Hortas Urbanas; Biológicos; Escola/educação; Alimentação/nutrição; Casa; Design; Sustentabilidade; Futuro; Ecologia; E-tanto-tanto-mais.
Eixo IX - Desenvolvimento do Sistema Urbano Nacional ?
"- Promover o desenvolvimento urbano policêntrico, reforçando a articulação das cidades com as respectivas áreas envolventes e a qualificação dos espaços urbanos;
- Preservar e valorizar os recursos naturais, a biodiversidade e o património natural;"
(Seja lá o que isto queira dizer, porque a mim parece-me que dá para quase tudo...)
27.4.11
26.4.11
Quase, quase a fazer um ano...
que o pior do medo dos outros, se entranhou em mim.
(2:00)
- Tens medo de quê?
- Não sei… Sou a amígdala, é suposto estar em alerta e avisar-te dos possíveis perigos.
- Mas isso é um exagero… Já me avisaste do perigo, que aliás, devo lembrar-te eu também, não é de morte…
- E depois tu sabes… Que também és a mais corajosa a abraçar a vida nas emoções, sem tabus ou preconceitos, que são tantas, tão para além do medo, boas, leves e merecidas.
- Sim eu sei… Coitado do Adamastor… Sabias que ele ficou assim, bruto e zangado, porque sofreu de desamores?
- Não, ele ficou assim porque lhe mentiram…
- Ah, pois… E a nós? Mentiram-nos?
- Não, mentiram a si próprios e nós não percebemos, ou não quisemos ver.
- Não, mentiram a si próprios e nós não percebemos, ou não quisemos ver.
(7:40) Elevador, passado o Cabo das Tormentas :)
às
11:15
25.4.11
:D, :)
Liberdade
Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
Sol doira
Sem literatura
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como o tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D.Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
Mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"
Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
Sol doira
Sem literatura
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como o tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D.Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
Mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"
às
13:25
24.4.11
Clever, clever girl
Não é de todos, não é para todos.
Ainda assim, muito bom de se ouvir e ver :)
às
10:14
23.4.11
De uma quase-budista
*
Avós tradicionais e católicos, pais ateus. A primeira filha, a primeira neta. Morreram-me cedo os meus avós, morreram-me cedo as tradições que me marcaram o sentido de mim de sempre e para sempre. A Páscoa é assim, acho eu, coisa de famílias... Hoje apeteceu-me desejar Boa Páscoa a quem sem saber, generosamente me tem inspirado, mas como não A conheço, desejo aqui a todos um excelente domingo de Páscoa, de Família
* É Dia do Livro e os Livros para mim são vida
e dentro da vida está o amor
Este piscou-me-o-olho, ainda antes de ser famoso e muito antes de se "condicionar" aos limites de filme. Viajei tanto dentro de mim, comigo pelo mundo fora...
e dentro da vida está o amor
Este piscou-me-o-olho, ainda antes de ser famoso e muito antes de se "condicionar" aos limites de filme. Viajei tanto dentro de mim, comigo pelo mundo fora...
às
21:20
18.4.11
12.4.11
Projecto de Ogre

E eu que já percebi que na Vida só duas coisas nos movem, o Medo e o Amor...
Elejo a Coragem num sentido também de "Todo", principalmente de si próprio, de ser humano...
É preciso coragem para se Ser.
O segredo, a capacidade de me fazerem rir sem serem palhaços, porque não gosto de palhaços, nem de comédias nem de tragédias.
Quem diria
:D
às
11:07
8.4.11
Balanço em tempo morno
Foi uma semana difícil e intensa de trabalho. Tenho andado a sentir tudo muito e mais denso. Aos poucos a brecha que o FB representa na passagem da informação, da qual fiz questão de me proteger há anos porque tive que optar na pouca margem que tinha de bem estar, está a aumentar e eu começo a sentir os efeitos… Sei que vou acabar por decidir alguma coisa acerca disto. Sei que por feitio não me demoro muito a queixar-me, a anunciar razões e espiar culpas para o meu desconforto. Sou na prática absolutamente defensora do “se estás mal muda-te” ou reorganiza-te. Porque na verdade levo-me muitíssimo a sério, mas também levo os outros tão a sério que mesmo defendendo as minhas razões, como sendo as mais acertadas (para mim, porque minhas), acredito que as dos outros o são igualmente… A coexistência de várias verdades, porque nunca nada é absoluto, é sempre possível. Os pressupostos de vida, de experiência, de sentidos, de valores, de biologia, de percepção, de atitude, de capacidades, de potencial, de cada um, consigo próprio e em interacção com todos e tudo o que nos rodeia, definem a complexidade humana para o bem e para o mal. Acredito também, cada vez mais na coragem, acredito que é minha a responsabilidade de me “esforçar” para ser feliz, sem que isso signifique mudar os outros. E coragem tem sido uma das palavras que ultimamente, naqueles “zooms” ou Palavras-chave do momento, como lhes chamo eu, me tem surgido com mais frequência… Coragem e “provincianismo”, em sentidos muito “rebuscados” meus. Sim, são as duas palavras do momento. E agora que reparo nelas escritas, assim perto uma da outra, reparo o quanto, numa medida vasta, são palavras antónimas.
