8.2.10

Saúde das Emoções

Fui ao centro de saúde da minha zona inscrever-nos e escolher um médico de família... Família temos, médico não.
- Minha senhora (com cara de quem olha para um extraterrestre...), só nesta zona há 10.0000 pessoas inscritas, sem médico de família!
- Ah... Está bem...
Posto isto, deixámos de poder padecer de males físicos... Posto isto volto ao meu caminho, onde já me encontrava de instinto, sem questionar porque, sei, tenho mais que fazer :)
El cerebro no distingue entre dolor físico y emocional
"Importa más el impacto de los sentimientos abstractos que los físicos y concretos de la sed o el hambre. Los dolores causados por motivos sociales –como un desamor– o los placeres de igual naturaleza –como aprobar una oposición– activan idénticos circuitos cerebrales que los estímulos fisiológicos, básicos para sobrevivir, como la práctica del sexo.
Se está confirmando, pues, una sospecha que teníamos muy pocos en el sentido de que el cerebro trata con la misma deferencia o indiferencia, según se mire, experiencias sociales y abstractas como una falta de reconocimiento social y conductas físicas tan concretas como saciar el hambre o morir de sed.
Lo que está sugiriendo la ciencia, ni más ni menos, es que el mundo de los sentimientos y la historia del pensamiento inciden en el corazón de la gente en no menor medida que una hambruna o el calentamiento global. Entonces por qué nos ocupamos menos de los primeros que de los segundos?
Y, si eso es cierto –y ya no puede negarse que forma parte del pequeño y modesto acervo científico–, deberían matizarse muchas de nuestras convicciones o, cuando menos, alterar lo que yo llamo nuestra “estrategia de compromisos”. No es seguro, por ejemplo, que nuestra supervivencia dependa en mayor medida del famoso cambio climático que de nuestro reconocimiento individual por el resto de la sociedad; de saber, en definitiva, si me odian o me aman.
Una cría de chimpancé se aferra a su madre. El cuidado parental juega un papel esencial en el aprendizaje de los mamíferos. Esta característica, ha valido a los mamíferos (humanos incluidos) su éxito evolutivo.
Es mucho menos probable de lo que se creía hasta ahora que nuestras necesidades fisiológicas revistan un grado de urgencia mayor que nuestros sentimientos. A ver si ahora resulta que dar dinero para combatir el sida o la malaria activa el llamado “circuito cerebral de recompensa” en mayor medida que recibir la misma cantidad de dinero para colmar necesidades personales. (Confidencialmente, les confieso a mis queridos lectores que también esto ha sido comprobado en experimentos apoyados en resonancias magnéticas funcionales, aunque recomendaría no divulgarlo todavía para no soliviantar excesivamente a los incrédulos y psicópatas a quienes cuesta admitir o sentir el dolor ajeno.)
El misterio no desvelado todavía es por qué el cerebro trata igual la necesidad afectiva que la física. Todo el mundo entiende que la falta de alimentos y de agua o las temperaturas extremas causan dolor. Pero por qué utiliza el cerebro el mismo sistema neurológico para abordar privaciones y recompensas físicas que privaciones y recompensas morales?
Un equipo de científicos liderado por H. Takahashi de la Universidad de California, en Los Ángeles, sugiere que existen razones evolutivas de supervivencia de la especie que explicarían dicho comportamiento. En los mamíferos –y muy particularmente en los humanos– es muy elevada la dependencia de los recién nacidos, que llegan al mundo desprovistos de los mecanismos necesarios para sobrevivir por su cuenta. El precio pagado por disfrutar de una inteligencia mayor que el resto de los mamíferos cuando se es adulto implica dedicar los siete primeros años de la vida al aprendizaje y a formar la imaginación, en régimen de todo cubierto, por supuesto, incluidos los gastos sanitarios.
Sin la dedicación de un cuidado específico, que sólo puede dimanar de sentimientos y afectos sociales, ningún recién nacido podría sobrevivir. En este sentido, los sentimientos sociales preceden la cobertura de las necesidades físicas y concretas, como dar de comer, calmar la sed o proporcionar la temperatura adecuada. Es muy discutible que sin esos sentimientos sociales pudiera darse luego la compensación física necesaria para sobrevivir. El cerebro acierta en dar a los primeros la misma prioridad que a la segunda. Esta vez, la evolución optó por la alternativa adecuada. Ahora, sólo hace falta que todos nosotros nos comportemos de igual manera. Por lo menos, durante 2010. (Eduard Punset 2010)". É.

