicidade.

como Braga não é no Algarve

tenho absolutamente de me pôr a estudar. socorro os exames estão à porta!

14.6.08

éramos nós


(29-04-06) (eu sou a fotógrafa, e a menina dos anos :)
ainda somos, menos de nós (com uma maravilhosa excepção) e melhor de nós. e a pateta da laranjeira continua de boa saúde, agora de frente para o sol.

13.6.08

provérbio-da-minha-semana

"um medo com outro medo se apaga"

10.6.08

agora...


vou passear com o cão

ainda...



carl r. rogers... "sobre o poder pessoal" é o livro que, na minha opinião de momento, dando o desconto da tradução em português do brasil e o facto de ter sido escrito em 1979, era bom, pertinente e por isso importante, mulheres e homens lessem. Mesmo que de lá ficasse apenas uma palavrinha... vida.

enquanto isso...


tento quase desesperadamente encontrar-me, o que acredito signifique libertar-me do medo, do terror. Caramba que o susto ou sustos foram mesmo enormes! Pois se eu até sou tão corajosa!

9.6.08

o primeiro de todos


Insónias, PAIS&Filhos, (1997)
o bloqueio à (des)informação estendeu-se, desta vez de modo forçado, à tsf do rádio roubado do carro… juntamente com o rádio foram dois porta CD´s cheios, um auricular, um carregador de tlm e uma mala de pele, da escola, daquelas que quando fosse velhinha é que seria gira. Foi uma experiência estranha, a desse dia, porque apesar das perdas fiquei contente, porque não partiram nenhum vidro, não estragaram a fechadura e deixaram todo o conteúdo da mala o que equivale a dizer apontamentos exclusivos da-croma-que-sou-hoje-em-dia, de todas as minhas aulas. Mas principalmente a minha improvável satisfação resultou do facto de terem literalmente ignorado a existência no porta-bagagens de um e-mac e DO-MEU-PORTFÓLIO-COM-10-ANOS-DE-DESENHOS-PUBLICADOS-ORIGINAIS!!! Quando percebi que tinha sido roubada, fui com as perninhas a tremer abrir o porta-bagagens e agradeci aquele roubo.

amor e dedinhos dos pés


agora que deixei de ver canais portugueses, o que na minha prática significa deixar de ser bombardeada e manipulada por notícias violentas, naquela que é a medida perversa e redutora da máquina economicista da comunicação social… liberto espaço para as maravilhosas dimensões e expressões dos seres humanos.

5.6.08

encontro com a minha congruência


o ano passado tropecei no giddens. este semestre gostei de jung, mas o carl rogers respira igual a mim. é bom quando os caminhos vão tomando forma, na nossa própria medida.