Tenho tido Invernos difíceis, fisicamente e psicologicamente. Quando se está “sozinha” é mais “pesado”. Faltam abraços, cumplicidades, partilhas, risos e paixões internas que aquecem por dentro e nos protegem do frio de fora. De há uns anos para cá que tenho inveja dos ursos e gostava de poder hibernar. E para mim, que antecipo tudo o que existe de bom, o mês mais difícil não é Fevereiro, mês antes da Primavera. Acho que é Novembro, porque já me pesa o cinzento e ainda só vai a meio. Já só tenho uma vaga ideia de mim a gostar também do frio, enquanto boa possibilidade de estar confortável e serena em casa a ler um bom livro a beber chá e a ouvir a chuva cair. Tão vaga como aquela de mim em Agostos inteiros na praia, debaixo do toldo de todos os anos a conversar com quem teve vidas longas e preenchidas (adoro conversar com quem teve longas vidas de histórias e gosta de as partilhar), de outros tempos e a ler livros da Pearl Buck. Não sou saudosista, não gosto de saudosismos porque são sintomáticos de incapacidade para viver o presente com entusiasmo de futuro que ainda está para vir e porque são pretextos de mau estar. Ainda assim tenho, volta não volta, lampejos de saudades de mim “ali” naquela medida. Acho o mesmo em relação às mágoas. Limitam-nos, condicionam-nos, pesam-nos. Eu sei, sabemos todos, que é assim e por isso ou as negamos ou nos alimentamos delas. Mais uma vez a coragem… No encarar das dores que não conseguimos ou pudemos evitar. Que provavelmente nos apanharam de surpresa, no experimentar do que ainda não tínhamos vivido. A coragem de as olhar de frente com humildade e não fingirmos que não existem, por medo de perdermos o pé, por medo de não aguentar a dor… A coragem de não lhes subestimar a medida e de as atravessar de peito aberto, de preferência a sorrir porque nada é permanente e é bom viver.
Chegou entretanto a Primavera, tem estado calor e as noites estão mornas… Os corpos, todos, os vivos e não só, entram em expansão, e eu gosto tanto. Sou expansiva por natureza, acho que por ser corajosa na forma como me entrego à vida. É tempo de beijos, agora mais do que os abraços de inverno, de riso e de alegria, num entusiasmo que se quer de paixão. Mais uma vez a coragem para se viver de intensidade em intensidade, não necessariamente espalhafatosa, o que nos preenche, alimenta e constrói numa soma de vivências de verdade, que nos permitirão ir desfrutando com gosto e sentido a vida, sempre a olhar para a frente ainda que por vezes, tantas, difícil.
Termina agora um ano que emocionalmente foi muito duro e difícil. Mais uma vez, num olhar rápido, olho para ele e reparo o quanto me fez “crescer” e “avançar” em mim. E também por isso já quase consigo estar grata a tudo o que de menos bom me calhou e do qual não me consegui proteger a tempo.
Termina agora um ano que emocionalmente foi muito duro e difícil. Mais uma vez, num olhar rápido, olho para ele e reparo o quanto me fez “crescer” e “avançar” em mim. E também por isso já quase consigo estar grata a tudo o que de menos bom me calhou e do qual não me consegui proteger a tempo.
Vêm lá tempos difíceis, todos sabemos que sim, mas ao mesmo tempo sinto que vêm lá tempos bons para mim Só tenho que de facto, me proteger do que neste momento não me está a fazer bem, e concentrar-me no que me tem “piscado” o olho de bom por descobrir e viver.
Está tudo à nossa volta e somos nós que decidimos a cada momento onde pousar as emoções e o olhar. E eu que sei e já aqui o referi, que mereço partilhar a existência, com quem não dependa de mim para ser feliz, e sim com quem exista de provas dadas na capacidade de também olhar o mundo assim, estou a andar :)
Haja coragem para se ser feliz!
Pois... Agora é que são elas... :(
Haja coragem para se ser feliz!
Pois... Agora é que são elas... :(
às
17:24
6.4.11
2.4.11
Estou aPaixonada...
Quero Terra! E agora?
Hoje é, sem dúvida nenhuma, um dos primeiros dias do resto da minha vida :)) O meu universo abriu-se e alargou-se, num "mundo novo", de leituras, de saberes, de pesquisas, de pensares, de origens, de pessoas, de história, de ética, de valores, de saúde, de riqueza, de responsabilidade, de competências, de futuro, de eficácia, de equilíbrio, de tradição, de Amor, de paixão, de emoções, de liberdade, de educação, de sustentabilidade, de nutrição, de saúde, de Vida. :) e isso é maravilhoso!