7.2.10

Escrito por ti

"Fosse outra altura da minha vida e ficaria aqui a remoer. Mas não é isso que eu quero para mim. Quero estar bem e por isso digo o que tenho a dizer quando me sinto um bocadito pior. Exprimir o que sinto liberta." :)

5.2.10

Feel Good

Tão simples quanto isto :)

:D :) :*



Regresso. Tão "simples" quanto isto. Muito bom :)
(com phones)

Parábola de Buda

"Ao atravessar um campo, um homem encontrou um tigre. Fugiu a sete pés, com o tigre atrás dele. À sua frente encontrou um precipício em que acabou por cair. Mas conseguiu agarrar-se à raiz de uma velha videira e ali ficou pendurado, com o tigre a cheirá-lo. Tremendo de medo, olhou para baixo e viu outro tigre, lá longe em baixo, que o esperava, cheio de apetite. Só mesmo a videira lhe estava a salvar a vida. Mas apareceram dois ratos, um branco e outro preto, que pouco a pouco começaram a roer a raiz da videira. Foi só nesse momento que se apercebeu que, mesmo ao pé da raiz, estava um morango apetitoso. Agarrando-se à videira com uma mão, colheu o morango com a outra.
E nunca um morango lhe soube tão bem!"

Johny boy

"O suprassumo da batata!"
The best of my friends... the ability to make me laugh :)

Liberdade

através das palavras do grande Caetano. É.

Moça
Me espere amanhã
Levo o meu coração
Pronto pra te entregar
Moça
Moça eu te prometo
Eu me viro do avesso
Só pra te abraçar
Moça
Sei que já não é pura
Teu passado é tão forte
Pode até machucar
Moça
Dobre as mangas do tempo
Jogue o teu sentimento
Todo em minhas mãos
Eu quero me enrolar
Nos teus cabelos
Abraçar
Teu corpo inteiro
Morrer de amor
De amor me perder
Eu quero
Eu quero
Eu quero me enrolar
Nos teus cabelos
Abraçar
Teu corpo inteiro
Morrer de amor
De amor me perder

4.2.10

Andamos

a comer ovos felizes, e isso é muito melhor para o nosso feng-shui :)

31.1.10

Συγχαρητήρια!!!

Προς το καλύτερο μπαμπάς στον κόσμο!!!

30.1.10

Sanduíches de leitão, espumante

e fruta, muita fruta, e para mais da gandáia!... A quem será que me antecipei?... :(
um romance :) :*

:)


Arrisquei um dia, num exame em que nos questionávamos acerca das fronteiras do "normal" e da subjectividade dos homens. Entre teorias obrigatórias e importantes dos que fazem ciência acerca de nós próprios, o poeta Ferreira Gullar iluminou-me o caminho... E eu, dei-me bem no arriscar :)

Traduzir-se
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
alomoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
_ que é uma questão
de vida ou morte _
será arte?

:-I

Está tudo bem, claro que está.
Afinal de contas, sou sempre eu, claro que sou.

29.1.10

Remake

São 21:23 minutos de lição de vidinha, e ainda que por partes, todos mas todos, miúdos e graúdos, deviam ver.

Desapego

Toda a minha vida apelou para que treinasse o desapego, e eu que até me reconheço budista, sei que lá muito ao fundo, na desconstrução das ideias, da razão, mas acima de tudo da emoção com que nos vestimos de humanidade, é o certo, o equilíbrio, a possibilidade última do amor pela verdade também de mim. Eu chego lá, claro que sim, até porque já toquei o sentir-me e reconhecer-me também assim, longe do ego, longe de mim, perto do Si.

Freedom

Há quem ache por aí que é lamechas, eu acredito porque sinto dentro de mim, tal e qual assim, seja quando for, seja com quem for.

