17.12.09
15.12.09
Já me inscrevi!

http://www.limparportugal.org/
"Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar “Mãos à Obra” e propor “Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia”. Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com cerca de mais de 17000 voluntários registados.
Neste momento já muitas pessoas acreditam que é possível. O objectivo é juntar o maior número de voluntários e parceiros, para que todos juntos possamos, no dia 20 de Março de 2010, fazer algo de essencial por nós, por Portugal, pelo planeta, e pelo futuro dos nossos filhos.
Muito ainda há a fazer, pelo que toda a ajuda é bem vinda!
Quem quiser ajudar como voluntário só tem que consultar o sítio do projecto na internet, www.limparportugal.org, onde tem toda a informação de como o fazer.
O projecto Limpar Portugal também está aberto a parcerias com instituições e empresas, públicas e/ou privadas, que, através da cedência de meios (humanos e/ou materiais à excepção de dinheiro) estejam interessadas em dar o seu apoio ao movimento.
No dia 20 de Março de 2010, por um dia, vamos fazer parte da solução deixando de ser parte do problema."
às
11:15
14.12.09
Ainda bem,
que este post já não é o que era, ficava mal aqui na minha liberdade.
Em vez disso, uma foto muito má, tirada pela câmara do portátil para mostrar a "magia" que nós as 3, cá de casa, sabemos ser ciência, ainda que sem estatuto de tal.
Uma deu um suspiro das moléculas e disse, com som, - quero um mac, enquanto os observava de relance, de esguelha. Depois, 2 dias mais tarde, a outra, que também sabe da tal de ciência, foi fazer reciclagem e trouxe de lá uma caixa enorme, boa para fazer trabalhos criativos com os miúdos da primeira. Uma boa caixa... excelente aliás, porque lá dentro vinha arrumadinho, com tudo no devido lugar, o próprio do imac, G5, 17p, com o teclado, rato, cd´s de instalação e outros, e os manuais. Olhámos uma para a outra, e eu assegurei-lhe que sabia que funcionava, sabia. Entretanto telefona a outra, que dormiu em casa da prima e conta-me excitada, - sabes? Sonhei contigo a noite toda, muito, mas não me lembro com o quê. - ah sim? Mas bom ou mau? Perguntei eu. - Bom! Muito bom! Estavas muito contente! :) Funciona, claro, como novo, porque muito pouco usado. Tinha um cd encravado que por milagre e truques que aprendi durante a noite em fóruns, foi cuspido a certa altura e tudo ficou perfeito. Quase tão perfeito como o abraço a 3 de "magia" ou ciência, como se queira, que demos. Contentes com o presente, muito contentes com o trabalho de equipa que reconhecemos. Porque sabemos :)
Em vez disso, uma foto muito má, tirada pela câmara do portátil para mostrar a "magia" que nós as 3, cá de casa, sabemos ser ciência, ainda que sem estatuto de tal.
Uma deu um suspiro das moléculas e disse, com som, - quero um mac, enquanto os observava de relance, de esguelha. Depois, 2 dias mais tarde, a outra, que também sabe da tal de ciência, foi fazer reciclagem e trouxe de lá uma caixa enorme, boa para fazer trabalhos criativos com os miúdos da primeira. Uma boa caixa... excelente aliás, porque lá dentro vinha arrumadinho, com tudo no devido lugar, o próprio do imac, G5, 17p, com o teclado, rato, cd´s de instalação e outros, e os manuais. Olhámos uma para a outra, e eu assegurei-lhe que sabia que funcionava, sabia. Entretanto telefona a outra, que dormiu em casa da prima e conta-me excitada, - sabes? Sonhei contigo a noite toda, muito, mas não me lembro com o quê. - ah sim? Mas bom ou mau? Perguntei eu. - Bom! Muito bom! Estavas muito contente! :) Funciona, claro, como novo, porque muito pouco usado. Tinha um cd encravado que por milagre e truques que aprendi durante a noite em fóruns, foi cuspido a certa altura e tudo ficou perfeito. Quase tão perfeito como o abraço a 3 de "magia" ou ciência, como se queira, que demos. Contentes com o presente, muito contentes com o trabalho de equipa que reconhecemos. Porque sabemos :)
Está tudo por aí à nossa volta, de todos, para todos. E afinal de contas à malucos para tudo, não é?