Éramos cerca de 15. Só a Graça Ribeiro (professora) e mais uma é que têm horta própria, e o arquitecto que trabalha lá no museu. Professora muitíssimo competente, sábia e verdadeiramente entregue à passagem de tudo o que sabe, a quem queira aprender :) Passou no meu olhar, não de juízo de valores mas, muito rebuscado na capacidade de "ver" por vários ângulos e dimensões, nas entrelinhas e não só. É o primeiro curso desta dimensão que faz. Tem experiência de ensino com crianças e de pequenas palestras, mas este é o primeiro assim, mais completo, também mais teórico, ainda que prático Eu gosto de inícios, porque na ingenuidade ou inocência da entrega de quem dá e recebe, resultam normalmente experiências emocionantes e irrepetíveis porque mais espontâneas no experimentar o que não foi feito anteriormente. Que sorte!
Comovente, é, foi a palavra-chave.
Começámos com o tema das Sementes. Embora existissem outros assuntos pelos quais poderíamos ter iniciado, a Graça explicou-nos que a sementeira da maior parte das espécies desta altura, já vai atrasada, porque deveria ter sido em Fevereiro e Março. Foi por isso necessário começar pelas Sementes, para não perder mais tempo. Acho mesmo que o amor à primeira vista aconteceu porque falámos Delas primeiro. (texto a ser revisto e a continuar... Porque agora vou ali à Fnac..., não resisto :)
Hoje é, sem dúvida nenhuma, um dos primeiros dias do resto da minha vida :)) O meu universo abriu-se e alargou-se, num "mundo novo", de leituras, de saberes, de pesquisas, de pensares, de origens, de pessoas, de história, de ética, de valores, de saúde, de riqueza, de responsabilidade, de competências, de futuro, de eficácia, de equilíbrio, de tradição, de Amor, de paixão, de emoções, de liberdade, de educação, de sustentabilidade, de nutrição, de saúde, de Vida. :) e isso é maravilhoso!
Éramos cerca de 15. Só a Graça Ribeiro (professora) e mais uma é que têm horta própria, e o arquitecto que trabalha lá no museu. Professora muitíssimo competente, sábia e verdadeiramente entregue à passagem de tudo o que sabe, a quem queira aprender :) Passou no meu olhar, não de juízo de valores mas, muito rebuscado na capacidade de "ver" por vários ângulos e dimensões, nas entrelinhas e não só. É o primeiro curso desta dimensão que faz. Tem experiência de ensino com crianças e de pequenas palestras, mas este é o primeiro assim, mais completo, também mais teórico, ainda que prático Eu gosto de inícios, porque na ingenuidade ou inocência da entrega de quem dá e recebe, resultam normalmente experiências emocionantes e irrepetíveis porque mais espontâneas no experimentar o que não foi feito anteriormente. Que sorte!
Comovente, é, foi a palavra-chave.
Começámos com o tema das Sementes. Embora existissem outros assuntos pelos quais poderíamos ter iniciado, a Graça explicou-nos que a sementeira da maior parte das espécies desta altura, já vai atrasada, porque deveria ter sido em Fevereiro e Março. Foi por isso necessário começar pelas Sementes, para não perder mais tempo. Acho mesmo que o amor à primeira vista aconteceu porque falámos Delas primeiro. (texto a ser revisto e a continuar... Porque agora vou ali à Fnac..., não resisto :)
às
16:45
1.4.11
Tomorrow is another day...

- 2 moleskine, que andavam por cá à espera do certo
- caneta preta permanente
- lapiseira
- 6 lápis de cor caran d'ache
- máq. fotográfica
- O Borda d´agua
às
11:50
31.3.11
Amar
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Carlos Drummond de Andrade
às
09:54
29.3.11
26.3.11
Vida
sábado – cama – água morna com limão – torradas de pão saloio – chá verde – silêncio – luz de Primavera
Dormi bem e sonhei bom. Apareceu-me lá, matei saudades, agora de crescida, e despedi-me…
Espreguiço-me espreito os amigos e o mundo.
Ando com as “antenas” em alerta… O boicote à informação de há mais de três anos está agora a falhar, com as redes sociais. Já não basta não ver canais portugueses e informação na televisão. São os amigos que partilham connosco o que os preocupa e o que lhes chama a atenção. E eu gosto de ouvir os amigos. Espreguiço-me, saio do sonho, penso e pesquiso… Olha, olha… Ajeito a almofadas, aninho-me e… Aprendo. Cada uma das partes deste documentário mostra uma pequena parte do futuro de todos. É a vida, a impermanencia, a vacuidade. E a verdade inegável de que para se sobreviver se tem que pertencer… Simples…
(Para ver com tranquilidade e tempo, como se de uma meditação se tratasse. É da BBC :)
Nasci na cidade e gosto de cidades. Avós e pais também. Ainda assim a prova de que as "antenas", com a amigdala (minha velha amiga) como maestra, já trazem o conhecimento da ordem-natural-de-todas-as-coisas.
