22.7.11
Fiquem sabendo que...

Às vezes... É assim que é...
às
10:21
21.7.11
respirar
v. intr.
v. tr. v. tr. e intr. s. m.
1. Aspirar e expelir consecutivamente o ar por meio dos pulmões.
2. Viver.
3. Descansar, parar.
4. Soprar brandamente (o vento).
5. Absorver por meio da respiração.
6. Ter o cheiro de, cheirar a.
7. Exprimir, indicar.
8. Anelar, desejar com ardor.
9. A respiração; o arfar.
às
15:56
E se...
Estou aqui, estou aqui! E gostei tanto! Também de ser nome de "etiqueta" :) Eu sim, em medida de lamechas, que afinal é de todos, quase ao ponto da lágrima de mimo :) Ando com a vida estranha... de boa e má, toda misturada, de fins e inícios, que por vezes nem sei de quê, como e quando.
às
15:51
20.7.11
14.7.11
Lua Cheia
Há quase 4 meses, no dia 19 de Março, foi dia de Lua cheia, mais cheia do que a maior parte delas. Foi dia de Super Lua e eu, que aproveito tudo ao meu alcance para bons pensamentos e pedidos, onde assumo com fé o que quero da vida, inspirada por uma "amiga" de um blog que sigo também de há uns meses para cá, pedi. Ah pois é, pedi com toda a força! :) E foi no que deu, o belo do encontro que não não foi dele nem meu, porque melhor ainda, foi dos dois. Amanhã é dia de Lua Cheia e eu não vou estar aqui porque tenho mais que fazer.
Vamos atrás da magia dela :)
às
21:34
12.7.11
Que fique registado para um dia...
Os primeiros olhos e os primeiros sorrisos, lindos :)
O meu :) foi um só, do princípio ao fim.
Temos muita sorte, os 4 melhores do mundo e mais além.
Termina agora a segunda parte do duríssimo Triatlo Algarve/Marrocos/Sesimbra
Ontem +1, hoje mais 2... cartas :)
O meu :) foi um só, do princípio ao fim.
Temos muita sorte, os 4 melhores do mundo e mais além.
Termina agora a segunda parte do duríssimo Triatlo Algarve/Marrocos/Sesimbra
Ontem +1, hoje mais 2... cartas :)
às
20:34
11.7.11
9.7.11
E já agora...
Era só o que faltava... A vitória da maluqueira! Não, não, não!
O Poder da Verdade (reposta), é mesmo só o Nosso, aquele que vence, e o único que me interessa.
Foi ele que fez o reparo... E eu, embora às vezes não pareça, ouvi e prestei muita atenção.
Já pode haver internet novamente em todo o continente africano, já pode... :)
O Poder da Verdade (reposta), é mesmo só o Nosso, aquele que vence, e o único que me interessa.
Foi ele que fez o reparo... E eu, embora às vezes não pareça, ouvi e prestei muita atenção.
Já pode haver internet novamente em todo o continente africano, já pode... :)
às
18:19
Acreditar-no-Pai-Natal
(todos os natais, o Pai Natal feito por ela, ainda anda por cá)
Quando a M. era pequena e andava numa escola dita um bocadinho "especial", a questão de acreditar ou não no Pai Natal, nem sequer se punha. Era raro o menino ou menina, por menos idade que tivesse, que naquele universo de famílias, fosse levado a acreditar numa história assim. Era vista principalmente, como um "enganar-de-criancinhas", ainda para mais sabendo que viria a ter de ser desmascarada mais tarde ou mais cedo, e fazer dos adultos responsáveis, praticamente uns aldrabões aos olhos das suas crianças :) A sensação (parva, acho eu agora) que aqueles adultos tinham era na maior parte dos casos esta...
Entretanto fomos para Itália e a M. no Natal, na sua nova escola, deparou-se novamente com o assunto. Ali, contrariamente a cá, não há menino nenhum que não acredite no Pai Natal e até mesmo na "Befana", a bruxa que juntamente com os reis magos vem trazer doces ou carvões aos meninos bem ou mal comportados.
