22.11.08

a(mar) o céu e o sol


depois do bater no fundo e/à falta de uma rede de apoio natural no activo, vieram em nosso auxílio a amiga e o psicólogo. uma ameaçou-lhe uma tareia à porta da escola em frente aos amigos, beijos e riso, tudo verdade, o outro olhou-me nos olhos, porque não tinha possibilidade por agora de fazer mais, e com a voz de homem que é, garantiu-me que iam acontecer mudanças de provas dadas e que ele lá estaria na próxima vez para as ouvir contar, o recado era para ela e a promessa foi para mim. passou uma semana, entretanto, e entre beijos risotas e abraços, acima de tudo a satisfação e leveza, de pura e simplesmente ter sido deixada na única medida que lhe pertence e para a qual queria mas já não sabia voltar. mais um ciclo que se fecha, mais um vicioso que se quebra, com personagens afinal, diferentes e boas. orgulho. - próximo!
- ó mar, olha lá que céu e sol maravilhosos!
- onde?!
- :) :D!!
- :D :D!!

16.11.08

a turma



acabei de saber que vou ao cinema na 3ª :)
"entre les murs" de Laurent Cantet , M/12, francês, 2008, cores, 128 min, galardoado com a palma de ouro no festival de cannes, segue um ano de um professor e da sua turma numa escola de um bairro problemático de paris, microcosmos da multietnicidade da população francesa, espelho dos contrastes multiculturais dos grandes centros urbanos de todo o mundo.

12.11.08

aurasoma


neste momento, não são as que eu mais gosto, mas sinto-as sempre, como... eu.

11.11.08

decididamente,

acredito que é no sentir que temos de nós próprios, que se define a medida de com quem podemos disfrutar a vida. depende por isso "apenas" do nosso crescimento e coragem para ser feliz. a fasquia, essa, aumenta...

(des)encontros

a verdade é que nós não mudamos ninguém, nem ninguém nos muda. quando o fazemos é sempre por nós próprios, quando e como nos é possível, numa sucessão de experiências, num percurso individual. quanto muito podemos influenciar os caminhos e as escolhas, com os exemplos, das nossas decisões, das nossas vidas, de nós mesmos. e??!!...

10.11.08

:D


são mais de 60 com idades entre os 5 e os 8 anos. todos aos gritos, supostamente conversam e tentam ouvir-se. já conhecia muitos do verão do ano passado, foi giro reencontrá-los. uma menina veio ter comigo no meio da confusão e perguntou: - quantos queres? e eu no meio da loucura-feita-à-minha-medida respondi: - 123!

7.11.08

provérbio da semana

cada um tem o figado que pode!

6.11.08

poder do piroso . poder da fé

ainda bem que caminhamos a passos largos para um mundo em que fundamentalismos, o “politicamente correcto” de alguns e os “pudores” de outros, deixam de fazer sentido. um dia, certamente, as máscaras que carregamos (uns mais do que outros), associadas aos papeis que representamos, poderão desaparecer. é tempo de subjectividade, de emoção, de diferença, de tolerância, de diversidade, de genuíno, de aceitação, do todo, de visão, de todos e de cada um, …de verdade. depois, inevitavelmente virá a responsabilidade individual, e aí seremos muitos, e vai ser bom.
quando era pequena uma amiga/prima com quem brincava muito, pediu-me que lhe explicasse o que é queria dizer piroso… na realidade algumas/poucas pessoas começavam a utilizar esta palavra que basicamente não quer dizer nada, de tão subjectiva que é a base, em que se fundamenta o conceito estético que está por detrás dela. apesar disso nós-os-iluminados utilizávamos o termo com alguma soberba e poder, de quem sabia, de quem podia… eu tinha uns 10 anos, acho, e vi-me em sarilhos na tentativa da explicação, restou-me o poder… mas ela era minha amiga e então resolvi abrir mão do meu "estatuto" e propor-lhe um “negócio” com uma palavra que sempre me fascinara e que não controlava:
- eu tento arranjar maneira de te explicar o que significa piroso, disse-lhe eu. - e tu tentas explicar-me o que significa fé (sou filha de pais ateus).
…
- então…, sabes logo, se é piroso… é de mau gosto… é ridículo de feio!…, comecei eu.
- mau gosto? … mas eu gosto! ridículo porquê? para quem?, perguntava ela.
- para nós os do nosso género!…, os que dizemos piroso! olhamos e sabemos logo!, exclamei eu. - não vês que quem percebe mais disso dos gostos, diz que é feio, ridículo de feio, piroso!, continuei.
- e quem são esses?, perguntou.
- sei lá, arquitectos, pintores, escritores, artistas, amigos nossos..., disse eu também baralhada com as perguntas, com a questão…
- sabemos, olhamos e vemos que é! não sei explicar olha-se e está à vista de “todos” é piroso!, exclamei.
- mas eu acho giro!…?
…
- e fé, é o quê?, perguntei depois eu.
- então, fé é acreditar em Deus… mesmo que nunca o tenhamos visto. eu sei que existe! é a fé! tenho fé!, respondeu ela contente por agora ser a sua vez.
- não sabes nada! se existisse, havia provas. como é que é possível saberes o que não sabes sem provas? e se não tens provas…, desesperei eu.
- tendo fé! fé é isso mesmo, acreditar sem precisar de ter provas, continuou ela.
- que parvoíce! não acreditas no que estás a dizer, pois não?, suspirei frustrada.
andámos nisto algum tempo. cada uma ficou com o seu poder e seguimos em frente pela vida fora.
...
hoje o termo piroso entrou em desuso e está praticamente extinto. claro que o conceito de mau gosto continua a existir, impermanente, volátil, cíclico, subjectivo, humano… mas acima de tudo com o piroso foi-se o poder.
já a fé… não vai de modas neste mundo do diverso, que se quer de tolerância, e largou as vestes de Deus quando a reconhecemos também, enquanto característica e possibilidade humana. podemos chamar-lhe o que quisermos, optimismo, romantismo, coragem, defesa, sonho, espiritualidade, resiliência, ou mesmo consequência do medo, da solidão…