às
12:34
24.3.11
Segredo

Entre leituras, pesquisas e pensamentos, numa ordem-natural-de-todas-as-coisas, fui lá parar... Mesmo a tempo!! :) As inscrições acabam daqui a 4 dias e só havia uma vaga... Estou à espera da confirmação e por isso não conto ainda, mas estou inscrita!! :) A partir de dia 2, vou para lá todos os Sábados de manhã, aprender :))
às
19:05
(A)MAR

17 anos agradecida-pelo-que-me-calhou-em-sorte
Vai ser sempre o meu bebé Margarida.
Parabéns!!
♥
Ainda de olhos fechados, abraçadas dentro da cama dela, junto com o urso...
- Mãe, escrevi ontem há noite, uma carta para mim própria para 2021... Acho que todos o devíamos fazer.
- Também lá vai uma espécie de questionário com quadradinhos para pôr V ou F, sobre o que é que eu consegui e fiz da minha vida, até lá.
- No fim tem a cotação, 3 resultados possíveis, com as respectivas "sansões".
- No resultado melhor, diz lá: Telefonar à mãezinha a dizer que somos fantásticas.
:D
às
15:43
23.3.11
"Merceeira Criativa"
Foto tirada um dia destes, de passagem.
Nunca lá entrei, mas gosto do conceito e da estética e pelo que sei tem um serviço excelente.
Todas as informações e novidades estão no site. O link está no nome.
É na Av. Guerra Junqueiro passem por lá :)
Ora cortavam a electricidade e eu fazia as ilustrações para a PAIS&Filhos à luz das velas, ora cortavam a água e os sorrisos-de-aguarelas nasciam do “luso”. Um romance chique, sorria-lhes eu…
Na urgência que tomava forma de permanência aos meus olhos pasmados, mas não assustados, por elas... A resiliência aos gritos a acudir as emoções também as delas que se queriam estimadas.
Era preciso comer, e tentar travar a escalada do descalabro. Faço o quê, assim tão rápido e tão de repente?
Chamei-lhe “O da Joana”, o novo serviço de entregas na “Sua(nossa) Rua”, sabem, a Vossa vizinha, a do Dálmata. Vai escolher por si os legumes e frutos melhores (pena que ainda não se falavam dos biológicos...) e entregá-los directamente em Vossas casas. O logótipo, as t-shirts azuis escuras, as fichas de encomenda, o conceito, o MARL às 5:30 da manhã (até aí nem sabia que tal coisa existia), onde fiz amigos da terra, sacos kraft, porque a estética conta, uma balança de bolos emprestada, uma máquina de calcular com um rolo de papel (sempre quis ter uma :), a arrecadação feita armazém diário na logística das entregas, sorrisos, tantos, sempre por elas, também aos vizinhos, agora clientes, que as tinham visto crescer…
Passei a prova, mais uma. Não a do negócio, que o comemos literalmente, na pouca margem que não chegava, para tudo. Aquela das recordações das filhas que se lembram da fase tão difícil mas com alegria e a mãe uma Merceeira Criativa.
Que medo… Como será que O consegui disfarçar (até de mim...)? Até aquele das entrelinhas? Vender batatas e cebolas aos vizinhos?... Dei a cara, e tudo o que tinha. Tem sido sempre assim. Nem me passou pela cabeça ser posta em causa e por isso não fui. Tenho sorte!
Que medo… Como será que O consegui disfarçar (até de mim...)? Até aquele das entrelinhas? Vender batatas e cebolas aos vizinhos?... Dei a cara, e tudo o que tinha. Tem sido sempre assim. Nem me passou pela cabeça ser posta em causa e por isso não fui. Tenho sorte!
Lembro-me sempre de uma mercearia, à saída do metro do Saldanha, no caminho que fazia a pé, vinda do liceu, para casa dos meus avós no Arco Cego. Logo à entrada da porta, sacos grandes de pano, com feijões de todas as cores, onde num gesto de puro prazer, mergulhava as mãos :)
às
11:30
22.3.11
If, Yes (I) Can
Fui lendo linha a linha, palavra a palavra... Despojei-me do Eu, de Mim e olhei-me de fora com humildade. Fico sempre pasmada com o acerto do que não é mérito, mas ainda assim acerto, no identificar do esforço, acertado pelo que ao que parece, também a outros é certo... E ainda assim... Continuo, palavra a palavra... Até tropeçar finalmente no que não está certo e que não sei resolver, porque infelizmente ou felizmente, quem sabe, nunca dependeu nem depende, só de mim...
...
