
15.11.09
Liberdade,

à semana, recupero parte dos sonos, lavo a roupa de empreitada (dão chuva para os próximos dias...) e limpo a casa do caos criativo. Retorna o feng shui, retorno eu. E tudo isto é bom.
às
14:40
11.11.09
O próximo salto

da humanidade, acontecerá com a sublimação da ética e do design. Entretanto num futuro quase presente, o estudo e a compreensão da importância das emoções e finalmente, a consciencialização das redes, ou por que não, da rede, enquanto conhecimento do todo, de tudo.
às
13:45
10.11.09
Outono com migalhas quentes e boas
Barcelona

o lugar da horta na Liberdade :)
e...
minuto D de Liberdade
às
11:26
29.10.09
Liberdade

Este blog chama-se liberdade, por tudo, por mim...
E ainda que, por vezes o sinta menos livre, sei que está certo assim. Na medida total que é a dele, de possibilidade, de liberdade.
A dificuldade por vezes, em tudo, está no aceitar das "limitações", das medidas próprias, o aceitar como se é, e viver em liberdade, a própria medida. Porque claro está, tudo isto se pode aplicar a nós próprios.
Mas também: A dificuldade por vezes, em tudo, está no aceitar das "limitações", da medida do outro, aceita-lo como é, e viver em liberdade. Porque claro está, tudo isto se pode aplicar a todos.
E ainda que, por vezes o sinta menos livre, sei que está certo assim. Na medida total que é a dele, de possibilidade, de liberdade.
A dificuldade por vezes, em tudo, está no aceitar das "limitações", das medidas próprias, o aceitar como se é, e viver em liberdade, a própria medida. Porque claro está, tudo isto se pode aplicar a nós próprios.
Mas também: A dificuldade por vezes, em tudo, está no aceitar das "limitações", da medida do outro, aceita-lo como é, e viver em liberdade. Porque claro está, tudo isto se pode aplicar a todos.
E ainda que por vezes compreensíveis, tristes desencontros.
às
12:29
27.10.09
mulheres da minha vida
ainda bem que és perene, e fazes prova da possibilidade.
Sim, é contigo :)
Sim, é contigo :)
às
21:26
24.10.09
Liberdade em