Liberdade do Ego

Disseste baixinho mas eu ouvi. seja pois o universo... Viver é sofrer, dizes também tu. Onde está o teu sofrimento? Consegues senti-lo? E o medo, reconhece-lo? O rio corre e neste momento a minha paisagem és tu. Até quando não sei, estou à mercê da corrente e só quero aprender... Disciplina, dizes tu, tenho-a eu, quando me entrego de corpo e alma à corrente, ao rio, às paisagens que não controlo mas que pretendo desfrutar. é esta a minha disciplina. a coragem de me entregar sabendo que o rio corre. A permanência da impermanência será um dia a liberdade da minha essência... do universo. (2003)
Vim daqui

27.1.10

26.1.10

Homens-da-minha-vida

que mal conheço mas que estiveram ali e por isso também aqui :) :)

Mulheres-da-minha-vida


Hoje, enquanto sucumbi ao cansaço, entrou-me em casa de mansinho, acho eu que não a ouvi, e trouxe-me viveres saudáveis, super maquinetas, recadinhos e o perfume dela.

São belas, como são belas todas elas!... :) :) :) :)

25.1.10

Em reestruturação :)





Gosto de rir, gosto de sonhar, gosto de aprender, gosto de arriscar, gosto de trabalhar, gosto de ajudar e de partilhar, gosto de acreditar, gosto de amar, gosto de sentir, gosto de pensar, gosto de ser corajosa, gostarei sempre de viver, enquanto cá andar.



GO!

Adenda: a um Pai

Como é que se pode amar assim de perto e desfrutar,

ditando os seus limites quando o outro precisa de se libertar,

da dor da vida, da fome e andar, mas sofra mais ainda para não incomodar?...

Se não temos solução juntos, eu sózinha acompanhada também não.

A porra do dinheiro, sempre a porra do dinheiro, matou a liberdade, até de amar!

24.1.10

E também hoje,

porque não acredito mais na Liberdade, este blog morre aqui.

Hoje,





voltou o sol, e juntos lemos "O Velho e o Mar".

Com doçura sff, já que não com amor, Sr. Presidente





Lamento informar, mas eu nesse caso sou o próprio do Dakar,



e não, não foi uma opção.



Mas também eu tive que racionalizar a emoção de quem ama,



e com coragem dar-te a verdade e a liberdade.



Não é de todos, não é para todos.

a mais dura


prova da minha original vida, e a coragem, porque desta vez não reactiva, no aceitar que estou só.

23.1.10




Visto a camisola por tudo e por todos, pela vida, em que acredito, agora apenas quando a vestem também por mim. E isso é paixão e emoção amparada pela razão. Sou boa a olhar os outros, e a ver o que de melhor têm em si. Sou boa a olhar para mim, e a ver o que me preenche e me faz feliz., porque a razão sabe e dá primazia à emoção. A emoção que está por todo lado, ao meu dispor, também dentro de mim.



Já o soube antes, sempre soube ainda que apenas no desvio do sentir. A coluna endireita-se e volta a si, a apontar para o céu, 

a chamar o sol.

21.1.10

Vinícius-das-Arábias-AeNC

"Quem já passou por essa vida e não viveu

Pode ser mais, mas sabe menos do que eu

Porque a vida só se dá pra quem se deu

Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu

Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não

Nao há mal pior do que a descrença

Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão

Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair

Pra que somar se a gente pode dividir

Eu francamente já não quero nem saber

De quem não vai porque tem medo de sofrer

Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão"

mais uma vez,

vomitei as entranhas... na direcção rara, de um grande amigo.

Desculpa.

19.1.10

Les Choristes






















Fui lá ontem, e encontrei-me, encontraram-me. Naquele que é o meu melhor respirar. Fui à procura de um casaco perdido, e encontraram-me, encontrei-me.




Se o dinheiro não fizesse parte da equação da vida, era lá que estáva, fosse onde fosse, em qualquer parte do mundo, numa escola qualquer, de esperança, de vida, de amor. No nosso melhor.