Tua é a Terra
e tudo o que nela existe
e mais ainda,
tu serás um Homem, meu filho!
Yes (I) Can...
E?!
E?!
Para que quero eu tanta Terra e Tanto, Tanto, se não for para Partilhar e Dar, no ""esforço do avançar"?
Há a responsabilidade, faltou o (P)ai, falta o Sentido, "a Pica", a (G)raça, o Compromisso, a Diversão, o Amor.
É.
às
14:17
21.3.11
20.3.11
Ontem e hoje
mercado dos biológicos . ler . abraços . ler . sol . ler . lua . ler . praia . ler
às
22:25
19.3.11
18.3.11
Ler
A maioria não tem hábitos nem grandes prazeres com a leitura, mas eu não me vou render nunca, até que percebam por eles e não seja preciso explicar-lhes a importância, a liberdade, o amor...
- E que tal construírem uma "gruta" debaixo das mesas e usarem as mantas?... sugeri eu a alguns.
- Também podem levar almofadas e os candeeiros de energia solar...
- Também podem levar almofadas e os candeeiros de energia solar...
No silêncio que se fez de repente, nem deram por mim a fotografa-los...
E até a nintendo deve ter ficado estarrecida/enternecida, eu fiquei
E até a nintendo deve ter ficado estarrecida/enternecida, eu fiquei
:)
às
22:30
On Air
Nunca gostei de passarinhos e periquitos, daqueles em gaiolas, em casa das pessoas. Para além do preconceito estético-intelectual, a verdade é que para mim não faz sentido nenhum ter prazer em olhar um ser que tem a capacidade de voar, assim enclausurado...
De animais, gosto mais de mamíferos, os pássaros por regra enervam-me e mete-me impressão quando lhes imagino o esqueleto... Não sei porquê, talvez tenha de algum modo que ver com uma antiga fobia da minha mãe por qualquer tipo de aves, mais propriamente por penas. A Pulga quando passeava por Lisboa com a mãe tinha por missão importantíssima, virar as esquinas em primeiro lugar, e assegurar que a mãe não tinha um encontro surpresa com alguma pomba. Sentia-me importante, na altura. Momentos e sensações raros, que apesar de sustentados pela importância da fobia, bons porque verdadeiros.
Ando deliciada há uma semana com o BigBrother, versão passarinho, deste ninho. Já peguei o hábito aos miúdos e todos os dias volta não volta vamos espreita-los, mãe e filhos. Já os alertei, que visto ser em directo, tudo pode acontecer... Sem grandes exageros de possibilidades, acautelo-os para qualquer eventualidade natural. Afinal de contas, são miúdos da cidade e não têm preparação para "cruezas" da natureza... Imagine-se se assim de repente, enquanto a mãe passarinho voa para ir buscar comida, aparece um gato?... - acho que não gostava de ser passarinho!... diz um deles, muito pensativo, enquanto espera que a mãe, faça mais qualquer coisa para além de respirar e olhar em redor, protegendo os filhos do frio...
às
22:10
17.3.11
espécie em vias de extinção...
É uma desgraça para eles e para todos, claro que é. E ainda assim olhares diferentes, vários, são sempre possíveis…
Os 50 Japoneses que tiveram “ordens” para ficar a tentar salvar o Mundo do que nem devia existir, não os vejo como heróis, peço desculpa, imagino-os muito mais facilmente como voluntários kamikasies, que na nossa cultura são dificeis de imaginar e compreender, mas na oriental não.
Quanto à admiração pelo povo ordeiro e humanamente equilibrado, educado e tranquílo, pois… Também me parece numa primeira impressão admirável, numa condição humana de civilização, mas depois questiono-me, a que preço também de humanidade, é que o “sistema” os formata para que nem questionem tanta tecnologia, tanta central… Construída em cima de zona tão instável…
É horrivel o que lhes(nos) está a acontecer, principalmente às crianças de todo o Mundo, porque não podem escolher… Enquanto não nos virmos nesta triste/maravilhosa condição de seres humanos e não nos rendermos à nossa verdadeira “insignificância”, as prioridades nunca serão as certas. Mais “civilizados” ou nem por isso, tanto faz.
Quanto à admiração pelo povo ordeiro e humanamente equilibrado, educado e tranquílo, pois… Também me parece numa primeira impressão admirável, numa condição humana de civilização, mas depois questiono-me, a que preço também de humanidade, é que o “sistema” os formata para que nem questionem tanta tecnologia, tanta central… Construída em cima de zona tão instável…
É horrivel o que lhes(nos) está a acontecer, principalmente às crianças de todo o Mundo, porque não podem escolher… Enquanto não nos virmos nesta triste/maravilhosa condição de seres humanos e não nos rendermos à nossa verdadeira “insignificância”, as prioridades nunca serão as certas. Mais “civilizados” ou nem por isso, tanto faz.