a tua msg foi perfeita em todos os aspectos, em timing e conteúdo.
Se fosses tu, dirias:
- Afinal não és tão estupida como pareces!
Se fosse eu, diria:
- És esperto! Como te chamas?!
:)
aprender
às
21:11
23.10.09
Hoje, 23+10+2009=5+1+2=8*
*segundo a numerologia, 8 é o número da realização de projectos materiais e do controlo da matéria. Representa materialização dos desejos, poder, equilíbrio, competência, determinação.
:)
às
22:26
22.10.09
AHAHAHAHAHAHAHA!!!!!!!!!!
Esta mulher já nasceu velha e beata, ainda que goste de se fazer passar por moderna. Como é que aqueles outros dois de lá, foram na conversa? Deve ser o síndrome de alguns homens, medo-de-mulheres-armadas-em-mãezinhas, ou então ameaçou-os com algum segredo mais obscuro. Por outro lado questiono-me, será que não pensa, ou vale tudo para ao menos falarem dela?...
Nunca me hei-de esquecer, saído da sua boca: - crianças com implante facial de classe média baixa!
?
às
15:37
sempre gostei
de carros, camiões, jipes, carrinhos de golfe, karts, motas, tratores, catrapilas, empilhadoras :) e até aquelas rodinhas dos seguranças do colombo.
Há uns meses, persegui numa excitação no eixo norte-sul uma mota de Design radical, ao que parece português, que nas ultrapassagens e curvas se inclina toda para o lado, mantendo as rodas direitas. Voltei a vê-la, estacionada à porta de minha casa, esperei pelo dono, e quase quase pedi-lhe para dar uma volta. Não o fiz (parva), porque anos e anos de cultura do e-o-que-é-que-isto-lhe-vai-parecer-quem-sabe-fica-com-medo-que-seja-louca :)
Não falo de bicicletas, não por acaso. Não lhes encontro sentido prático no meio das 7 colinas e como não nasci para sofrer, só mesmo se for assim:
às
10:59
18.10.09
16.10.09
13.10.09
9.10.09
Liberdade
Um dia, gastos, voltaremos
A viver livres como os animais
E mesmo tão cansados floriremos
Irmãos vivos do mar e dos pinhais.
O vento levará os mil cansaços
Dos gestos agitados irreais
E há-de voltar aos nosso membros lassos
A leve rapidez dos animais.
Só então poderemos caminhar
Através do mistério que se embala
No verde dos pinhais na voz do mar
E em nós germinará a sua fala.
Sophia de Mello Breyner Andresen
E mesmo tão cansados floriremos
Irmãos vivos do mar e dos pinhais.
O vento levará os mil cansaços
Dos gestos agitados irreais
E há-de voltar aos nosso membros lassos
A leve rapidez dos animais.
Só então poderemos caminhar
Através do mistério que se embala
No verde dos pinhais na voz do mar
E em nós germinará a sua fala.
Sophia de Mello Breyner Andresen
às
23:14
8.10.09
O Constante Diálogo
Há tantos diálogos
Diálogo com o ser amado
o semelhante
o diferente
o indiferente
o oposto
o adversário
o surdo-mudo
o possesso
irracional
vegetal
o mineral
o inominado
Diálogo consigo mesmo
com a noite
os astros
os mortos
as ideias
o sonho
o passado
o mais que futuro
Escolhe teu diálogo
e
tua melhor palavra
ou
teu melhor silêncio.
Mesmo no silêncio e com o silêncio
dialogamos.
Carlos Drummond de Andrade, in 'Discurso da Primavera'
às
00:58
mulheres-da-minha-vida
eu sei que está tudo certo, e que também tu estás certa. É só que, é muito assustador.
às
00:57
7.10.09
Liberdade de não sentir
"Roubo existe apenas pela exploração do homem pelo homem... quando a sociedade te recusa o direito a existir, tens de o tirar... o policia deteve-me em nome da lei, eu abati-o em nome da liberdade!"
Está tudo misturado, claro que está :(
às
23:27
ainda-as-maquinetas-e-companhia
Está tudo moribundo, o que já foi, o que vai sendo e o que já era.
Parece o mês dos finados.
A ventoínha do pc deixou de se ouvir, grave... será do pó de 3 anos? Aspirei tudo, até mais umas quantas letras...
às
23:01
Mulheres-da-minha-vida
E tu, que afinal és a mais sensível/sensitiva de todas nós, mas que te escondes ou proteges atrás das fronteiras da competência, da razão, no medo absoluto, de te perderes no confiar, sinto eu. Bom regresso! (agora para a semana).
às
13:47
Mulheres-da-minha-vida
A diferença é que a Mar quer confiar e entrega-se na partilha e no avaliar. Tu, aproximaste num exigir, num controlar o quanto eu te amo. Mas eu, que reajo mal à exigência, até mesmo no amor (curioso, agora que reparo...), custa-me ver-te, sentir-te assim. És a melhor (repete-se para a Mar) e por isso está tudo bem, só precisas treinar o equilíbrio. Amo-te e tenho um orgulho infinito em ti.
às
13:38
5.10.09
voltei
segundo consta, à clandestinidade. Agora numa alternância, numa pratica que se quer melódica. Não me parece. Não.
Entretanto já não temos Biscotto há já uma semana (não me apetece falar disso).
Entretanto estou de muletas e não trabalho não ganho (se é que já ganhava alguma coisa).
O medo fita-me desafiante e eu enfrento-o reduzindo-o à condição de emoção, para depois o racionalizar num exercício a que provavelmente posso também chamar de negação.
Acrescentar clandestinidade, seja ela de que forma for, mesmo que com emoção. Não me parece. Não.
às
21:22
Emoções-na-linha-da-frente-finalmente-I