29.5.08

fechar, definitivamente, um ciclo


"acabei de chegar... é espantoso como por vezes nos permitimos achar que percebemos tanto, até dos outros... e o desencontro da verdade, mesmo que sem querer é brutal. durante anos não me chocava, agora nem sempre é assim. acima de tudo o meu novo amor-próprio ou centro, não me deixa mandar para trás das costas aquilo que me fere.
não, não percebes nada, não podes e nem te julgo por isso. nunca o fiz, e numa paixão, entrega, crença, na tua pessoa, e de vontade... sempre te vi em todas as possibilidades até de serem tuas as decisões finais, se daí resultasse bem-estar e eficácia.
quanto ao querer sempre pegar nas pontas todas, bem... parece que é a história da minha vida, principalmente em relação às pessoas por quem senti sempre a necessidade de me entregar, por vezes acima dos meus limites. não conheço muita gente assim. já um dia te escrevi, que sei que não és, nem podes ser a minha confidente porque não é uma coisa natural em ti, respeitei sempre essa tua medida sem tirar em nada tudo aquilo que em ti, consigo vislumbrar como ser humano. e sei que já te viste muitas vezes melhor, no reflexo dos meus olhos...
o meu compromisso para já como certo é esse. aquele que te permite confiar, partilhar, confessar, destruir, reconsiderar, hesitar, exigir, sonhar, arriscar, mandar, extravasar, criar, abandonar, sem que nada do que deve realmente ser importante, se perca. ridículo pois, é eu sentir necessidade, por silêncios desprovidos de sentido e cheios de certezas, de proteger a medida da minha entrega, em horas contadas pelo relógio. é pena que rumines tanto, sente-se... imagine-se pintar assim... e eu lá fui tentando adivinhar, sem querer invadir, enquanto tu, muitas das vezes apenas te tentas, numa medida de quantidade, medir, sentir e validar através, por vezes, do desvalor dos outros. a soberba de "arrumar milhares de coisas"... boa! és muito boa! melhor dos que os outros! e como consequência, mesmo que não a questão, os outros nunca estarão à altura. sou boa a ler nas entrelinhas e fui-me habituando, mais do que hoje em dia acho razoável, a ler tudo, até o meu valor, nas entrelinhas. mas até para isso é preciso que existam linhas. não, às vezes acho mesmo que não percebes nada e isso já nem é assustador (desliguei o botão), é só triste. para além de tudo aquilo que sou ou não e represento ou não... tudo o resto é paixão, de entrega, de crença, de vontade...
a partir daqui, o que me dizes passa para uma medida que não é a minha e que mais uma vez me parece soberba e aliás me ofende. não tenho por hábito comparar galhardetes, nem filhos nem canseiras, não me serve, não me é natural não me sossega. é por isso que por regra te poupo às minhas. é ridículo precisar eventualmente de te explicar, logo a ti, a medida do terror, não da canseira, que já não sinto, como sabes, porque não posso morrer.
... a minha mãe tem 62 anos, e está num outro continente, sozinha a dar tudo o que tem e sabe a troco de muita pouca quantidade, mas de certo muita qualidade...
antes da vantagem de estar no jardim, viste com certeza alguma vantagem na minha pessoa, primeiro ainda do que eu, que quis garantir a todos que não era um engano (conheço poucos assim). acho que não te enganas na pessoa, sendo que isso dependerá sempre de mim, mas sinto um triste desencontro nas razões, que são apenas tuas. para além de tudo aquilo que sou ou não e represento ou não... tudo o resto é paixão de entrega, de crença, de vontade...
desculpa mas como eu não escrevo, nem rumino, como tu, já são estas horas e eu tenho que ir passear o cão para tentar pôr-me a estudar a merda de psicometria porque os 18 e 19 que tu às vezes anuncias com um orgulho muito próprio, só são possíveis porque também de tarde e de noite existe paixão entrega, crença e vontade...
corres para onde? e porquê? eu encontrei o centro… não desejas mais do que eu, que tudo dê certo. são apenas diferentes algumas das razões, como diferentes são duas pessoas mesmo que igualmente boas. eu sei isso, de mim e de ti.
... tudo o resto é paixão, de entrega, de crença, de vontade... eu devo, claro que sim e tu cobras, nos silêncios e aqui."

27.5.08

- ó mãe quando as pessoas morrem vão para o céu?


(- ó mãe quando as pessoas morrem vão para o céu?)
é nestas alturas que dou graças ao meu gene quem-sabe-avariado... quando a primeira perguntou eu também fiz o melhor que pude - que há pessoas que não acreditam mas que eu acho que as pessoas quando morrem... - vivem tipo os ursinhos carinhosos, com nuvens casa! E nuvens móveis! – disse ela contente. – Pois..., pode ser isso, afinal não se sabe, não é? – respondi contente e aliviada. A segunda não pensou nisso muito cedo, tinha mais que fazer e quando o fez foi directa ao assunto – ó mãe acreditas que há vida depois da morte? - … Há pessoas que não acreditam mas eu … acredito, mesmo que numa versão reciclada, claro está! Afinal não se sabe, não é? – respondi contente e armada em boa! Ficou com um ar satisfeito. Não voltaram a perguntar, mas quer-me parecer que entre ursos, nuvens, reciclagem e sabe-se lá que mais, foram arranjando teorias boas. Afinal não se sabe, não é?

