voltaram e como desta vez estavamos apenas 2/3 de Nós, ficam para pôr mais tarde quando ela voltar (está quase :), os papelinhos com os desejos e agradecimentos.
7.12.10
As Estrelas
voltaram e como desta vez estavamos apenas 2/3 de Nós, ficam para pôr mais tarde quando ela voltar (está quase :), os papelinhos com os desejos e agradecimentos.
às
11:27
6.12.10
Céu azul destes dias
Não ligo nenhuma a futebol e só me entusiasmo com jogos da selecção. Nunca entrei num estádio, mas ainda hei-de ir assistir, a um Sporting-Benfica, à laia de experiência. Alguém me há-de levar um dia. Ainda assim sou do Sporting, sempre fui e sempre serei. Também costumo dizer que sou do “Pinamanique!!”, mesmo já tendo percebido que o clube não se chama assim. Quanto ao Sporting, vou-me apercebendo e ouvindo falar ao longe, das derrotas de anos, mais nuns do que noutros, e a propósito disso tenho a teoria que tal como na vida a experiência e as dificuldades, “enrijecem o carácter!”. Estamos habituados a “perder” e assim ganhamos também melhor feitio, até para gostar de tirar fotografias giras aos clubes dos outros, junto ao céu.
Viva o Sporting!
às
11:48
1.12.10
:D
Há umas semanas fui à praia, mas antes disso organizei-me, depilações e isso... Como trabalho de lua a lua, fui na hora de almoço a um cabeleireiro pequeno no bairro onde trabalho. Lá encontrei uma rapariga (a depiladora) que me pediu desculpa pelas condições... Era tudo muito limpinho mas, fiz a depilação no chão... num colchãozinho. Como fui apanhada de surpresa e a rapariga estava um bocado envergonhada, pus-me logo a imaginar que em vez da depilação ia fazer uma massagem de shiatsu, essa sim acontece por regra no chão. - Tudo bem! Garanti-lhe que estava tudo bem, e esteve. Depilação perfeita. Durante o processo para desanuviar, fomos conversando e fui sabendo dela, filhos, vida, dificuldades, abandonos... enfim raparigas a conversar. Perguntei-lhe às tantas se uma marquesa era um objecto muito caro, e ela respondeu-me que não necessariamente mas que por ser mãe solteira, nunca conseguia juntar dinheiro e que por mais barata que fosse... - se tivesse esse dinheiro casava-me, disse ela às tantas a sorrir, enfim raparigas... Saí de lá com os pensamentos acelerados. Onde será que se vendem marquesas? Será que as há à venda em segunda mão no ocasião ou na net? Humm... nos dias seguintes volta não volta pensei nela e na marquesa. E se eu vendesse rifas (anda-me a dar para aqui :) e lhe oferecesse uma, mesmo que em segunda mão.
Hoje saí de casa já estava escuro e na torre em frente à minha, cá fora, encostada à parede vi um vulto de tralhas prontas para serem recolhidas pelo lixo... Ahahahah uma marquesa! Mas quem é que aqui, num prédio só de casas particulares, tem uma marquesa que já não quer e a deita fora?! Ahahahah, amigos por perto para ajudar, no meio de risota de possíveis utilizações e fantasias :D a carregar para o carro-casa :) Amanhã levo-a à rapariga, que sei que vai ficar muito contente :)
É quase Natal, vai-me saber tão bem, e provavelmente ganhei uma ou outra depilação de graça :D
Sonhem, desejem e peçam :)
às
23:19
30.11.10
“obcecada”

por redes, sequências, fractais, padrões. Ando fascinada com a simplicidade da verdade do todo, que na verdade não existe por si só. Nada existe por si só e nesta vacuidade que a impermanência acompanha, tudo são causalidades, probabilidades, energia, dinâmica.
Na excitação das descobertas, no nervoso que não é de medo, reparo o quanto o mapa da vida se revela cada vez mais nítido, cada vez mais rápidamente. E é tudo tão simples e perfeito.
às
10:13
25.11.10
Hoje
Ontem armei-me em corajosa e fui atrás do sol e do mar. Fui lamber as feridas… Doíam-me de lhes ter mexido na noite anterior… Saí de casa para o carro-casa que, há anos, quando tem frio só pega com balanço, e por isso deixo-o sempre estacionado estrategicamente num local inclinado. Enquanto deixo descair o carro, sustenho a respiração, contrario pensamentos negativos que eventualmente possam comprometer… e só não digo um mantra porque não dá tempo. Pega sempre, salvo rara excepção, e basta uma distância curta, normalmente até ao trabalho, para que possa ficar descansada o dia todo porque volta sempre a pegar, até ao dia seguinte… E é assim todos os dias, desde que o verão acabou.
A ordem natural de todas as coisas existe, acredito eu, não como destino mas numa lógica que reconheço, também na complexidade e na subjectividade de tudo e de todos… O carro pegou mas tive pela primeira vez que parar uns metros mais à frente… Agora que tinha decidido ser corajosa e não deixar andar assim, a dor… Ok, ajuda, cabos, experiência (minha), rapidez, estou novamente a caminho.