"... Quando se estudam as emoções e os sentimentos, é preciso ter em conta o plano biológico, sim, mas também o psicobiológico, o cognitivo, o emocional e... o mundo ético e moral. Todos estes aspectos estruturam-se de maneira progressiva e não se deveriam reduzir uns aos outros. A moral e a ética é que parecem ser exclusivas do ser humano:
... Quando a sociedade moderna concebe a ideia de uma educação emocional, efectivamente, está a pensar em como educar os jovens em termos de uma autonomia moral e em como incorporar esse desenvolvimento moral no mundo emocional: trata-se sobretudo, de compreender as pessoas com as quais convivemos. Se não nos sentimos preocupados e tristes e afectados quando contemplamos a miséria, a pobreza, a guerra e a violência, dificilmente poderemos actuar eticamente. E, de certo modo, é necessário e quase imprescindível que tenhamos esses sentimentos para que possamos ser humanos.
... As nossas emoções e os nossos sentimentos ajudam-nos a decidir, a conviver, a sobreviver. Avaliamos o ambiente à nossa volta e julgamos a nossa existência a partir de um conglumerado de razão e emoção. A alegria e o medo, a repugnância, a empatia, a compaixão ou a solidariedade são, deste modo, os pilares do nosso pensamento ético e moral. Tudo isso nos ajuda a viver. Inclusive a tristeza.". (Eduardo Punset, 2006)
às
15:51
19.9.09
ainda as maquinetas
Deixei cair o telemóvel do 4º andar e deve ter-se desintegrado porque desapareceu… (vou pedir 2ª via do nº)
às
23:24
18.9.09
14.9.09
quase-cega-surda-e-muda
Ando há quatro dias “furiosamente” a “escarafunchar” as minhas maquinetas, vulgo telemóvel e pc. Estavam lentos, muito lentos, coitadinhos… O telemóvel foi fácil, dei com o “apagar todas as mensagem recebidas e enviadas” e PUFF, afinal sou uma corajosa. O pc é um caso mais sério, que apela, para além da minha coragem/inconsciência, para paciência/teimosia. Tem andado fanado, principalmente desde que alguém questionou num estilo de precaução que não o meu, a segurança de todos os dados caso lhe acontecesse qualquer coisas, hum… nunca mais foi o mesmo, entre tremeliques, e barulhos aterradores de curto-circuito, chegou finalmente a vez dele (salvo seja). Primeiro o ambiente de trabalho, azul escuro como aqui, sem imagens nem cangalhada visual. Do lado esquerdo, a minha vida dividida por partes que se querem para já o mais variadas possíveis numas pastas giras que mais tarde hei-de percorrer uma a uma até ficarem todas aliviadas de tralhas e arrumadinhas. Finalmente a parte que requer mais arrojo :) eu a tomar decisões alegremente, na mais pura das ignorâncias: “iniciar”; “todos os programas”; “acessórios”; “ferramentas do sistema”; “limpeza do disco”. Ainda, “iniciar”; “todos os programas”; “acessórios”; “ferramentas do sistema”; “desfragmentador do disco” (acho que é para optimizar espaços). Só me faltava perceber como desinstalar programas (na limpeza, percebi que tinha programas que nem sabia, a ocupar espaço precioso), hum… “iniciar”; “ajuda e suporte”; “pesquisa”; “desinstalar”, Oquei! (à portuguesa... falta-lhe a tecla do …). Desinstalei todos os programas que diziam ser raramente utilizados e aqueles que não me diziam nada ou me pareciam versões gémeas de outros. Poupei todos aqueles que tinham a palavra drives, pareceu-me melhor não. Reiniciei o combalido, abri o meu blog, carreguei no Play do post dos oquestrada "tenho dores fechadas em caixinhas...", e... deleitei-me com o silêncio…! :D E agora! E o que é que será que desinstalei mais?! Bonito!
às
14:33
mazelas
fem. plu. de mazela
mazela (é)(latim vulgar *macella, diminutivo de macula, mancha, nódoa, erro)(latim vulgar *macella, diminutivo de macula, mancha, nódoa)(latim vulgar *macella, diminutivo do latim macula, -ae, mancha, nódoa)
s. f.
1. Chaga, ferida.
2. Matadura.
3. Doença, mal.
4. Mácula, mancha (moral).
5. Fraqueza.
6. Aflição.
s. f.
1. Chaga, ferida.
2. Matadura.
3. Doença, mal.
4. Mácula, mancha (moral).
5. Fraqueza.
6. Aflição.
às
00:14
11.9.09
esmiuçar e reorganizar