E para mim, em mim e em ti, que acredito e exijo o impossível, encontrei-me hoje também assim :)

16.1.10

Fecha-se







o cerco em torno de mim. O dos amigos, novos :) e antigos, e o dos outros que nas redes me reconhecem ali...

Haiti





















Lembro-me do espanto, depois orgulhoso, de quando vivi em itália e os senti solidários, activos, todos um, eu, um. Lembro-me da simplicidade dos gestos, anónimos mas certos, meu também, todos, num.

Agora vou telefonar:

PARA AJUDAR O HAITI: LIGAR P/O FUNDO DE EMERGÊNCIA DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA:

760 20 22 22 CUSTA 0,60 euros.

14.1.10

"As pessoas por trás da coisa são sempre piorzinhas..."

Deve ser por isso que primeiro gosto das pessoas, e só depois olho para a coisa :)

Luz























Soreano :)

12.1.10

Está aí alguém?



Porque sózinha não posso...

Emoções



sentir



v. tr. v. intr. v. pron. s. m. sentir - Conjugar (latim sentio, -ire, perceber pelos sentidos, perceber, pensar)v. tr.

1. Perceber por um dos sentidos; ter como sensação.

2. Perceber o que se passa em si; ter como sentimento. = experimentar

3. Ser sensível a; ser impressionado por.

4. Estar convencido ou persuadido de. = achar, considerar, julgar, pensar

5. Ter determinada opinião ou maneira de pensar sobre (algo ou alguém). = achar, considerar, julgar, reputar

6. Conhecer, notar, reconhecer.

7. Supor com certos fundamentos. = conjecturar!conjeturar, prever

8. Aperceber-se de, dar fé ou notícia de. = perceber

9. Ter a consciência de. = perceber

10. Compreender, certificar-se de.

11. Adivinhar, pressagiar, pressentir.

12. Conhecer por certos indícios. = pressentir

13. Ouvir indistintamente. = entreouvir

14. Experimentar mudança ou alteração física ou moral por causa de. = ressentir

15. Sofrer as consequências de.

16. Sentir tristeza ou constrangimento em relação a; afligir-se por. = lamentar

17. Ressentir-se, melindrar-se ou ofender-se com (algo).

18. Bel.-art. Ter o sentimento estético.

19. Bel.-art. Saber traduzir por meio da arte.

v. intr.

20. Ter a faculdade de sentir.

21. Ter sensibilidade; ter alma sensível.

22. Sofrer.

v. pron.

23. Experimentar um sentimento ou uma sensação.

24. Ter a consciência de algum fenómeno ou do que se passa no interior de si mesmo. = reconhecer-se

25. Apreciar o seu estado físico ou moral. = crer-se, imaginar-se, julgar-se, reputar-se

26. Tomar algo como ofensa. = melindrar-se, ofender-se, ressentir-se

s. m.

27. Sentimento, sensibilidade.

28. Maneira de pensar ou de ver. = opinião, entender, parecer

Coaching by, love?...

























"O coaching corresponde a uma buzzword recente no domínio da liderança. A sua prática, no entanto, é antiga. Corresponde a actuações do líder norteadas por um valor supremo: ajudar os outros a trilharem o seu próprio caminho de autodesenvolvimento. Estamos, portanto, perante um entendimento da liderança baseado numa relação "adulto-adulto". Já não é ao líder que compete descobrir o que é melhor para os subordinados - isso é algo que compete a cada um deles. Cabe-lhe ajudar cada colaborador a descobrir a forma de expressar melhor os seus talentos. Dois significados do termo coaching ajudam a compreender a sua aplicação ao mundo das organizações: por um lado, coach é o treinador, aquele que ajuda os seus pupilos a desenvolverem as suas capacidades. Por outro, é um meio de transporte, o que explica o processo de autodesenvolvimento como uma viagem de descoberta e melhoria.

O coaching pode ser tomado como um processo que visa fomentar no colaborador o conhecimento de si mesmo e impulsionar o desejo de melhorar ao longo do tempo, bem como a orientação necessária para que a mudança se produza.