Tenho a estrada do feiticeiro de oz à porta de casa e normalmente vou sempre para Sul, mas desta vez fui para Norte. Gosto de guiar e gosto de descobrir percursos. Gosto de conseguir acertar, em caminhos que não percorri, como se de um jogo se tratasse, gosto de desafios e sinto a Liberdade de partir assim. Em cada letreiro cruzamento ou bifurcação, tenho que decidir rápido, a partir de uma lógica qualquer, que direcção tomar. Parece um exercício de vida, e faço sempre questão de me ir lembrando que caso erre, posso sempre emendar, voltar a trás e recomeçar e que por isso as decisões que tomo, fazem parte do jogo, do desafio, até do prazer que já consigo ter porque consigo desfrutar das paisagens, que de facto não controlo, porque não as conheço, mas estão ali também para mim. Afinal de contas fui passear.
Céu aberto, verdes de todos os tons, possibilidades de hortas, penso eu. Moinhos, dos velhos e dos novos, tantos. Já sonhei com um, um dia. Direita, esquerda… o mar deve ser naquela direcção, vou pensando eu. Lembra-te, normalmente quem se perde é porque não tem paciência para continuar até à próxima indicação, e acha que já está enganado e toma a decisão prematura de se desviar do caminho que afinal era o certo. Eu sei disso e continuo confiante de que tudo vai correr bem, afinal de contas o mais que pode acontecer é ter de voltar para trás e recomeçar. Desfruto do jogo da descoberta da paisagem, levei a máquina e fotografo o céu aberto, os verdes imensos, ricos e férteis da chuva recente, amarelos, laranjas e vermelhos de todos os tons do Outono. Abro as janelas para respirar tudo, e vou decidindo corajosa, decidindo e descobrindo, desfrutando.
Lá está o mar, reparo nele, depois de uma curva íngreme. Estou sozinha, no meio do verde, no espaço aberto e olho-o orgulhosa porque não tive medo e não me enganei.
Passo por terras minúsculas com nomes engraçados, e fotografo… sem bateria… bolas… raios… emoção, frustração, e eu que queria ir ver o mar e registar tudo… Oomm, Oomm. Ok, alteração de planos, a vida é mesmo assim e contraria-nos, respira, desfruta, e ainda que não possas partilhar retém o que vez e sentes à tua volta, no agora. Afinal és quase budista, sabes faze-lo, respira fundo.
Sinto o controlo de novo e a paz, olho o mar… afinal já lá não vou, fico-me por aqui, volto lá depois, um dia, posso sempre lá voltar. Olho à volta, paro na Aldeia para tomar café. Acabei de passar ao lado da escola onde um “molho” de meninos como os “meus” brincavam e riam.
Vou regressar, desta vez não vou junto ao verde, já não me serve, sinto-me só e preciso regressar a casa. Apanho a primeira via rápida que encontrar, mas antes disso meto-me ainda por caminhos estreitos com água, pedras e lama para que o carro-casa não se esqueça de quem é, faz-lhe bem…
CREL, CRIL, CROL… Olha só onde vim dar… Ali está outra vez o mar, o meu mar, o rio, a torre… corro para os braços dela para a abraçar…
em casa..., tranquíla.
às
16:56
23.11.10
Não vou ser serviço mínimo do ME
Passei a infância em manifs, depois só voltei lá por Timor e pela Paz. Hoje na TSF mais números deste mês... a receita com o IVA aumentou, o investimento das empresas baixou e a pouca vergonha do costume, a despesa pública sempre a aumentar mês após mês, apesar da crise e de "todos" devermos poupar. Claro que depois eles aumentam-nos o IVA e continuam a dar a volta aos números... Amanhã vou mandar vir nem que vá passear sozinha para a Av. da Liberdade.
às
10:05
21.11.10
11.11.10
Às vezes,
embora o local seja muito requisitado por quem de direito, consigo ir lá almoçar. Ontem, como na maior parte das vezes, troquei presentes, mimos e sorrisos. Aprendi mais sobre a minha futura horta e claro, comi muito bem.
"Está-se bem"
Fusilli com corgetes e salmão
Massa espiral cozida
salmão
corgetes
beringela
cebola peq.
alho
salsa
temperos (pimenta, curcuma ou açafrão e/ou gengibre em pó e/ou ervinhas e sal q.b.)
(as quantidades de cada coisa, nomeadamente a massa, é a que se queira)
Fazer um refogado peq. com alho, cebola e os temperos. Juntar as curgetes e a beringela (opcional), lavadas e cortadas (tinha que dizer lavadas pq os rapazes esquecem-se). Saltear em lume alto (numa frigideira anti aderente ou num wook, ir virando tudo rapidamente). Depois junta-se o salmão, cru e meio estraçalhado com os dedos e salteia-se mais um bocado. Finalmente juntar a massa, previamente cozida e escorrida (pode ser muito mais do que aquela que se vê na foto), pôr sal e salsa a gosto e está pronto.
Se já tivermos preparado os ingredientes antes e fizermos tudo em lume alto e de um modo disparatado, demora 5m :)
às
11:44
Só duas miúdas
Nunca tinha acontecido. Mudam-se mesas de posição para mais perto, enrolam-se mantas e comem-se bolachas. É bom estudar assim,
a contrastar com outras horas em que é assim. Quase casa :)
às
11:10
10.11.10
Apareceu-me o

e questionou-me sobre a minha... Liberdade. - Será que é aquela, lá?
- ... Xiuuu, é segredo!!
Bolas, até me caíu o queixo, coisa cada vez mai rara. :)
às
12:16
8.11.10
7.11.10
É verdade...
Estou quase sempre a sorrir. Pelos outros e por mim.
Por outro lado ando a precisar de me rir mais. É!...
Hum...
:)
às
19:10
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