29.4.08

42!!
muito de improviso, com assuntos improváveis pelo meio, foi muito muito bom e agora que penso, estiveram absolutamente os certos e maravilhosos :)

29.7.07

2 anos


de céu azul, sem fumar :)

29.4.07

41!!

23.1.07

crepes do meu irmão Francisco


durante as sucessivas adolescências, em casa da minha mãe, houve a fase dos crepes e respectivas experiências sempre na tentativa de conseguir fazer, a receita mais rápida. Que quando se tem 15 anos e a gula nos assola...
Ainda não percebi porquê, mas quando foi a minha vez, a pegar com a da minha irmã, a receita que tínhamos obrigava a uma penosa e desesperante espera de 1 hora enquanto a massa "poisava". Brutal! A verdade é que se tentávamos fazer os crepes antes de passada a megera da hora, eles desfaziam-se e davam-nos cabo dos nervos. Eis senão quando, na vez da minha irmã, a pegar com a do meu irmão... Justiça seja feita ao elemento masculino. Talves tenha sido a testosterona, ou quem sabe o olhar de fazer ciência com que abordou o caso culinário... A verdade é que foi ele quem inventou, depois de muita experimentação como se quer em ciência, a massa perfeita/feita, à medida da velocidade da gula de um adolescente:
1 caneca de farinha

1 caneca + 1/4 de leite
1 ovo

1 golo de óleo
sal q. b.
Misturar tudo e bater, com um garfo ou aquela coisa de varetas. Frigideira antiaderente um bocadinho de óleo ou azeite, muito pouco, se demais escorrer quando quente. Esperar que aqueça, fazer o crepe com uma concha de sopa de massa. Esperar um bocadinho até se soltar e com uma espátula virar. Esperar mais um bocadinho e pôr num prato. Fazer uns tantos seguidos. Se sobrar massa, pode guardar-se no frigorífico. Sugestão: comer um crepe com manteiga alternando com um de doce (um doce qq).Vale a pena experimentar esta receita de provas dadas, por três razões: é mesmo muito rápida, é mesmo muito fácil, é mesmo muito boa.

29.12.06

eu (em dissonância cognitiva)

estava/já não está aqui uma imagem, de metade da minha cara, em que tropeçava sempre que cá vinha.
dissonância cognitiva resolvida. Ah grande Festinger!

com um céu assim...


uma paisagem assim...



e uma luz assim...




voltei a sintonizar-me :-)
Fui , durante meses, quase todos os dias. Depois perto do verão com muito calor, troquei-o pela praia fora de horas, a todas as horas, sem horas. Depois começou a universidade e a adaptaçao necessária aos novos horários, de horas certas e a certas horas.
Agora voltei e senti novamente o bem que me faz.
Estou de volta!

23.12.06

estive a...


, em plena e adorável negação!
Com apenas uma semana de férias cheia de festas e correrias. Com tanto o que estudar para testes e frequências... não sei por onde, nem como começar.
Há mais ou menos sete anos e meio, descobri que, quando entro numa livraria são os livros que me escolhem e não o contrário. Quer dizer, às vezes nenhum me escolhe mas a maior parte das vezes tenho a sorte de ser escolhida. Passeio entre as prateleiras e olho-os assim quase pelo canto do olho, só para ver se algum me acena. Gosto de livros exactamente como... sou... sem preconceitos quanto ao grau de erudição, ao tema ou à fama. Sem tendência para correr à procura do politicamente correcto, de graus, de patamares ou fundamentalismos. Sou alérgica a qq tipo de fundamentalismo, acho que deve ser pq implica com a tolerância. Mas dos livros gosto quase em absoluto, principalmente desde que percebi que me escolhiam, no momento certo, pertinente, possível. E gosto tanto deles porque, no valor imensurável das frases, das palavras, de uma frase e às vezes de uma só palavra e porque, na partilha, na entrega, na importância, ou "apenas" no gozo, viajo à descoberta de mim e através dos outros. É precisamente acerca de uma viagem, ou de vários tipos de viagens, que este livro fala. Escolheu-me, sei agora que já o li, porque a medida do olhar da jornalista que o escreveu é parecida com a minha. Nem demais nem de menos… e assim eu própria pude partir em viagem para voltar feliz e forte.
Amanhã começo a estudar.
(j)

14.12.06

as II jornadas do gabinete de neuropsicologia...


decorreram hoje no Hospital Egas Moniz.
Eu estive lá :-) e não quero deixar de felicitar todos os organizadores e participantes, por um momento de generosidade absoluta, na partilha e abordagem de experiências e descrição de enquadramentos e realidades do nosso país. A vida é assim mesmo, feita de pontos de viragem!Foi muito bom!

10.12.06

confortável que nem um...


platypus!
ou como quem diz ornitorrinco.

27.11.06

doce luisínha


com beijinhos de fada madrinha

19.11.06

Nietzsche também tinha mãe!


Há três anos descobri, senti, que os Niilistas mais não foram, o que não é pouco, que pessoas com grandes depressões não diagnosticadas. Agora, enquanto mergulho no universo dos pensamentos e a propósito de conceitos tão difíceis de modernidade e pós-modernidade, tropecei nesta frase e pareceu-me no mínimo demasiado criativa para o Mundo da depressão.
"Mas chega um momento em que a vanguarda (o moderno) não pode ir mais além porque já produziu um metalinguagem que fala dos seus textos impossíveis (a arte conceptual). A resposta pós-moderna ao moderno consiste em reconhecer que o passado, já que não pode ser destruído porque a sua destruição leva ao silêncio, deve ser revisitado: com ironia, de maneira não inocente."
Ou também se pode dar o caso de não estar a perceber nada. E de ser o meu Ego a armar-se em bom.