Trata-se, portanto, de uma filosofia de liderança que assenta na ideia de que o desenvolvimento e a aquisição de competências são processos contínuos e da responsabilidade de todos, e não apenas episódios limitados no tempo e espoletados pela hierarquia. A lógica do coaching tende pois a ser privilegiada nas organizações genuinamente aprendentes, nas quais a responsabilidade pelo desenvolvimento é pessoal, embora apoiada e enquadrada pela organização.

Como actua, na prática, um coach na relação com o seu colaborador? Múltiplas acções podem ser consideradas:

- Ajuda-o a aprender - mais do que ensina; ajuda-o a descortinar as áreas em que o seu potencial de desenvolvimento é maior; ajuda-o a desenvolver a sua inteligência emocional; ajuda-o a fazer opções, a descortinar e a definir as suas metas; ajuda-o a analisar os erros, as suas raízes e os modos de ultrapassá-los; coloca-se ao serviço - não controla; faculta-lhe as pistas que lhe permitam superar-se a si próprio; faculta-lhe guias de actuação, informações e pistas que lhe permitam optar e decidir; faz-lhe crítica construtiva, fornece-lhe feedback; gera-lhe orgulho nas realizações e reconhece-lhe o mérito; impele-o a aproveitar todo o seu potencial; inspira confiança, monitoriza o seu desempenho, motiva-o, não lhe impõe soluções, não julga, reconhece a independência e a autonomia do colaborador; é competente e empenhado; é prudente; respeita-o e é sincero na relação; transmite-lhe desafios concretizáveis, assim como sentimentos de segurança; revela abertura de espírito; e é paciente - mas sem perder o norte na proactividade.

Em suma, o coaching refere-se a uma categoria de comportamentos assentes num claro conjunto de valores, nomeadamente: autodesenvolvimento, respeito, autonomia. A sua popularidade "explode", não por acaso, num momento em que os elevados níveis de educação dos profissionais tornam desaconselhados os modelos tradicionais de chefia, nos quais um mandava e outro obedecia. O coaching é, nesta perspectiva, mais um sintoma da grande mudança em curso no mundo das empresas que têm no conhecimento o seu recurso principal: organizações complexas com pessoas simples vão dando lugar a organizações simples com pessoas complexas - e capazes de apostar no seu próprio desenvolvimento, com o apoio da organização onde trabalham, para bem do seu emprego actual e da sua empregabilidade futura." (Pina e Cunha, M., 2006)

10.1.10

Boa-Boazinha-Boazuda :D

ou



















esparvoada-de-todo-até-aos-120

Hoje, depois de controlar, o carro, a casa, a roupa e a comida, fui convidada para ir correr à chuva. Estavam 5º. Saí de casa seca e com frio, voltei que nem um pinto, cheia de calor, cansada e contente :)

sexto sentido



também assustador, mas também muito fixe :)

2.1.10

Lá que será ciência, será!



Mas somos todos tão ridículos, quando nos convencemos que o nosso conhecimento mais ilustre, anda perto da verdade...

1.1.10

Tonight



Cheia de energia que não tenho conseguido gastar, por isso,

***

em Liberdade :)

Alguns, novos e antigos

Que gosto muito de casas, já se sabe. Por isso também de arquitectura.

Provérbio meu


"depósito cheio, mar à vista"










Fico sempre espantada quando lá vou e me encontro apenas comigo e com o mar. Olho a grande cidade ao fundo, mas tão perto, e imagino os cerca de 3 milhões de habitantes nas suas vidas e vidinhas, ocupados ou não, mas todos sem tempo, vontade, ou possibilidade de olhar o mar assim. E claro gosto de mim, e...






















Hoy! Também contigo ali :)
LIBERDADE

31.12.09

Paixão e Amor

"Sejamos realistas, exijamos o impossível"

Estrelas





Este ano a árvore que nos calhou, é tão bonita que dispensou enfeites. O ano foi de estrelas por isso termina e começa assim. A elas juntámos umas fitinhas de papel branco, onde agradecemos coisas boas e desejámos outras tantas. Por e para nós, por e para os outros.