eu entretanto, aprendi a reconhecer a fé, também como condição/possibilidade minha (bem me parecia que era importante!). a verdade é que a fé, enquanto capacidade de sentir o que aparentemente não podemos ver, é poderosa e será sempre o que nos fará mover, viver.

... operação, de amor, meu







*via l.
é pena que não vejas, que não possas ou não consigas ver… o que está para além da cor. como é bela a normalidade, a educação, a inteligência, o amor-próprio, o compromisso de família entre eles, o amor. é pena que não vejas, que não possas ou não consigas ver…
independentemente do depois, do que acontecer e de como correr, ontem, a somar às palavras, foi a força das imagens dos gestos de verdade, que o fizeram vencer. é pena que não vejas, que não possas ou não consigas ver… que o espantoso aconteceu, quando milhões por todo o mundo depositaram o poder, nas mãos de um quase estranho, ah pois… negro, o poder na esperança da verdade da emoção, em detrimento de outras eventuais razões. o belo e corajoso feito foi esse, e essa coragem já ninguém nos tira e vai certamente seguir caminhos pelo mundo fora.
tudo o resto que te queixas, que te magoa, tens razão, são ignorantes, pobres e mal educados, é pena que não vejas, que não possas ou não consigas ver… o que está para além da cor, porque tu sabes como é bela a normalidade, a educação, a inteligência, o amor-próprio, o compromisso de família, o amor.
...
clica nas imagens para veres maior, tu que sabes também sentir, também nas entrelinhas, vai lá ver.

obama . outra vez o 8*

no dia 5-11-2008 (5+2+10=8)
obama 44º presidente (4+4=8)

*segundo a numerologia, 8 é o número da realização de projectos materiais e do controlo da matéria. representa materialização dos desejos, poder, equilíbrio, competência, determinação.

obama . lia = very smart people

não me canso de reparar no poder e na beleza das imagens, mas a genialidade da sequência é dela.

5.11.08

amiga economista

a melhor em economia de escala, entre outras coisas boas. acordo na casa, visto a roupa, levo a filha, recebo do ex. e entrego ao pai :D

grande ciclo

e fechado que está, mais este também... embora lá começar mais outro.

liberdade


em deleite, choro, choro tudo. choro as mágoas da minha vida. choro a incompetência de pai e mãe, assim apanhada de surpresa… anos em que vi o mundo atingir o fundo, anos em que questionei o desencontro individual das ideias com os gestos. anos em que por vezes desejei, afinal, não saber sonhar.
choro, choro comovida, porque o preço que pagámos, que paguei, resume-se hoje, “yes we can!”, na necessidade e possibilidade humana, de acreditar, de amar.
à minha mãe e ao meu pai que hoje me deram tudo… a coragem da liberdade.

:D yes we can!!!

*
* foto de terry richardson, via L.
passei a noite a chorar e ainda choro comovida :D
yes we can!
well done!!!!!!!!!!!!!!!!
yes we can!