às
10:03
14.3.11
Equilíbrio
"O espírito científico, fortemente armado com seu método, não existe sem a religiosidade cósmica. Ela distingue-se da crença das multidões ingénuas que consideram Deus um Ser de quem esperam benignidade e do qual temem o castigo _ uma espécie de sentimento exaltado da mesma natureza que os laços do filho com o pai _, um ser com quem também estabelecem relações pessoais, por respeitosas que sejam. Mas o sábio, bem convencido, da lei de causalidade de qualquer acontecimento, decifra o futuro e o passado submetido às mesmas regras de necessidade e determinismo. A moral não lhe suscita problemas com os deuses , mas simplesmente com os homens. A sua religiosidade, consiste em espantar-se, em extasiar-se diante da harmonia das leis da natureza, revelando uma inteligência tão superior que todos os pensamentos humanos e todo o seu engenho não podem desvendar, diante dela, a não ser seu nada irrisório. Este sentimento desenvolve a regra dominante da sua vida, da sua coragem, na medida em que supera a servidão dos desejos egoístas. Indubitavelmente, este sentimento compara-se àquele que animou os espíritos criadores religiosos em todos os tempos.".
Einstein, Albert. Como vejo o mundo
Hoje, na correria também da hora de almoço, vou passar na Fnac e comprá-lo.
às
10:57
13.3.11
Nomeações
De áreas e assuntos tão diferentes, de "sentires", de perspectivas, de verdade, de vidas, de sociedade, de justiça, de gerações, de economia, de educação, de ideais, de soluções, de politica, de políticos, de gestão, de recursos, de poupança, de produção, de valores, de competências, de verdade, de trabalho, de investimento, de partidos, de constituição, de país... Depois do dia da Liberdade na Liberdade, o meu cérebro fez um zoom e destacou a palavra Nomeações... É...
nomeação
s. f.
1. Acto de nomear.
2. Provisão (em emprego).
3. Despacho.
nomear
(latim nomino, -are, chamar pelo nome, chamar, citar, mencionar)
1. Designar pelo nome (ex.: nomeou os alunos um a um). = chamar
2. Dar nome a (ex.: falta nomear a empresa). = denominar, nominar
3. Dizer o nome de (ex.: não conseguiu nomear um presidente da primeira república). = citar, designar
4. Fazer menção ou referência a algo (ex.: nomeou apenas as vantagens). = citar, mencionar, referir
5. Escolher ou despachar para um emprego ou cargo. = instituir
6. Conferir dignidade.
7. Propor para prémio ou concurso. = indigitar
8. Falar de (alguém).
8. Atribuir ou atribuir-se qualidades. = intitular
9. Dizer o seu nome. = chamar-se
às
12:31
12.3.11
Liberdade no 12 de Março
Quando eu conseguir "importar" os vídeos que tenho de lá, publico tudo juntamente com as poucas fotos também.
Sei ser uma disparatada assumida, também sou a Pulga, está visto, e por isso desci a Liberdade toda, aos pulos, a cantar e a sorrir, quem diria, com os homens da luta :) Apanhei-os por acaso no início e nunca mais os larguei :) O Tordo e o Vitorino também lá iam entre outros "do agora". Espremida na corrente mais forte do mar de gente, não vi mas senti a avenida cheia e a vibrar. Podia agora fazer muitas considerações, mas não me apetece. Provavelmente porque estou cansada delas... Foi bom, foi muito bom. E acredito que de festa em festa, de mares de gentes em correntes, passinho a passinho, faz-se desta vez a revolução. E agora que reparo, parece-me visto daqui que o povo português, afinal é também ele quase-budista :) Vai demorar, mas vamos saber chegar lá da melhor forma.
às
17:27
11.3.11
ordem-natural-de-todas-as-coisas


Tenho os cérebros todos acordados, alguns em introspecção no mês do “eremita” que foi importante… Mas felizmente acaba hoje. Outros em alerta crescente, porque são os que sentem, sentem muito, vêm lá tempos de mudança, confusão, união, amor, a contrariar a aparente “paz podre” que não gosto porque me desperdiça tempo de sentido e propósito de vida. Depois os “misturados” mais gestálticos… Os que “varrem” e unem o todo a uma velocidade supersónica e que despudorados ligam tudo num só olhar. Um a um, tantos olhares possíveis.
É demais para escrever, também demais para falar. Não tenho tempo. Mas penso, penso tanto, e sinto e por isso também sei.