Muito Bom Ano para Todos :)

27.12.09

Temporal


"Mesmo tudo o que parece negro e agitado tem um fim e uma inegável beleza de tão poderoso. É apenas a libertação de energia que vai permitir que o equilíbrio se restabeleça" :)

23.12.09

Fernão Mendes Pinto Turma de 1969 a1976


é bom ver-me assim, ainda sem saber do medo, pena que não me lembre da sensação.
E eramos tão livres...

22.12.09

trabalhos-trabalhinhos-trabalhões e uma história de encantar...


Ainda a trabalhar, hoje, a pedido, com direito a pizza e sessão de cinema pela noite dentro. Apagámos as luzes do tecto, ficaram os candeeiros de pé e o da mesinha. As luzinhas da árvore de Natal piscam, o peixe dorme. Tapete grande e felpudo, muitos muitos almofadões às cores, tapadas com mantas, estamos bem aqui, confortáveis e giras.
Eu, "apenas" tão cansada, porque para as preocupações não tenho tempo nem soluções, escrevo também eu no tapete, nos almofadões, também eu quentinha das mantas. Tive autorização para escrever, na promessa de ao mesmo tempo não perder o desenrolar do filme, de príncipes e princesas, claro está. Já lhes disse que se adormecesse me acordassem, porque com tanto cansaço pode acontecer.

Outro parque,



outro grande presente para o ano inteiro :)
Lindo, maravilhoso, grande, quase selvagem, mas muito cuidado e bem tratado, pedrinhas, castelo, fosso com sapos, forte de índios, para quem o consiga ver assim, verde, muito verde, uma aranha gigante para trepar, caminhos e esconderijos, labirinto para jogos de escondidas e árvores, ai as árvores.... enormes, antigas, imensas, fantásticas. Como num mundo de fantasia e maravilhosas brincadeiras, nós virámos monstros... eles uniram-se e foram à aventura de mundos mágicos, onde podem ensaiar a vida e decidir o que são e por onde vão. Raro nos tempos que correm.
E tão perto casa :)

21.12.09

ai oxalá...


Responsabilidade de todo o dia, em todas as fases, de chuva, de sol, de passeio, de vento, de gritos, de encontros, de risos, de fome, de sono, de brincadeiras, fotografias, de amigos, de criatividade, de cinema, de sossego.
Com a cabeça a andar à roda, e o corpo estafado, reparo que o peixe, o Azul, é nosso amigo e dorme todo o dia enquanto nos espera, para acordar por volta desta hora.
As preocupações, essas, permanentes ainda que não definitivas, regressam aos poucos... não tenho mais forças, por hoje para elas. O primeiro dia, a "primeira" prova, quase superada.

18.12.09

a caminho

da "Palhota" em 20 passos.
Estamos no passo 3 ao km 42

17.12.09

livre

de comentários e de Fica o email, para aqueles que serão sempre bem vindos, se precisarem falar comigo :)
Quando estamos bem rodeados, somos bem influenciados numa possibilidade pessoal e desejada de crescer.

Se um dia


abrires um restaurante, eu forneço-te o melhor da minha horta.

15.12.09

Tenho


tido frio, de dia, de tarde, de noite,
tanto frio...
e o medo que nego, sempre a rondar,
de eventualmente morrer na praia...
depois do que eu nadei para aqui chegar.

Já me inscrevi!


http://www.limparportugal.org/
"Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar Mãos à Obra e propor Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia. Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com cerca de mais de 17000 voluntários registados.
Neste momento já muitas pessoas acreditam que é possível. O objectivo é juntar o maior número de voluntários e parceiros, para que todos juntos possamos, no dia 20 de Março de 2010, fazer algo de essencial por nós, por Portugal, pelo planeta, e pelo futuro dos nossos filhos.
Muito ainda há a fazer, pelo que toda a ajuda é bem vinda!
Quem quiser ajudar como voluntário só tem que consultar o sítio do projecto na internet, www.limparportugal.org, onde tem toda a informação de como o fazer.
O projecto Limpar Portugal também está aberto a parcerias com instituições e empresas, públicas e/ou privadas, que, através da cedência de meios (humanos e/ou materiais à excepção de dinheiro) estejam interessadas em dar o seu apoio ao movimento.
No dia 20 de Março de 2010, por um dia, vamos fazer parte da solução deixando de ser parte do problema."