25.5.08

a liberdade na insegurança da solidão

primeiro percepcionávamos a necessidade que temos dos homens pelo que de mais básico nos pertence, a biologia, a genética, a sobrevivência, nossa e das crias, a continuação da espécie. Juntávamos-lhe a razão e sentíamo-nos em segurança.
Depois percepcionámos a necessidade que temos dos homens pelo que de mais básico nos pertence, a biologia, a genética, a sobrevivência, nossa e das crias, a continuação da espécie. Juntámos-lhe a razão e a emoção e sentíamo-nos em segurança.
Depois disso percepcionámos a necessidade que temos dos homens pelo que de mais básico nos pertence, a biologia, a genética, a sobrevivência, nossa e das crias, a continuação da espécie. Juntámos-lhe a emoção e a razão e sentíamo-nos em segurança.
Agora que o mundo mudou, a sociedade mudou e os papéis mudaram, estamos rapidamente a deixar de percepcionar a necessidade que temos dos homens pelo que de mais básico temos, a biologia, a genética, a sobrevivência, nossa e das crias, a continuação da espécie. E assim estamos a prescindir da emoção, por falta da razão. Será este o preço da liberdade, de escolha, que nunca tivemos? É um preço duro, para as mulheres e para os homens, pelo que de mais básico nos pertence, a biologia, a genética, a sobrevivência, nossa e das crias, a continuação da espécie. Na liberdade, sem a razão, sem a emoção e ainda assim a precisarmos de nos sentir em segurança, a solidão.

29.4.08

42!!
muito de improviso, com assuntos improváveis pelo meio, foi muito muito bom e agora que penso, estiveram absolutamente os certos e maravilhosos :)

29.7.07

2 anos


de céu azul, sem fumar :)

29.4.07

41!!

23.1.07

crepes do meu irmão Francisco


durante as sucessivas adolescências, em casa da minha mãe, houve a fase dos crepes e respectivas experiências sempre na tentativa de conseguir fazer, a receita mais rápida. Que quando se tem 15 anos e a gula nos assola...
Ainda não percebi porquê, mas quando foi a minha vez, a pegar com a da minha irmã, a receita que tínhamos obrigava a uma penosa e desesperante espera de 1 hora enquanto a massa "poisava". Brutal! A verdade é que se tentávamos fazer os crepes antes de passada a megera da hora, eles desfaziam-se e davam-nos cabo dos nervos. Eis senão quando, na vez da minha irmã, a pegar com a do meu irmão... Justiça seja feita ao elemento masculino. Talves tenha sido a testosterona, ou quem sabe o olhar de fazer ciência com que abordou o caso culinário... A verdade é que foi ele quem inventou, depois de muita experimentação como se quer em ciência, a massa perfeita/feita, à medida da velocidade da gula de um adolescente:
1 caneca de farinha

1 caneca + 1/4 de leite
1 ovo

1 golo de óleo
sal q. b.
Misturar tudo e bater, com um garfo ou aquela coisa de varetas. Frigideira antiaderente um bocadinho de óleo ou azeite, muito pouco, se demais escorrer quando quente. Esperar que aqueça, fazer o crepe com uma concha de sopa de massa. Esperar um bocadinho até se soltar e com uma espátula virar. Esperar mais um bocadinho e pôr num prato. Fazer uns tantos seguidos. Se sobrar massa, pode guardar-se no frigorífico. Sugestão: comer um crepe com manteiga alternando com um de doce (um doce qq).Vale a pena experimentar esta receita de provas dadas, por três razões: é mesmo muito rápida, é mesmo muito fácil, é mesmo muito boa.

29.12.06

eu (em dissonância cognitiva)

estava/já não está aqui uma imagem, de metade da minha cara, em que tropeçava sempre que cá vinha.
dissonância cognitiva resolvida. Ah grande Festinger!

com um céu assim...


uma paisagem assim...



e uma luz assim...




voltei a sintonizar-me :-)
Fui , durante meses, quase todos os dias. Depois perto do verão com muito calor, troquei-o pela praia fora de horas, a todas as horas, sem horas. Depois começou a universidade e a adaptaçao necessária aos novos horários, de horas certas e a certas horas.
Agora voltei e senti novamente o bem que me faz.
Estou de volta!