E não fiquem com pena que eventualmente alguém o tenha deixado por engano. Foi mesmo abandonado na reciclagem e o dono era um qualquer departamento do estado, que teve em tempos um gráfico ao seu serviço, para fazer capas de publicações de magistratura, leis e assim. Entretanto o gráfico deve ter ido à vida, digo eu, que sei de gráficos, e ninguém viu interesse naquela maravilha, provavelmente porque nem sabiam do assunto para perceber que não estava avariado, provavelmente lá nas finanças da rua, que mudaram de morada. "Boas" finanças, as deste país. Enquanto isso, ali muito perto, por aqueles dias...
Uma pediu, outra achou, outra sonhou. Agora é nosso. Obrigada.
às
16:40
11.12.09
Homens da minha vida

e agora, já atrasada, vou a correr para o congresso de Neuropsicologia :), também ver se te encontro por lá, num encontro tão desejado, sonhado e imaginado. Levo aquilo que te pertence comigo. Espero que estejas.
às
10:16
10.12.09
fecunda
fem. sing. de fecundo
3ª pess. sing. pres. ind. de fecundar
2ª pess. sing. imp. de fecundar
fecundo
adj.
adj.
1. Que tem em si a força de produzir muito.
2. Que não é estéril.
3. Que desperta ou desenvolve a faculdade de produzir.
4. Que produz muito.
5. Que dispõe de artifícios, de recursos; rico; inventivo.
6. Abundante.
3ª pess. sing. pres. ind. de fecundar
2ª pess. sing. imp. de fecundar
fecundo
adj.
adj.
1. Que tem em si a força de produzir muito.
2. Que não é estéril.
3. Que desperta ou desenvolve a faculdade de produzir.
4. Que produz muito.
5. Que dispõe de artifícios, de recursos; rico; inventivo.
6. Abundante.
às
22:37
tenho frio
Viver é um desafio, já se sabe. Nós somos um desafio, digo eu. E como em tudo, isso pode ser bom ou não, dependendo da perspectiva, também da razão, também da emoção.
às
13:50
Como uma Árvore

Adoro árvores, tanto como sei gostar de casas. E por isso percebo que gosto mais ainda das árvores que moram perto das casas.
Durante anos, sempre que num jogo de identidade me tentava definir num “objecto” reconhecia-me árvore. Depois um dia, no meio das minhas noites de psicologia, alguém me perguntou, como me via eu. Pensei imediatamente numa árvore, mas respondi que me sentia um bambu. Ao que parece não foi muito apelativa a imagem, e eu numa necessidade de me justificar e de agradar, num gesto em que cada vez menos me reconheço, expliquei que sempre me tinha visto árvore mas que na verdade me sentia tal como um bambu se deve sentir, delicada, frágil em contraste com a resistência de quem possui a resiliência, a força e a elasticidade de se vergar e contorcer, adaptando-me ao que me vem de encontro, sem quebrar e sem me alterar.
Já aqui contei como as árvores da minha rua me embalam, a mim e aos pássaros. Já aqui falei dos momentos, entre trabalhos-trabalhinhos-e-trabalhões, que aproveito para ler, muito, no meu carro-casa, debaixo delas.
Hoje depois de deixar 6 bebés, com quem aproveitei para rir e cantar, num teatro de Lisboa, encontrei-me, num intervalo de tempo, com as árvores do Parque Eduardo 7º, onde quase nunca vou. Estive "sozinha" à conversa comigo e com elas de todas as cores ainda de Outono. No centro de uma clareira de erva alta, verde e fresquinha, sentei-me na base de um tronco cortado, de costas para a cidade e para o Sr. Marquês. Lá ao fundo umas senhoras amigas, faziam ioga e exercício numas maquinetas que por lá existem espalhadas e que experimentei. Mais á esquerda, também na clareira, numa outra base de árvore cortada rente, estava uma senhora africana a ler e a quem sorri. Depois enrolei bem o cachecol à volta das orelhas para tornar abafado o som da cidade, respirei fundo, e voltei a sentir-me árvore… forte, antiga, sábia, tranquila, fecunda, viva… e comovi-me, porque afinal me sei sentir assim.