17.11.06

pois...



descobri Giddens em ICS e gostei, o Prof. à laia de desabafo, de passagem, suspirou uma desilusão qualquer, eu ouvi... (vou acabar por ter que perguntar).
Entretanto sempre às cavalitas Av. da Liberdade abaixo Av. da Liberdade acima, continuo à descoberta.

12.11.06

um presente quase de Natal,


o céu e o mar de um azul perfeito. Um banho cristalino de liberdade e luz. Uma irmã entre irmãs, filhos muitos e um pai tantas vezes. Foi muito bom.

6.11.06

às voltas com...


ICS e IHPsic.

21.9.06

amor


meu e lua minha.


3.9.06

irmã do céu

«Escrever é como pintar mandalas. Só quando se acaba a rodinha dos azuis é que se percebe que lá dentro vão ter de estar os amarelos.»
Mandala da inês :)

10.8.06

(a)mar o mar


um velho, novo amor da mar.
Tenho ido para a praia com a mar e a matilde às 9:30 da MANHÃ!! a mar anda feliz com o surf e morta de cansaço, claro está. No segundo dia estavam tão doridas e estafadas que adormeceram logo depois de almoçarem. Doi-lhes tudo até musculos que não sabiam que tinham. A praia, é muito "especial" e nesta altura do ano está repleta de grunhos, nem se vê a areia... Eu lá tenho estado sentadinha nas rochas, porque não dá mesmo para me despir e esticar, de certeza que ficava com as pernas debaixo do chapéu de alguém e era apalpada na certa! Mas tem sido divertido na mesma. As pranchas são maiores do que elas, demoram imenso tempo a vestir o fato e a carregar as pranchas pelo meio de toda aquela gente até à água. Depois é vê-las esfalfarem-se para não perderem uma onda por mais minúscula que seja, como se o mar não fizesse ondas sempre e pudessem perder a última. Tentam durante duas horas e meia pôr-se em pé. A Matilde já conseguiu umas vezes e a mar e o n. (prof.) bateram palmas. A mar ainda só vai até ao joelho mas está feliz e só diz que nunca vai desistir. É mais pesada, por isso é mais dificil logo de início, mas com tanto exercício vai ficar uma sereia daqui a uns dias, a Matilde essa desaparece de certeza. Já decidimos que ela fica com o surf como desporto ao longo do ano. É bom ter uma paixão assim, entre outras, na vida!
(cont.)


Hoje de manhã lá fomos, outra vez, para o meio do pessoal. Resolvi levar a máq. para fazer uma reportagem fotográfica. Comecei no vestir dos fatos e na ida para a praia com as pranchas. Claro que mal se vêem as caras delas porque deu-lhes a vergonha. Já na praia, fotos do aquecimento oh!, oh..., acabaram as pilhas... desato a correr para fora da praia para ir comprar pilhas novas. Ok lá ao fundo, depois da estrada, há uma bomba de gasolina com uma loja. Entretanto uma rapariga, também do surf, pediu-me se lhe guardava os chinelos. Claro! Voltei para a praia a correr, um calor de morte, eles já lá não estavam... Ah estão ali, vão a nadar e vão contornar o pontão para ir para a praia do lado que tem menos gente e mais ondas. Sim porque hoje o mar estava flat :P Saio da praia a correr, em direcção ao pontão e vou até à ponta fotografar mais um bocado. Ups! Esqueci-me dos chinelos da rapariga na bomba!! Deixei-os pousados em cima do cesto do lixo, quando estava a pôr as pilhas novas. Bolas! E logo agora que eles estão a chegar à praia e vão começar... e se já roubaram os chinelos da rapariga? Bem, posso sempre lavar os meus, pedir imensa desculpa, e dar-lhos, afinal os meus até são desta cor maravilhosa, fica a ganhar... e eu? Vou descalça... Ok percorro novamente o pontão e corro para a estrada até à bomba... os chinelos não estão lá! Ufa estão ali! Mais uma corrida, desta vez directamente para a outra praia, ah! Por isso é que vieram pelo mar! Não tem escadas para descer e por isso, também, é que tem pouca gente. Vamos lá ver se não me parto toda rochas abaixo. Consegui! Pedi a umas raparigas, nas rochas à beira mar, para olharem pelo meu saco e roupa e aqui vou eu tirar fotos às surfistas. A mar está a deitar-me olhares de ódio como quem diz: Olha lá aquela emplastra, que vergonha, está aqui está em cima da minha prancha. Ódio Ódio. A Matilde como não era a mãe dela, estava na maior. Lá me aguentei ao ódio um bocado amachucada, sempre a pensar, no prazer que sabia que iriam ter depois, com as fotografias se ficassem giras, esperemos!! Depois resolvi parar, fui tomar um banho, merecido, sempre com o desdém da mar. Eis senão quando... ela mudou de perna com que tentava levantar-se na prancha à quatro dias e conseguiu pôr-se em pé!! Já estava a ficar muito frustada e por isso ficou radiante! Aqui a emplastra , agora nas rochas verdes de limos e portanto em risco de grande queda, fez uma festa e ela perdoou-me e fez-me um sorriso, agora os ânimos voltaram a estar altos. Voltámos, eu tão cansada
como elas, mas contentes e muito felizes!