depois das expectativas reajustadas e das dissonâncias resolvidas. Tomadas as decisões possíveis, respirar... É que não houve assunto que não levasse uma volta, agora reorganizar. Listas e mais listas, mapas mentais e de exel, como eu gosto e que me permitem poupar. Medos, esforços, tempo, cansaços, a andar.
às
19:20
10.9.09
8.9.09
Lindo! :D
"a zunirem-me"
3ª pess. plu. fut. conj. de zunir
3ª pess. plu. infinitivo flexionado de zunir
zunir
- Conjugar (onomatopeia)
v. intr.
1. Produzir som agudo e sibilante.
2. Zumbir.
3. Sibilar.
4. Produzir som forte e áspero.
5. Produzir ruído contínuo e forte.
6. Bras. Escapar, evadir-se.
7. Atirar.
3ª pess. plu. fut. conj. de zunir
3ª pess. plu. infinitivo flexionado de zunir
zunir
- Conjugar (onomatopeia)
v. intr.
1. Produzir som agudo e sibilante.
2. Zumbir.
3. Sibilar.
4. Produzir som forte e áspero.
5. Produzir ruído contínuo e forte.
6. Bras. Escapar, evadir-se.
7. Atirar.
às
15:06
equilíbrio

Inspirar
sing. part. pass. de inspirar
fem. sing. de inspirado
inspirar - Conjugar
v. tr.
1. Atrair (o ar) aos pulmões.
2. Fig. Causar inspiração a; sugerir.
3. Teol. Iluminar o espírito.
v. pron.
4. Receber inspiração; pedir a inspiração.
fem. sing. de inspirado
inspirar - Conjugar
v. tr.
1. Atrair (o ar) aos pulmões.
2. Fig. Causar inspiração a; sugerir.
3. Teol. Iluminar o espírito.
v. pron.
4. Receber inspiração; pedir a inspiração.
inspirada
adj. s. f.
adj. s. f.
Pessoa que procede sob a influência de uma inspiração mística ou poética; que revela uma inspiração deste género.
adj. s. f.
Pessoa que procede sob a influência de uma inspiração mística ou poética; que revela uma inspiração deste género.
às
14:28
7.9.09
Episódio, "A seta-no-rabo-da-Floribela" :)