14.12.09

Ainda bem,


que este post já não é o que era, ficava mal aqui na minha liberdade.
Em vez disso, uma foto muito má, tirada pela câmara do portátil para mostrar a "magia" que nós as 3, cá de casa, sabemos ser ciência, ainda que sem estatuto de tal.
Uma deu um suspiro das moléculas e disse, com som, - quero um mac, enquanto os observava de relance, de esguelha. Depois, 2 dias mais tarde, a outra, que também sabe da tal de ciência, foi fazer reciclagem e trouxe de lá uma caixa enorme, boa para fazer trabalhos criativos com os miúdos da primeira. Uma boa caixa... excelente aliás, porque lá dentro vinha arrumadinho, com tudo no devido lugar, o próprio do imac, G5, 17p, com o teclado, rato, cd´s de instalação e outros, e os manuais. Olhámos uma para a outra, e eu assegurei-lhe que sabia que funcionava, sabia. Entretanto telefona a outra, que dormiu em casa da prima e conta-me excitada, - sabes? Sonhei contigo a noite toda, muito, mas não me lembro com o quê. - ah sim? Mas bom ou mau? Perguntei eu. - Bom! Muito bom! Estavas muito contente! :) Funciona, claro, como novo, porque muito pouco usado. Tinha um cd encravado que por milagre e truques que aprendi durante a noite em fóruns, foi cuspido a certa altura e tudo ficou perfeito. Quase tão perfeito como o abraço a 3 de "magia" ou ciência, como se queira, que demos. Contentes com o presente, muito contentes com o trabalho de equipa que reconhecemos. Porque sabemos :)
Está tudo por aí à nossa volta, de todos, para todos. E afinal de contas à malucos para tudo, não é?
E não fiquem com pena que eventualmente alguém o tenha deixado por engano. Foi mesmo abandonado na reciclagem e o dono era um qualquer departamento do estado, que teve em tempos um gráfico ao seu serviço, para fazer capas de publicações de magistratura, leis e assim. Entretanto o gráfico deve ter ido à vida, digo eu, que sei de gráficos, e ninguém viu interesse naquela maravilha, provavelmente porque nem sabiam do assunto para perceber que não estava avariado, provavelmente lá nas finanças da rua, que mudaram de morada. "Boas" finanças, as deste país. Enquanto isso, ali muito perto, por aqueles dias...
Uma pediu, outra achou, outra sonhou. Agora é nosso. Obrigada.

11.12.09

Homens da minha vida


e agora, já atrasada, vou a correr para o congresso de Neuropsicologia :), também ver se te encontro por lá, num encontro tão desejado, sonhado e imaginado. Levo aquilo que te pertence comigo. Espero que estejas.

10.12.09

...

<3

fecunda

fem. sing. de fecundo
3ª pess. sing. pres. ind. de fecundar
2ª pess. sing. imp. de fecundar

fecundo
adj.
adj.
1. Que tem em si a força de produzir muito.
2. Que não é estéril.
3. Que desperta ou desenvolve a faculdade de produzir.
4. Que produz muito.
5. Que dispõe de artifícios, de recursos; rico; inventivo.
6. Abundante.

já aqueci


Comi uma sopa de cenoura, grão e couvinhas bem quente, mergulhada num banho quase a escaldar (sim, leram bem, os dois juntos). Agora vou trabalhar outra vez, quentinha e acabei de olhar pela janela e reparar no ceu azul com o sol a brilhar :)

tenho frio

Viver é um desafio, já se sabe. Nós somos um desafio, digo eu. E como em tudo, isso pode ser bom ou não, dependendo da perspectiva, também da razão, também da emoção.