às
10:43
Equilíbrio

Foi para a escola, muito triste e impressionada com as imagens do tremor de terra e do tsunami no Japão. Principalmente aquelas que lhe chegaram de repente do coração, quando imaginou também em directo, pessoas e crianças, tantas mortes... Antes tinhamos conversado de tudo um pouco, também de gerações... Liberdades, educação, família... Após algumas considerações, de quem também costuma pensar... Respirei fundo... Lembrei-lhe o quanto acredito que o mal, infelizmente, é também do "mundo dos Homens", que se afastaram das leis da natureza que deviam ser as deles. Que acredito que tudo tem uma "ordem-e-medida-natural" própria, e que numa necessidade de equilíbrio de "si", acabará sempre por se revelar. Que afinal de contas, já vivemos tão mal e de uma forma tão pouco natural, que se torna insustentável... Continuei lembrando(-nos) que uma tempestade é apenas o necessário para o restabelecimento do equilíbrio e que é assim que tudo funciona na impermanência e na vacuídade. Enfim, muita informação, muito resumida e condensada também de "sentires".
Hoje não gosto de não ter "a outra" debaixo de vista :(
O Japão accionou entretanto o estado de alerta nuclear... E eu agradeço que nunca mais ninguém me volte a falar da teoria destas "energias limpas e seguras"... Os seres humanos enquanto espécie têm um grande umbigo... Somos ridículos neste propósito de nos colocarmos acima de tudo. Também da natureza...
às
03:53
10.3.11
Amor2
- Ai mãe. Aquela miúda detesta-me, é mesmo má para mim, diz-me coisas horríveis!
- Mas porquê?
- Sei, lá. Por nada, que eu não lhe fiz nada. Acho que é dela… Tem um problema qualquer por resolver…
- Mar, sabes que mais, ignora-a… Afinal a indiferença… Lembra-te que foste tu que um dia, no momento certo, me disseste que sentisse e agisse com indiferença. E ainda que fosse o momento certo também de mim, aprendi contigo...
- Eu tinha 13 anos… Às vezes não ficas muito orgulhosa de ti de teres uma filha assim? Um monumento?! :D
:D ♥
às
09:22
8.3.11
"Primeiras!"

Em criança, quando saíamos da praia, era sempre a primeira a dizer "- Primeiras!", garantindo assim que era a primeira a tomar banho e a ficar despachada, para brincar mais até ao jantar.
Há um tempo atrás, pouco, alguém na vontade de dar uma não resposta, justificou-se apelidando o estilo, de pós-moderno. E eu que sou "ignorante" assim como o queijo emmental, com buracos ou lacunas, como se queira, fiz da frustração coisa gira (quase.budista...) e resolvi adoptar o termo, utilizando-o a meu belo prazer e significado, nos momentos em que queria dizer tudo e nada... Depois, passado um tempo, menos ainda, apareceu outro alguém a levar a sério a graçola, porque pelos vistos para alguns ou algumas, dita de modo sério. Ao que parece, acho agora também, tinha pouca graça... Digo eu, que fui ler sobre a questão da pós-modernidade e cheguei à conclusão que cresci nela e que para mim, já Era... Principalmente porque já lhe reconheço muitos constrangimentos e inconsistências. Bem, entretanto quer-me cá parecer que esta Era ou já se chama Global ou vai-se chamar, tenho que investigar... Salto então, já para a frente e decido assim, enquadrar-me na Era Pós-global, seja lá o que signifique, e também por isso, parece-me muito bem. Tudo por acontecer, tudo por descobrir :) - Primeiras! Afinal de contas alguém tinha que ser :)
Há um tempo atrás, pouco, alguém na vontade de dar uma não resposta, justificou-se apelidando o estilo, de pós-moderno. E eu que sou "ignorante" assim como o queijo emmental, com buracos ou lacunas, como se queira, fiz da frustração coisa gira (quase.budista...) e resolvi adoptar o termo, utilizando-o a meu belo prazer e significado, nos momentos em que queria dizer tudo e nada... Depois, passado um tempo, menos ainda, apareceu outro alguém a levar a sério a graçola, porque pelos vistos para alguns ou algumas, dita de modo sério. Ao que parece, acho agora também, tinha pouca graça... Digo eu, que fui ler sobre a questão da pós-modernidade e cheguei à conclusão que cresci nela e que para mim, já Era... Principalmente porque já lhe reconheço muitos constrangimentos e inconsistências. Bem, entretanto quer-me cá parecer que esta Era ou já se chama Global ou vai-se chamar, tenho que investigar... Salto então, já para a frente e decido assim, enquadrar-me na Era Pós-global, seja lá o que signifique, e também por isso, parece-me muito bem. Tudo por acontecer, tudo por descobrir :) - Primeiras! Afinal de contas alguém tinha que ser :)
Este ano não me apetece fazer nenhuma referência ao dia da Mulher... Acho que ando ofendida com a vida... Quem sabe, consequência da estranheza que comecei a sentir, a partir do terceiro dia seguido sem ir trabalhar... Não vou pensar mais nisso, claro que não, afinal "Amanhã é um novo dia!".