às
13:31
3.12.09
iiiiiiiiiiiiiiiirrrrrraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!

Acordei irritada, muito irritada, muito pouco tolerante e isso irrita-me. Com o mundo, com as pessoas, com os “amigos”, com a “família”, mas principalmente comigo, por não me saber, ou conseguir de uma vez por todas, defender. Daquela que é a minha medida de conceito de mediocridade, tão boa como outra qualquer, mas melhor para mim porque minha. E que me trama. De não poder escolher como gostaria, enquadrar-me melhor, poder proteger as minhas células, os meus átomos, a minha química, da mesquinhice, que me condiciona que me faz perder tempo de bem-estar, que mereço ter e quero partilhar. Está visto que sou inteligente, mas pouco esperta. Porque quando não se consegue utilizar a inteligência para conseguir bem-estar, é porque se é pouco esperta. E o raio do mundo está feito para espertos, ou pior ainda para aqueles, os chicos. E eu não me conformo que a estupidez e a mediocridade e a tacanhez de espírito, que também pode ser esperta, me vençam a medida. Ando nesta vida há demasiado tempo em permanente dissonância, cognitiva mas também física, a tentar perceber como é que me posso tornar esperta sem ter de me desconstruir no que de mais profundo me move, em que acredito, de exigência, de educação, de ética, de escolhas que me sublimem o respirar, sem comprometer os outros, de liberdade. Purgo aqui, depois de já ter purgado com aquela que sei ser a única que tenho ao meu alcance nesta medida (tenho sorte) que respira como eu e que também de tão inteligente e exigente na sua medida, é pouco esperta, porque também pouco livre nas escolhas, já se vê. Preciso de um “amigo-parceiro-comercial-ético-inteligênte-esperto”, para viver num mundinho assim. Será que existe? Neste país duvido… já se deve ter posto a andar daqui para fora, onde pelo menos a escolha é maior. Ai, mas um dia também eu me ponho a andar daqui para fora, ai ponho ponho, nem que no fim acabe com uma tigelinha na mão, de cabelo rapado, despojada e livre, a distribuir sorrisos, ajudas, e bem-estar apenas a quem deles precisar. As células do meu corpo, a minha essência, sabem bem demais onde me encontrar. Mas aqui estou eu, sem saber, sem poder respirar.
às
12:24
27.11.09
18.11.09
Homens da minha vida

Aquele, que até se indigna com aquele outro, mas nunca se chegou à frente para lhe pregar um sopapo, ou pelo menos um par de berros. Muito entusiasmo grupal por grandes causas, e claro está por uma tal de liberdade, mas nada de defesa pelas relações humanas, uma a uma, de família. Comigo foi assim. E agora... Agora, é tarde demais, infelizmente para mim.
às
14:03
16.11.09
Vida
Quando faço compras, costumo carregar cerca de 15 sacos de uma vez só, dentro de um saco azul do ikea. Gasto as costas para poupar tempo que não tenho, de idas e vindas. De todas as vezes, lembro-me de mulheres e crianças, que noutros mundos carregam fardos enormes, de água, de lenha, de pedras. Não me comparo, porque sei que é uma comparação ridícula, mas lembro-me sempre deles.
às
20:35
15.11.09
Liberdade,

à semana, recupero parte dos sonos, lavo a roupa de empreitada (dão chuva para os próximos dias...) e limpo a casa do caos criativo. Retorna o feng shui, retorno eu. E tudo isto é bom.