23.12.06

estive a...


, em plena e adorável negação!
Com apenas uma semana de férias cheia de festas e correrias. Com tanto o que estudar para testes e frequências... não sei por onde, nem como começar.
Há mais ou menos sete anos e meio, descobri que, quando entro numa livraria são os livros que me escolhem e não o contrário. Quer dizer, às vezes nenhum me escolhe mas a maior parte das vezes tenho a sorte de ser escolhida. Passeio entre as prateleiras e olho-os assim quase pelo canto do olho, só para ver se algum me acena. Gosto de livros exactamente como... sou... sem preconceitos quanto ao grau de erudição, ao tema ou à fama. Sem tendência para correr à procura do politicamente correcto, de graus, de patamares ou fundamentalismos. Sou alérgica a qq tipo de fundamentalismo, acho que deve ser pq implica com a tolerância. Mas dos livros gosto quase em absoluto, principalmente desde que percebi que me escolhiam, no momento certo, pertinente, possível. E gosto tanto deles porque, no valor imensurável das frases, das palavras, de uma frase e às vezes de uma só palavra e porque, na partilha, na entrega, na importância, ou "apenas" no gozo, viajo à descoberta de mim e através dos outros. É precisamente acerca de uma viagem, ou de vários tipos de viagens, que este livro fala. Escolheu-me, sei agora que já o li, porque a medida do olhar da jornalista que o escreveu é parecida com a minha. Nem demais nem de menos… e assim eu própria pude partir em viagem para voltar feliz e forte.
Amanhã começo a estudar.
(j)

14.12.06

as II jornadas do gabinete de neuropsicologia...


decorreram hoje no Hospital Egas Moniz.
Eu estive lá :-) e não quero deixar de felicitar todos os organizadores e participantes, por um momento de generosidade absoluta, na partilha e abordagem de experiências e descrição de enquadramentos e realidades do nosso país. A vida é assim mesmo, feita de pontos de viragem!Foi muito bom!

10.12.06

confortável que nem um...


platypus!
ou como quem diz ornitorrinco.

27.11.06

doce luisínha


com beijinhos de fada madrinha

19.11.06

Nietzsche também tinha mãe!


Há três anos descobri, senti, que os Niilistas mais não foram, o que não é pouco, que pessoas com grandes depressões não diagnosticadas. Agora, enquanto mergulho no universo dos pensamentos e a propósito de conceitos tão difíceis de modernidade e pós-modernidade, tropecei nesta frase e pareceu-me no mínimo demasiado criativa para o Mundo da depressão.
"Mas chega um momento em que a vanguarda (o moderno) não pode ir mais além porque já produziu um metalinguagem que fala dos seus textos impossíveis (a arte conceptual). A resposta pós-moderna ao moderno consiste em reconhecer que o passado, já que não pode ser destruído porque a sua destruição leva ao silêncio, deve ser revisitado: com ironia, de maneira não inocente."
Ou também se pode dar o caso de não estar a perceber nada. E de ser o meu Ego a armar-se em bom.

17.11.06

pois...



descobri Giddens em ICS e gostei, o Prof. à laia de desabafo, de passagem, suspirou uma desilusão qualquer, eu ouvi... (vou acabar por ter que perguntar).
Entretanto sempre às cavalitas Av. da Liberdade abaixo Av. da Liberdade acima, continuo à descoberta.

12.11.06

um presente quase de Natal,


o céu e o mar de um azul perfeito. Um banho cristalino de liberdade e luz. Uma irmã entre irmãs, filhos muitos e um pai tantas vezes. Foi muito bom.

6.11.06

às voltas com...


ICS e IHPsic.

21.9.06

amor


meu e lua minha.


3.9.06

irmã do céu

«Escrever é como pintar mandalas. Só quando se acaba a rodinha dos azuis é que se percebe que lá dentro vão ter de estar os amarelos.»
Mandala da inês :)