às
23:14
7.3.11
6.3.11
"Cura"
jejum . água morna . meio limão (do jardim horta)
(extracto de raíz) Hypericum perforatum 2x dia . serotonina . fascia
meditação . yoga/pilates/tai chi . massagem
meditação . yoga/pilates/tai chi . massagem
ar livre . rir . Primavera . sol . ler
frutas . legumes . biológicos . ómegas . nutrição . A a Z
desintoxicar . netipot . figado . esfoliar
sono . alongamentos . postura
Amor
às
21:29
4.3.11
Emoção em chinês

Acho que aquilo que estou a sentir é o mesmo que um chinês sentiria se de repente lhe dissessem que tinha quatro dias seguidos de férias
:/ :) :D
às
21:01
Não gosto do Carnaval
É dia de princesas, zorros, ninjas, enfermeiras, cozinheiros, muitos repetidos, muitos... E eu que não acho gracinha nenhuma ao Carnaval, gosto de ver e sentir a satisfação deles.
Aqui, um Batman que joga nintendo64 (um clássico...) e que vai à escola de lancheira :)
Ali, a passar, uma bruxa a comer banana.
Entretanto alguém desdenhou a espada de outro, dizendo que ia ser confiscada... na escola. Pode ser que sim... Afinal de contas tridentes, espadas, sabres e espingardas ainda que de plástico, pode tornar-se perigoso... Vai-se um poder... Com ares de coisa importante, dei-lhes um novo!
Minúsculos e médios, sabem todos agora uma palavra de "crescidos":
confiscar: v. tr.
1. Apreender em proveito do fisco.
2. Tirar (a alguém o que não deve ter).
A minha versão foi muito mais completa :)
A minha versão foi muito mais completa :)
às
11:42
2.3.11
Almeirão

Almocei lá, perto do Jardim-comestível. Convite para experimentar receitas de outros tempos, de outras gentes, também de outras crises. Ouvir histórias e aprender, gosto tanto :)
Salada de Almeirão
Feijão frade/branco cozido ou batata cozida
Cebola
Coentros
Limão, azeite, sal
Então foi assim:
Pusemos uma batata, grande com casca, a cozer e enquanto conversávamos fomos apanhar folhas de Almeirão e coentros :) Depois de muito bem lavadas, a amiga afiou uma faca e cortou muito fininho, tipo caldo verde, as folhas enroladas de Almeirão. Fui comendo azeitonas, também da casa e piquei uma cebola pequena. Numa tigela juntou-se o almeirão, a cebola, azeite, sal, os coentros também picados e o sumo de um limão grande que fui pedir ao limoeiro. Resolvemos fazer duas saladas e por isso dividimo-la ao meio. Numa misturamos a batata que entretanto já estava cozida e que depois de pelada, foi reduzida a puré com um garfo. Na outra, feijão branco já cozido anteriormente. Duas postas de salmão grelhado :) mesa! Muita conversa, mais azeitonas, tudo simples e maravilhosos, fresco e "feliz" porque carregado de amor e sol.
Também tempo para "desbastar" os coentros que não param de crescer e rir-me das minhas primeiras alfaces que hão-de precisar de mais espaço, mas que por enquanto estão noutro vaso azul giro :)
às
21:07
1.3.11
Maiores de 43
Hoje aprendi mais uma palavra em Inglês.
Depois aprendi que se pode pontuar assim ...!?! (deve ser do novo acordo ortográfico...). Como não percebi o tom do que não conheço e o pudor estava instalado...
Palavras Chave: respeito; pudor-ainda-assim; 44-anos; humor-parvoíce; amizade.
Depois aprendi que se pode pontuar assim ...!?! (deve ser do novo acordo ortográfico...). Como não percebi o tom do que não conheço e o pudor estava instalado...
sexting: the sending of sexually explicit photographs or messages via mobile phone
Palavras Chave: respeito; pudor-ainda-assim; 44-anos; humor-parvoíce; amizade.
às
21:27
E agora,
como é que tiro ou escureço o cinzento das laterais? É que a minha visão periférica não sossega... hum... Bem, para já, recuperei o azul, alarguei a escrita e as imagens, perdi umas linhas, guias que gostava... No arquivo não consigo tirar o nº de msg publicadas em cada mês e foram-se os pontinhos que preferia ver também ali. Enfim.
às
15:55
é a loucura da ignorância!!
De um blog para o outro, do antigo que foi todo alterado e que aqui não funciona, para uma ferramenta de Design que aqui existe mas lá não. Lá, no meio das alterações, tinha perdido a possibilidade de ir directamente para os posts mais antigos sem passar pelo arquivo, aqui gostava de recuperar essa funcionalidade. Lá tinha o corpo ou limites ou seja o que for, demasiado estreito, aqui quero maior, do novo tamanho das imagens que entretanto se atiram furiosamente para cima do arquivo.
A ignorância é uma coisa muito triste. É!
Mas sempre uma possibilidade de aprendermos mais. É, é!
às
11:18
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