4.11.08

liberdade

It was a creed written into the founding documents that declared the destiny of a nation. YES WE CAN! It was whispered by slaves and abolitionists as they blazed a trail toward freedom. YES WE CAN! YES WE CAN! It was sung by immigrants as they struck out from distant shoresand pioneers who pushed westward against an unforgiving wilderness. YES WE CAN! YES WE CAN! It was the call of workers who organized; women who reached for the ballots; a President who chose the moon as our new frontier;and a King who took us to the mountain-top and pointed the way to the Promised Land. YES WE CAN to justice and equality. YES WE CAN to opportunity and prosperity. YES WE CAN to opportunity and prosperity. YES WE CAN heal this nation. YES WE CAN repair this world. YES WE CAN! We know the battle ahead will be long,but always remember that no matter what obstacles stand in our way, nothing can stand in the way of the power of millions of voices calling for change. WE WANT CHANGE! We have been told we cannot do this by a chorus of cynics who will only grow louder and more dissonant. We’ve been asked to pause for a reality check. We’ve been warned against offering the people of this nation false hope. But in the unlikely story that is America, there has never been anything false about hope. WE WANT CHANGE! The hopes of the little girl who goes to a crumbling school in Dillon are the same as the dreams of the boy who learns on the streets of LA; we will remember that there is something happening in America; that we are not as divided as our politics suggests; that we are one people; we are one nation; and together, we will begin the next great chapter in America’s story with three words that will ring from coast to coast, from sea to shining sea YES.WE.CAN.

1.11.08

amor-próprio*


"enquanto tu, muitas vezes apenas te tentas, numa medida de quantidade, medir, sentir e validar através, por vezes, do desvalor dos outros... boa! és muito boa! melhor dos que os outros! e como consequência, mesmo que não a questão, os outros nunca estarão à altura".
tirada do contexto, esta frase que escrevi há tempos, faz-me perceber que também já precisei de respirar assim. não sei como seria hoje, mas sei que é bom para já não ter que me pôr à prova. continuo a crescer.
*diferente de auto-estima

hoje


foi dia de margaridas verdes na jarra :)

poupar…


parece que nesta minha fase de grandes poupanças, de meios, de objectos, de afectos, de recursos, de informação, de pessoas, de amigos, de excessos, devo também …nas palavras. e quem sabe o próximo passo será nos pensamentos.

31.10.08

1 ano


parabéns à minha sobrinha rosa!

30.10.08

plano


pôr-do-sol e mar da L. e tb meus :)

24.10.08

a loucura da liberdade


purguei, que alívio!
:) ...
e assim de um mau momento, se faz um momento importante.

19.10.08

estou aqui,

ainda...

16.10.08

top


eleita, a-música-do-meu-verão-dançante.

amor-próprio,


a irracionalidade está cheia dele :)
(não tenho vontade de sorrir mas o smile cor-de-laranja ficava bem ali).

(des)


informei-me, há meses. ajudou mas não resolveu. grito.
exaustão. crescimento. ainda assim se não sonhar, morro.

13.10.08

vazio


é, "apenas" falta de amor-próprio* e medo ainda que subliminar, de uma possivel e nova dor.
o inacessível torna-se assim irresistível , porque o que não tem remédio remediado está.
* amor-próprio diferente de auto-estima.

12.10.08

certamente,

já não gosto nem corro atrás da rejeição. percebi o quanto gosto de mim e o quanto mereço, quem mais do que blá, blá, blá, partilhe comigo, não ideais de felicidade mas a capacidade com provas dadas de ser feliz. claro que ainda me engano volta não volta, mas quando isso acontece retomo o meu caminho.

também acho

http://diario.iol.pt/internacional/fidel-castro-cuba-fidel-obama-mccain-palin/1001168-4073.html

lá está!

... é paixão materializada em amor, dizia alguém. não o amor materializado em paixão… pressinto-o de uns tempos para cá, que o amor romântico não existe, apenas a paixão, e dessa eu tenho medo… tanto, quando na sua impermanência se materializa, num amor que pode ser fatal.

11.10.08

rosa


:)

está tudo a parecer-me uma grande parvoíce...

... és querida, minha amiga grande!

e há quem diga que não existem energias e competências que desconhecemos... sim, que são tudo, sempre, coincidências... estava eu a escrever esta mensagem e quando ia clicar no publicar, recebo uma msg do pai...
já nasceu, está tudo ok
adoro estas coincidências que acontecem a todos os que podem.
adoro-te! minha amiga, desdobrada novamente.
parabéns!!! :)

10.10.08

planos


viajar e conhecer o mundo, que é também meu, enraizar, escrever, pensar, sentir, respirar, em frente ao mar.
(mar à frente, horta ao lado e pinheiros atrás)
e não, não me ando a perder... resta saber é se alguém me encontra :)

ai que nervos...

já que o pai não está lá, podia ao menos estar uma amiga ou um amigo. sempre lhe fazia companhia aos pensamentos e dava mimo, às duas...
:)

8.10.08

parabéns.amor


absoluto.