às
14:40
11.11.09
O próximo salto

da humanidade, acontecerá com a sublimação da ética e do design. Entretanto num futuro quase presente, o estudo e a compreensão da importância das emoções e finalmente, a consciencialização das redes, ou por que não, da rede, enquanto conhecimento do todo, de tudo.
às
13:45
10.11.09
Outono com migalhas quentes e boas
Barcelona

o lugar da horta na Liberdade :)
e...
minuto D de Liberdade
às
11:26
29.10.09
Liberdade

Este blog chama-se liberdade, por tudo, por mim...
E ainda que, por vezes o sinta menos livre, sei que está certo assim. Na medida total que é a dele, de possibilidade, de liberdade.
A dificuldade por vezes, em tudo, está no aceitar das "limitações", das medidas próprias, o aceitar como se é, e viver em liberdade, a própria medida. Porque claro está, tudo isto se pode aplicar a nós próprios.
Mas também: A dificuldade por vezes, em tudo, está no aceitar das "limitações", da medida do outro, aceita-lo como é, e viver em liberdade. Porque claro está, tudo isto se pode aplicar a todos.
E ainda que, por vezes o sinta menos livre, sei que está certo assim. Na medida total que é a dele, de possibilidade, de liberdade.
A dificuldade por vezes, em tudo, está no aceitar das "limitações", das medidas próprias, o aceitar como se é, e viver em liberdade, a própria medida. Porque claro está, tudo isto se pode aplicar a nós próprios.
Mas também: A dificuldade por vezes, em tudo, está no aceitar das "limitações", da medida do outro, aceita-lo como é, e viver em liberdade. Porque claro está, tudo isto se pode aplicar a todos.
E ainda que por vezes compreensíveis, tristes desencontros.
às
12:29
27.10.09
mulheres da minha vida
ainda bem que és perene, e fazes prova da possibilidade.
Sim, é contigo :)
Sim, é contigo :)
às
21:26
24.10.09
Liberdade em

a tua msg foi perfeita em todos os aspectos, em timing e conteúdo.
Se fosses tu, dirias:
- Afinal não és tão estupida como pareces!
Se fosse eu, diria:
- És esperto! Como te chamas?!
:)
aprender
às
21:11
23.10.09
Hoje, 23+10+2009=5+1+2=8*
*segundo a numerologia, 8 é o número da realização de projectos materiais e do controlo da matéria. Representa materialização dos desejos, poder, equilíbrio, competência, determinação.
:)
às
22:26
22.10.09
AHAHAHAHAHAHAHA!!!!!!!!!!
Esta mulher já nasceu velha e beata, ainda que goste de se fazer passar por moderna. Como é que aqueles outros dois de lá, foram na conversa? Deve ser o síndrome de alguns homens, medo-de-mulheres-armadas-em-mãezinhas, ou então ameaçou-os com algum segredo mais obscuro. Por outro lado questiono-me, será que não pensa, ou vale tudo para ao menos falarem dela?...
Nunca me hei-de esquecer, saído da sua boca: - crianças com implante facial de classe média baixa!
?
às
15:37
sempre gostei
de carros, camiões, jipes, carrinhos de golfe, karts, motas, tratores, catrapilas, empilhadoras :) e até aquelas rodinhas dos seguranças do colombo.
Há uns meses, persegui numa excitação no eixo norte-sul uma mota de Design radical, ao que parece português, que nas ultrapassagens e curvas se inclina toda para o lado, mantendo as rodas direitas. Voltei a vê-la, estacionada à porta de minha casa, esperei pelo dono, e quase quase pedi-lhe para dar uma volta. Não o fiz (parva), porque anos e anos de cultura do e-o-que-é-que-isto-lhe-vai-parecer-quem-sabe-fica-com-medo-que-seja-louca :)
Não falo de bicicletas, não por acaso. Não lhes encontro sentido prático no meio das 7 colinas e como não nasci para sofrer, só mesmo se for assim:
às
10:59
18.10.09
16.10.09
13.10.09
9.10.09
Liberdade
Um dia, gastos, voltaremos
A viver livres como os animais
E mesmo tão cansados floriremos
Irmãos vivos do mar e dos pinhais.