Como uma Árvore


Adoro árvores, tanto como sei gostar de casas. E por isso percebo que gosto mais ainda das árvores que moram perto das casas.
Durante anos, sempre que num jogo de identidade me tentava definir num “objecto” reconhecia-me árvore. Depois um dia, no meio das minhas noites de psicologia, alguém me perguntou, como me via eu. Pensei imediatamente numa árvore, mas respondi que me sentia um bambu. Ao que parece não foi muito apelativa a imagem, e eu numa necessidade de me justificar e de agradar, num gesto em que cada vez menos me reconheço, expliquei que sempre me tinha visto árvore mas que na verdade me sentia tal como um bambu se deve sentir, delicada, frágil em contraste com a resistência de quem possui a resiliência, a força e a elasticidade de se vergar e contorcer, adaptando-me ao que me vem de encontro, sem quebrar e sem me alterar.
Já aqui contei como as árvores da minha rua me embalam, a mim e aos pássaros. Já aqui falei dos momentos, entre trabalhos-trabalhinhos-e-trabalhões, que aproveito para ler, muito, no meu carro-casa, debaixo delas.
Hoje depois de deixar 6 bebés, com quem aproveitei para rir e cantar, num teatro de Lisboa, encontrei-me, num intervalo de tempo, com as árvores do Parque Eduardo 7º, onde quase nunca vou. Estive "sozinha" à conversa comigo e com elas de todas as cores ainda de Outono. No centro de uma clareira de erva alta, verde e fresquinha, sentei-me na base de um tronco cortado, de costas para a cidade e para o Sr. Marquês. Lá ao fundo umas senhoras amigas, faziam ioga e exercício numas maquinetas que por lá existem espalhadas e que experimentei. Mais á esquerda, também na clareira, numa outra base de árvore cortada rente, estava uma senhora africana a ler e a quem sorri. Depois enrolei bem o cachecol à volta das orelhas para tornar abafado o som da cidade, respirei fundo, e voltei a sentir-me árvore… forte, antiga, sábia, tranquila, fecunda, viva… e comovi-me, porque afinal me sei sentir assim.

3.12.09

como um presente de amor


que se recebe, agradecida no sentir :-) (desta vez com nariz)

iiiiiiiiiiiiiiiirrrrrraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!


Acordei irritada, muito irritada, muito pouco tolerante e isso irrita-me. Com o mundo, com as pessoas, com os “amigos”, com a “família”, mas principalmente comigo, por não me saber, ou conseguir de uma vez por todas, defender. Daquela que é a minha medida de conceito de mediocridade, tão boa como outra qualquer, mas melhor para mim porque minha. E que me trama. De não poder escolher como gostaria, enquadrar-me melhor, poder proteger as minhas células, os meus átomos, a minha química, da mesquinhice, que me condiciona que me faz perder tempo de bem-estar, que mereço ter e quero partilhar. Está visto que sou inteligente, mas pouco esperta. Porque quando não se consegue utilizar a inteligência para conseguir bem-estar, é porque se é pouco esperta. E o raio do mundo está feito para espertos, ou pior ainda para aqueles, os chicos. E eu não me conformo que a estupidez e a mediocridade e a tacanhez de espírito, que também pode ser esperta, me vençam a medida. Ando nesta vida há demasiado tempo em permanente dissonância, cognitiva mas também física, a tentar perceber como é que me posso tornar esperta sem ter de me desconstruir no que de mais profundo me move, em que acredito, de exigência, de educação, de ética, de escolhas que me sublimem o respirar, sem comprometer os outros, de liberdade. Purgo aqui, depois de já ter purgado com aquela que sei ser a única que tenho ao meu alcance nesta medida (tenho sorte) que respira como eu e que também de tão inteligente e exigente na sua medida, é pouco esperta, porque também pouco livre nas escolhas, já se vê. Preciso de um “amigo-parceiro-comercial-ético-inteligênte-esperto”, para viver num mundinho assim. Será que existe? Neste país duvido… já se deve ter posto a andar daqui para fora, onde pelo menos a escolha é maior. Ai, mas um dia também eu me ponho a andar daqui para fora, ai ponho ponho, nem que no fim acabe com uma tigelinha na mão, de cabelo rapado, despojada e livre, a distribuir sorrisos, ajudas, e bem-estar apenas a quem deles precisar. As células do meu corpo, a minha essência, sabem bem demais onde me encontrar. Mas aqui estou eu, sem saber, sem poder respirar.