7.10.08

impermanencia

neura


chove a potes e eu ainda não tinha saudades.

liberdade . equilíbrio





sou filha de pais que sonharam, desejaram, lutaram e conquistaram a "liberdade"...


ok sou liberdade, de sonhar, desejar, lutar e conquistar, o quê?...


equilíbrio








5.10.08

shine


absolutamente genial, e uma carga de trabalho para o nosso grupo de "psicopatologia da criança e do adolescente".

28.9.08

:)

primeira reacção, digamos... ambígua. senti-me a stephanie do mónaco. na holla claro!

tb


:)

tatoo di bestia


já andava a "cozinhá-la" há uns dois três anos, mais do que tudo, a coragem de o assumir na questão mais difícil que era a escolha da representação de mim própria. agora com aquele outro lá, a espicaçar-me a vontade... sim, têm que ser letras, em português ou em latim... numa só palavra a preto, acho que atrás, no pescoço... e acho também que não me vou ficar por aqui e um dia ainda faço umas flores ou mesmo um dragão, dependendo do percurso da bestia.
L! preciso de ajuda. é que mesmo não sendo para já, agora é certo, é para um dia destes :)

la mia sapienza di bestia

*
ultimamente, quanto a percepções da vida... sinto fermentar qualquer coisa... acho que desta vez tem que ver com "cultura"**... assim a modo que "tramanso" do ser humano e isso. estou bonita..., ai estou, estou!... o que mais me aflige, acho que afligiu sempre..., não é a cultura propriamente dita, porque essa já se sabe, pode e deve ser a representação da emoção em todo o seu esplendor. o que mais me aflige, é pois a tendência para o autismo da espécie, em relação às outras, e a tudo o que a rodeia. a cultura... brincamos aos homenzinhos, sempre brincámos e levamo-nos a sério, sempre levámos, sempre demais. é que afinal de contas, a cultura é o poder do homem, aquilo que o distingue, que lhe permite sentir-se diferente, especial, para além da bestialidade, pois... coitados de nós. belo mundo este, feito à nossa medida... e é assim que ando…, a apelar mais para o meu lado humanamente básico, imperfeito, intenso, primário, bestial. estou bonita..., ai estou, estou!...

* (a censura do pudor intelectual desceu à liberdade, para que a possa saborear melhor :)
** (cultura = tudo o que não é biológico)
*** (já me estou a justificar demais)

27.9.08

como dizes tu:


um olho no burro e outro no cigano. o burro suicidou-se, ficou o cigano que espero que compre um cavalo!

restos de verão,

a acabar.

15.9.08

(re)começou


o 1º semestre do Último ano!

12.9.08

rir

5ª***:)
rir, rir.

11.9.08

e

...

10.9.08

e

!!!
assim,

8.9.08

ando

???
assim,

6.9.08

tempo

de resquícios mal resolvidos, fora de horas?

ontem (II)

já de pijama, na caminha, convite tardío mas muito oportuno, com boleia e tudo.

6ª***:)

obrigada rosa!

ontem, no dia mundial da tosse,


não estudei, porque não só tossiu a vaca, como tossiu o boi e o cão... e pelos vistos a amiga. faz-se o que se pode, o que significa dizer que se faz o que consegue. agora vou ali dizer uns palavrões, à laia de terapia cognitiva-comportamental! até já.

5.9.08

hoje


nem que a vaca tussa, vou estudar.

4.9.08

como com os gémeos,


já andava há umas semanas a (pre)senti-la, como se por desta vez não ter sido a primeira a saber, afinal fosse... já estive inclusive várias vezes para falar de mim e dela aqui, no sentir que não compreendi mas reconheci.
agradecida desde sempre porque existe assim, ainda que não tão perto assim, minha irmã minha.

3.9.08

momento,


de não desperdiçar forças mas sim respirar fundo e manter-me à tona, para já a boiar.

2.9.08

sei que preciso.


não sei se posso, não sei se devo, não sei se consigo...

sonhei

com ela. tem o cabelo comprido e no meio dos miúdos, todos ao molho num atrelado qualquer aos saltinhos numa estradinha de terra, ria e sorria :)

1.9.08

onde será,

que chora e ri a minha amiga sofia?
mesmo agora que já não preciso de a ver, continuo a desejar que esteja bem.