O vento levará os mil cansaços
Dos gestos agitados irreais
E há-de voltar aos nosso membros lassos
A leve rapidez dos animais.
Só então poderemos caminhar
Através do mistério que se embala
No verde dos pinhais na voz do mar
E em nós germinará a sua fala.
Sophia de Mello Breyner Andresen
E mesmo tão cansados floriremos
Irmãos vivos do mar e dos pinhais.
O vento levará os mil cansaços
Dos gestos agitados irreais
E há-de voltar aos nosso membros lassos
A leve rapidez dos animais.
Só então poderemos caminhar
Através do mistério que se embala
No verde dos pinhais na voz do mar
E em nós germinará a sua fala.
Sophia de Mello Breyner Andresen
às
23:14
8.10.09
O Constante Diálogo
Há tantos diálogos
Diálogo com o ser amado
o semelhante
o diferente
o indiferente
o oposto
o adversário
o surdo-mudo
o possesso
irracional
vegetal
o mineral
o inominado
Diálogo consigo mesmo
com a noite
os astros
os mortos
as ideias
o sonho
o passado
o mais que futuro
Escolhe teu diálogo
e
tua melhor palavra
ou
teu melhor silêncio.
Mesmo no silêncio e com o silêncio
dialogamos.
Carlos Drummond de Andrade, in 'Discurso da Primavera'
às
00:58
mulheres-da-minha-vida
eu sei que está tudo certo, e que também tu estás certa. É só que, é muito assustador.
às
00:57
7.10.09
Liberdade de não sentir
"Roubo existe apenas pela exploração do homem pelo homem... quando a sociedade te recusa o direito a existir, tens de o tirar... o policia deteve-me em nome da lei, eu abati-o em nome da liberdade!"
Está tudo misturado, claro que está :(
às
23:27
ainda-as-maquinetas-e-companhia
Está tudo moribundo, o que já foi, o que vai sendo e o que já era.
Parece o mês dos finados.
A ventoínha do pc deixou de se ouvir, grave... será do pó de 3 anos? Aspirei tudo, até mais umas quantas letras...
às
23:01
Mulheres-da-minha-vida
E tu, que afinal és a mais sensível/sensitiva de todas nós, mas que te escondes ou proteges atrás das fronteiras da competência, da razão, no medo absoluto, de te perderes no confiar, sinto eu. Bom regresso! (agora para a semana).
às
13:47
Mulheres-da-minha-vida
A diferença é que a Mar quer confiar e entrega-se na partilha e no avaliar. Tu, aproximaste num exigir, num controlar o quanto eu te amo. Mas eu, que reajo mal à exigência, até mesmo no amor (curioso, agora que reparo...), custa-me ver-te, sentir-te assim. És a melhor (repete-se para a Mar) e por isso está tudo bem, só precisas treinar o equilíbrio. Amo-te e tenho um orgulho infinito em ti.
às
13:38
5.10.09
voltei
segundo consta, à clandestinidade. Agora numa alternância, numa pratica que se quer melódica. Não me parece. Não.
Entretanto já não temos Biscotto há já uma semana (não me apetece falar disso).
Entretanto estou de muletas e não trabalho não ganho (se é que já ganhava alguma coisa).
O medo fita-me desafiante e eu enfrento-o reduzindo-o à condição de emoção, para depois o racionalizar num exercício a que provavelmente posso também chamar de negação.
Acrescentar clandestinidade, seja ela de que forma for, mesmo que com emoção. Não me parece. Não.