(olho; veneno; mulher, ou como quem diz IBM)
Quando era pequena, durante um certo periodo em que estive doente, tive que levar injecções diárias. Todos os dias aparecia lá em casa, uma senhora para me dar a dita injecção. Eu, como boa fiteira que sei ser, construía um personagem que não tinha medo nenhum daquilo, e agarrada a uma toalha, a dar uma dentada numa cenoura no momento certo, deitada no sofá castanho, não permitia o sofrimento :D (a Floribela não descreveria isto melhor).
Um dia, já depois daquele mês de tratamentos seguidos, lembro-me de ir com o meu pai, pensava eu, ao Vává (café da moda de alguns, nos 70´s). Quando entrámos, afinal na porta ao lado do café, perguntei onde íamos. O meu pai hesitou e respondeu que já ia ver. Entretanto no elevador reconheci um cheiro qualquer a… éter! Era um consultório e supostamente seria a minha última injecção. Senti-me enganada e zangada por não conseguir defender-me do medo, por ter sido apanhada de surpresa (foi assim que senti as coisas, juro :)). Depois, do que me lembro do episódio, eu deitada numa marquesa, agarrada ao meu pai, rendida ao sentir do medo que tanto me custara antes evitar, uma mulher, antipática como tudo, que me espetou impiedosamente uma agulha do rabo, e só depois foi calmamente preparar a injecção! Malvada! Infeliz…
Nunca mais me esqueci deste episódio e o resultado foi o pânico por análises, vacinas, minhas e mais ainda as das filhas. Nos meus dois partos, a rapidez recordista, e a preocupação máxima em tirar o cateter do soro :D (estou inspirada). Não foi portanto, uma experiência boa.
Agora, confronto-me novamente com uma agulha no rabo, desta feita uma seta. E porque também desta vez apanhada de surpresa, tenho em alerta a recente capacidade de controlar a distância do medo, e questiono-me se para além deste, que quando quero posso decidir enfrentar, será que posso confiar no veneno que me fará amar...?
Um dia, já depois daquele mês de tratamentos seguidos, lembro-me de ir com o meu pai, pensava eu, ao Vává (café da moda de alguns, nos 70´s). Quando entrámos, afinal na porta ao lado do café, perguntei onde íamos. O meu pai hesitou e respondeu que já ia ver. Entretanto no elevador reconheci um cheiro qualquer a… éter! Era um consultório e supostamente seria a minha última injecção. Senti-me enganada e zangada por não conseguir defender-me do medo, por ter sido apanhada de surpresa (foi assim que senti as coisas, juro :)). Depois, do que me lembro do episódio, eu deitada numa marquesa, agarrada ao meu pai, rendida ao sentir do medo que tanto me custara antes evitar, uma mulher, antipática como tudo, que me espetou impiedosamente uma agulha do rabo, e só depois foi calmamente preparar a injecção! Malvada! Infeliz…
Nunca mais me esqueci deste episódio e o resultado foi o pânico por análises, vacinas, minhas e mais ainda as das filhas. Nos meus dois partos, a rapidez recordista, e a preocupação máxima em tirar o cateter do soro :D (estou inspirada). Não foi portanto, uma experiência boa.
Agora, confronto-me novamente com uma agulha no rabo, desta feita uma seta. E porque também desta vez apanhada de surpresa, tenho em alerta a recente capacidade de controlar a distância do medo, e questiono-me se para além deste, que quando quero posso decidir enfrentar, será que posso confiar no veneno que me fará amar...?
às
13:20
6.9.09
pedido ao universo
quero :) sff, obrigada.
é tão bom!
Mais: http://www.youtube.com/watch?v=DdyJVJQia6k
(não, não conhecia. Nem sabia que existiam, mas agora já sei :)
às
23:05
dar corda aos sapatinhos...
AVISO: Doam-se, pelo menos, 5 quilos.
Serve ainda, o presente aviso para informar que vou andar mais por outras paragens da liberdade, na primavera. Crescer.
Com o verão a acabar, e por isso menos calor... tenho que fazer exercício.
(entrei outra vez na fase "boa-do-bairro")
às
20:49
4.9.09
Hubert Reeves, fora do tempo, no momento certo :)
Reeves, H., A hora do deslumbramento, Gradiva, 1986
Purga-minha-pela-mão-de-Hubert-Reeves
(A purga que aqui estava, foi arquivada, porque já me estava a dar cabo dos nervos e eu sou uma quase budista e por isso devo resolver as dissonâncias. Feito.)
…
"Se alguma vez, nos salões de um palácio, sobre a erva de uma vala ou na solidão morna do vosso quarto, acordardes de uma embriaguez evanescente ou desaparecida, perguntai ao vento, à vaga, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai-lhes que horas são; e o vento, a vaga, a estrela, o pássaro, o relógio, vos responderão: São horas de vos embriagardes! Para não serdes escravos martirizados do tempo, embriagai-vos; embriagai-vos sem cessar!" "
(Boudelaire, Spleen de Paris)
- já me estou a sentir muito melhor :)
às
13:57
1.9.09
31.8.09
Estaticista
"Para designar «o profissional formado em ciências estatísticas» existem em português europeu os substantivos estaticista e estatista, ambos substantivos de dois géneros, e os substantivos estatístico (género masculino) e estatística (género feminino). Embora estranha, esta última forma aparece registada no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea.", Arim, Eva (2007). O que pode também, neste caso, significar, consultor.
:D foi giro.
às
03:01
23.7.09
28.6.09
6 anos depois,

ainda, cada vez mais, em paz com a liberdade da impermanência.
Agora debruço-me sobre a desejada paz da liberdade da vacuídade* no espaço deixado pelo medo que partiu.
*As coisas existem, claro, mas não em si próprias, independentemente. Vacuidade significa apenas interdependência, e isso é bom :)
às
20:51
21.6.09
8.6.09
30.5.09
28.5.09
11.5.09
6.5.09
1.5.09
29.4.09
29+04+2009=2+4+2=8*
35 forever!! :D
*segundo a numerologia, 8 é o número da realização de projectos materiais e do controlo da matéria. representa materialização dos desejos, poder, equilíbrio, competência, determinação.
*segundo a numerologia, 8 é o número da realização de projectos materiais e do controlo da matéria. representa materialização dos desejos, poder, equilíbrio, competência, determinação.
às
09:54
14.4.09
13.4.09
3.4.09
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