31.8.08

29.8.08

o vento mudou

e a varanda voltou. estudo.

28.8.08

***

5ª***:)

respirar


falo muitas vezes em universo. na maior parte das vezes, acho que me refiro a uma sensação que tenho de uma ordem natural das coisas, de todas as coisas, o natural do qual fazemos parte também. é assim uma convicção, instintiva, muito budista :). e então essa ordem natural das coisas que reconheço e antecipo sempre, como uma possibilidade de entre tantas, de sermos felizes, existe em todos os momentos, para todos, porque provavelmente mais não é do que o encontro entre o ar certo para o (nosso)respirar, diferente sempre, a cada encher de pulmões.
mas nós os humanos, com esta coisa da socialização e depois da cultura, complicámos tudo e as variáveis com que nos condicionamos todos os dias nas escolhas do ar para respirar… caramba!
fui poupada, claro está. ou então poupei-me, logo de início, no repente assombroso com que me defendi do ar que não era bom para mim. porque neste caso, mais um, a auto-estima ou a falta dela também entrava, para além do amor-próprio já se viu, no ar que teria de respirar, que mais uma vez não seria o meu.

27.8.08

(III)

"Luiz Fernando Veríssimo".

26.8.08

cada inconformado no seu galho


só não deixei também lá um comentário, porque me lembrei a tempo que provavelmente apesar de não sentir a diferença dos galhos, cada macaco tem o seu... mas apeteceu-me... principalmente porque como sou uma piégas gosto do encontro, na medida de alguns dos galhos que são, iguais aos meus :)

não foi na versão original


mas gostei muito :)

25.8.08

24.8.08

touch na impermanência


portas abertas?... ai, ai, ai... o universo ou lá o que é anda a querer pregar-me partidas...
tempo, de razão, pressa de emoção. mas é na razão da espera que a emoção se supera e nos transforma em paixão. o amor? esse, racionalizei-o de tal forma que nem sei mesmo se existe. porque para mim, nasce sempre do medo, da dependência, das razões, da razão mascarada de emoção. não.

rose


parabéns!! minha nova e boa amiga :)

23.8.08

22.8.08

quase (II) nada


"Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, o sentir e o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si."

enquanto isso


fui outra vez dançar :)

já não me pertencem?!...

uns tempos com assuntos muito importantes e de repente olho à volta e parece que desapareceram, a caça ao tesouro, a fogueira na praia, a viola, o cantar, o tomar banho ao luar, a canoa, o rio, a pesca, a vindima, os patins-sem-medo, a mochila às costas, o comboio, o jipe, o ler com as pernas para o ar, o sonhar muito, o mergulhar, o voar, o parar, o olhar, o encher os pulmões de ar, o suspirar, o gritar e mais tanto mais… será que é apenas uma questão de inércia? de gentes? de estética?
... não está escrito em lado nenhum, pois não?!!

liberdade

gosto, gosto muito, do som, da voz, do poder, da magreza extrema, da figura estilizada, do personagem, do belo, do feio, da crueza, da fragilidade, da força, da decadência, da sensualidade, da liberdade para até um dia destes, se calhar morrer…



e porque sou uma rapariga que até optimiza prazeres, há um mês que salto e danço ao som dela no nosso mini-trampolim :)

21.8.08

mar, 14 anos

- mãe, no outro dia vi uma velhota com uma tatuagem... e achei nojento!

quase (I) outono


"Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo o que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono."

fun, em versão de termas

5ª***:)

sábia ou,

condescendente... a partir dos 40, acho que mais do que um previlégio, é o instinto de sobrevivência a poupar-nos ao desgaste. uma das palavra-passe dos últimos 2 meses e mais além? desperdício.

20.8.08

chocolate/coração


na palma da mão, a passear com o cão. é. hoje o estudo rendeu. paz e concentração. foi bom. avanço, consolído.

19.8.08

ilusão de ilusões


na alegoria da caverna, de platão, os seres humanos, prisioneiros numa caverna, de costas para a luz, só podem ver o movimento de sombras projectadas na parede. por isso para eles, as sombras são a realidade. quando alguns desses homens, depois de se libertarem das correntes e saírem da caverna, regressam para contar aos que continuam prisioneiros o que viram lá fora, estes ignoram-nos e ainda os acusam de mentirosos e loucos.

17.8.08

sossego

quando lhe vejo a etiqueta do love à frente das questões existenciais.