às
21:22
Emoções-na-linha-da-frente-finalmente-I

"... Quando se estudam as emoções e os sentimentos, é preciso ter em conta o plano biológico, sim, mas também o psicobiológico, o cognitivo, o emocional e... o mundo ético e moral. Todos estes aspectos estruturam-se de maneira progressiva e não se deveriam reduzir uns aos outros. A moral e a ética é que parecem ser exclusivas do ser humano:
... Quando a sociedade moderna concebe a ideia de uma educação emocional, efectivamente, está a pensar em como educar os jovens em termos de uma autonomia moral e em como incorporar esse desenvolvimento moral no mundo emocional: trata-se sobretudo, de compreender as pessoas com as quais convivemos. Se não nos sentimos preocupados e tristes e afectados quando contemplamos a miséria, a pobreza, a guerra e a violência, dificilmente poderemos actuar eticamente. E, de certo modo, é necessário e quase imprescindível que tenhamos esses sentimentos para que possamos ser humanos.
... As nossas emoções e os nossos sentimentos ajudam-nos a decidir, a conviver, a sobreviver. Avaliamos o ambiente à nossa volta e julgamos a nossa existência a partir de um conglumerado de razão e emoção. A alegria e o medo, a repugnância, a empatia, a compaixão ou a solidariedade são, deste modo, os pilares do nosso pensamento ético e moral. Tudo isso nos ajuda a viver. Inclusive a tristeza.". (Eduardo Punset, 2006)
às
15:51
19.9.09
ainda as maquinetas
Deixei cair o telemóvel do 4º andar e deve ter-se desintegrado porque desapareceu… (vou pedir 2ª via do nº)
às
23:24
18.9.09
14.9.09
quase-cega-surda-e-muda
Ando há quatro dias “furiosamente” a “escarafunchar” as minhas maquinetas, vulgo telemóvel e pc. Estavam lentos, muito lentos, coitadinhos… O telemóvel foi fácil, dei com o “apagar todas as mensagem recebidas e enviadas” e PUFF, afinal sou uma corajosa. O pc é um caso mais sério, que apela, para além da minha coragem/inconsciência, para paciência/teimosia. Tem andado fanado, principalmente desde que alguém questionou num estilo de precaução que não o meu, a segurança de todos os dados caso lhe acontecesse qualquer coisas, hum… nunca mais foi o mesmo, entre tremeliques, e barulhos aterradores de curto-circuito, chegou finalmente a vez dele (salvo seja). Primeiro o ambiente de trabalho, azul escuro como aqui, sem imagens nem cangalhada visual. Do lado esquerdo, a minha vida dividida por partes que se querem para já o mais variadas possíveis numas pastas giras que mais tarde hei-de percorrer uma a uma até ficarem todas aliviadas de tralhas e arrumadinhas. Finalmente a parte que requer mais arrojo :) eu a tomar decisões alegremente, na mais pura das ignorâncias: “iniciar”; “todos os programas”; “acessórios”; “ferramentas do sistema”; “limpeza do disco”. Ainda, “iniciar”; “todos os programas”; “acessórios”; “ferramentas do sistema”; “desfragmentador do disco” (acho que é para optimizar espaços). Só me faltava perceber como desinstalar programas (na limpeza, percebi que tinha programas que nem sabia, a ocupar espaço precioso), hum… “iniciar”; “ajuda e suporte”; “pesquisa”; “desinstalar”, Oquei! (à portuguesa... falta-lhe a tecla do …). Desinstalei todos os programas que diziam ser raramente utilizados e aqueles que não me diziam nada ou me pareciam versões gémeas de outros. Poupei todos aqueles que tinham a palavra drives, pareceu-me melhor não. Reiniciei o combalido, abri o meu blog, carreguei no Play do post dos oquestrada "tenho dores fechadas em caixinhas...", e... deleitei-me com o silêncio…! :D E agora! E o que é que será que desinstalei mais?! Bonito!
às
14:33
mazelas
fem. plu. de mazela
mazela (é)(latim vulgar *macella, diminutivo de macula, mancha, nódoa, erro)(latim vulgar *macella, diminutivo de macula, mancha, nódoa)(latim vulgar *macella, diminutivo do latim macula, -ae, mancha, nódoa)
s. f.
1. Chaga, ferida.
2. Matadura.
3. Doença, mal.
4. Mácula, mancha (moral).
5. Fraqueza.
6. Aflição.
s. f.
1. Chaga, ferida.
2. Matadura.
3. Doença, mal.
4. Mácula, mancha (moral).
5. Fraqueza.
6. Aflição.
às
00:14
11.9.09
esmiuçar e reorganizar

depois das expectativas reajustadas e das dissonâncias resolvidas. Tomadas as decisões possíveis, respirar... É que não houve assunto que não levasse uma volta, agora reorganizar. Listas e mais listas, mapas mentais e de exel, como eu gosto e que me permitem poupar. Medos, esforços, tempo, cansaços, a andar.
às
19:20
10.9.09
8.9.09
Lindo! :D
"a zunirem-me"
3ª pess. plu. fut. conj. de zunir
3ª pess. plu. infinitivo flexionado de zunir
zunir
- Conjugar (onomatopeia)
v. intr.
1. Produzir som agudo e sibilante.
2. Zumbir.
3. Sibilar.
4. Produzir som forte e áspero.
5. Produzir ruído contínuo e forte.
6. Bras. Escapar, evadir-se.
7. Atirar.
3ª pess. plu. fut. conj. de zunir
3ª pess. plu. infinitivo flexionado de zunir
zunir
- Conjugar (onomatopeia)
v. intr.
1. Produzir som agudo e sibilante.
2. Zumbir.
3. Sibilar.
4. Produzir som forte e áspero.
5. Produzir ruído contínuo e forte.
6. Bras. Escapar, evadir-se.
7. Atirar.
às
15:06
equilíbrio

Inspirar
sing. part. pass. de inspirar
fem. sing. de inspirado
inspirar - Conjugar
v. tr.
1. Atrair (o ar) aos pulmões.
2. Fig. Causar inspiração a; sugerir.
3. Teol. Iluminar o espírito.
v. pron.
4. Receber inspiração; pedir a inspiração.
fem. sing. de inspirado
inspirar - Conjugar
v. tr.
1. Atrair (o ar) aos pulmões.
2. Fig. Causar inspiração a; sugerir.
3. Teol. Iluminar o espírito.
v. pron.
4. Receber inspiração; pedir a inspiração.
inspirada
adj. s. f.
adj. s. f.
Pessoa que procede sob a influência de uma inspiração mística ou poética; que revela uma inspiração deste género.
adj. s. f.
Pessoa que procede sob a influência de uma inspiração mística ou poética; que revela uma inspiração deste género.
às
14:28
7.9.09
Episódio, "A seta-no-rabo-da-Floribela" :)

(olho; veneno; mulher, ou como quem diz IBM)
Quando era pequena, durante um certo periodo em que estive doente, tive que levar injecções diárias. Todos os dias aparecia lá em casa, uma senhora para me dar a dita injecção. Eu, como boa fiteira que sei ser, construía um personagem que não tinha medo nenhum daquilo, e agarrada a uma toalha, a dar uma dentada numa cenoura no momento certo, deitada no sofá castanho, não permitia o sofrimento :D (a Floribela não descreveria isto melhor).
Um dia, já depois daquele mês de tratamentos seguidos, lembro-me de ir com o meu pai, pensava eu, ao Vává (café da moda de alguns, nos 70´s). Quando entrámos, afinal na porta ao lado do café, perguntei onde íamos. O meu pai hesitou e respondeu que já ia ver. Entretanto no elevador reconheci um cheiro qualquer a… éter! Era um consultório e supostamente seria a minha última injecção. Senti-me enganada e zangada por não conseguir defender-me do medo, por ter sido apanhada de surpresa (foi assim que senti as coisas, juro :)). Depois, do que me lembro do episódio, eu deitada numa marquesa, agarrada ao meu pai, rendida ao sentir do medo que tanto me custara antes evitar, uma mulher, antipática como tudo, que me espetou impiedosamente uma agulha do rabo, e só depois foi calmamente preparar a injecção! Malvada! Infeliz…
Nunca mais me esqueci deste episódio e o resultado foi o pânico por análises, vacinas, minhas e mais ainda as das filhas. Nos meus dois partos, a rapidez recordista, e a preocupação máxima em tirar o cateter do soro :D (estou inspirada). Não foi portanto, uma experiência boa.
Agora, confronto-me novamente com uma agulha no rabo, desta feita uma seta. E porque também desta vez apanhada de surpresa, tenho em alerta a recente capacidade de controlar a distância do medo, e questiono-me se para além deste, que quando quero posso decidir enfrentar, será que posso confiar no veneno que me fará amar...?
Um dia, já depois daquele mês de tratamentos seguidos, lembro-me de ir com o meu pai, pensava eu, ao Vává (café da moda de alguns, nos 70´s). Quando entrámos, afinal na porta ao lado do café, perguntei onde íamos. O meu pai hesitou e respondeu que já ia ver. Entretanto no elevador reconheci um cheiro qualquer a… éter! Era um consultório e supostamente seria a minha última injecção. Senti-me enganada e zangada por não conseguir defender-me do medo, por ter sido apanhada de surpresa (foi assim que senti as coisas, juro :)). Depois, do que me lembro do episódio, eu deitada numa marquesa, agarrada ao meu pai, rendida ao sentir do medo que tanto me custara antes evitar, uma mulher, antipática como tudo, que me espetou impiedosamente uma agulha do rabo, e só depois foi calmamente preparar a injecção! Malvada! Infeliz…
Nunca mais me esqueci deste episódio e o resultado foi o pânico por análises, vacinas, minhas e mais ainda as das filhas. Nos meus dois partos, a rapidez recordista, e a preocupação máxima em tirar o cateter do soro :D (estou inspirada). Não foi portanto, uma experiência boa.
Agora, confronto-me novamente com uma agulha no rabo, desta feita uma seta. E porque também desta vez apanhada de surpresa, tenho em alerta a recente capacidade de controlar a distância do medo, e questiono-me se para além deste, que quando quero posso decidir enfrentar, será que posso confiar no veneno que me fará amar...?
às
13:20
6.9.09
pedido ao universo
quero :) sff, obrigada.
é tão bom!
Mais: http://www.youtube.com/watch?v=DdyJVJQia6k
(não, não conhecia. Nem sabia que existiam, mas agora já sei :)
às
23:05
dar corda aos sapatinhos...
AVISO: Doam-se, pelo menos, 5 quilos.
Serve ainda, o presente aviso para informar que vou andar mais por outras paragens da liberdade, na primavera. Crescer.
Com o verão a acabar, e por isso menos calor... tenho que fazer exercício.
(entrei outra vez na fase "boa-do-bairro")
às
20:49
4.9.09
Hubert Reeves, fora do tempo, no momento certo :)
Reeves, H., A hora do deslumbramento, Gradiva, 1986
Purga-minha-pela-mão-de-Hubert-Reeves
(A purga que aqui estava, foi arquivada, porque já me estava a dar cabo dos nervos e eu sou uma quase budista e por isso devo resolver as dissonâncias. Feito.)
…
"Se alguma vez, nos salões de um palácio, sobre a erva de uma vala ou na solidão morna do vosso quarto, acordardes de uma embriaguez evanescente ou desaparecida, perguntai ao vento, à vaga, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai-lhes que horas são; e o vento, a vaga, a estrela, o pássaro, o relógio, vos responderão: São horas de vos embriagardes! Para não serdes escravos martirizados do tempo, embriagai-vos; embriagai-vos sem cessar!" "
(Boudelaire, Spleen de Paris)
- já me estou a sentir muito melhor :)
às
13:57
1.9.09
31.8.09
Estaticista
"Para designar «o profissional formado em ciências estatísticas» existem em português europeu os substantivos estaticista e estatista, ambos substantivos de dois géneros, e os substantivos estatístico (género masculino) e estatística (género feminino). Embora estranha, esta última forma aparece registada no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea.", Arim, Eva (2007). O que pode também, neste caso, significar, consultor.
:D foi giro.
às
03:01
23.7.09
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