- Mãe! Tenho uma novidade muito boa para te contar!
- Sabes?! - Afinal o Pai Natal existe!!! :))
... Ó M.... Lembraste que já falamos disso? Em Portugal... Já te expliquei... A história que alguns pais contam a alguns meninos, porque provavelmente também lhes contaram a eles em criança...
- Não mãe! Não estás a perceber! Afinal é mesmo verdade!!
- M…
- Foi a professora que confirmou, eu perguntei-lhe! E as professoras não mentem! Eu tentei explicar a uma amiga que o Pai Natal não existia e ela ficou a olhar para mim e disse que eu estava maluca, e por isso disse-lhe que a minha mãe me tinha explicado, que alguns pais contavam aquela história… Fomos falar com a professora e eu contei-lhe também que tu me tinhas dito a verdade…Ó mãe, a professora disse que era verdade, que ele existe!! Ele existe!!! Não é giro?! Estou muito contente, por te teres enganado… :)
Bem, foi uma trapalhada de pensamentos… Andei horas a hesitar entre passar por mãe aldrabona, por deixar que a palavra da professora fosse de maior confiança do que a minha..., e deixa-la viver aquela que afinal de contas era uma alegria (estava à vista), sinal de inocência ajustada e possível apenas naquela idade, comum a todos os meninos do novo universo dela…
Fui falar com a professora, ainda falava mal italiano e lembro-me que não foi fácil :) Depois de algum pasmo e estranheza, acabamos por chamar a M. à parte e a professora lá lhe explicou que de facto mais do que o prazer do Pai Natal existir, a mãe era de confiança… E que ainda assim os outros meninos, todos, não podiam saber de nada, nem desconfiar e por isso ela, embora da idade deles tinha que os “proteger” da verdade, como faziam os adultos…
A M. saiu da escola pela mão da mãe-de-confiança, e quando chegou a casa virou-se para mim com um ar pensativo e decidido e disse:
- Sabes mãe, estive a pensar e percebi que se acreditarmos muito numa coisa é como se ela fosse verdade, e eu quero acreditar… A partir de agora acredito no Pai Natal, olha que acredito mesmo! E por isso existe :)
Eu muito espantada a olhar para ela feliz, e tão feliz por ela, que escolheu ser criança.
Ela tinha 6 anos, e acreditou o tempo que quis acreditar.
Eu tinha 24 anos :) e, ainda hoje, "acredito-quase":)
às
00:55
8.7.11
Cartas de ♥ Amor ♥
Anos de sufocos, de sustos, de medos, de pasmos, de responsabilidades. Com o passar do tempo fiquei com medo da caixa do correio… Contas maiores do que eu, minhas e dos outros..., avisos, notificações. Houve alturas em que o pânico do correio era tanto que combinei com uma amiga trocar medos… Ela abria-me a caixa e eu ouvia-lhe as msg de voz… As raparigas são assim... :) Aos poucos ainda que devagarinho, voltei a abrir eu, o-meu-pseudo-martírio, ainda que, quando estão lá muitas cartas, cerre os olhos como se estivesse à espera do susto num filme de terror…
Diariamente olho-a de lado, tento perceber se já está a transbordar de publicidade e se o carteiro ainda consegue pôr lá alguma coisa. Volta não volta, em dias de coragem em alta, normalmente em fim-de-semana, atiro-me a ela e dou-lhe um ar de normalidade.
Ontem, bem… Ontem à noite, por sugestão, fui ver o correio e por cada três cartas, das que não gosto e molhos de publicidade para a reciclagem, estava uma de amor :) Postais e envelopes, desenhos, suspiros e promessas também de coragem…
Quando o Amor nos lambe as feridas uma a uma, é muito bom :)
às
10:30
6.7.11
Amor-incondicional-de-espécie
De Deus não sei… Desse Deus que não o meu… Ainda assim, no Acreditar do Todo, e que me preenche aquele que seria o vazio, injusto ainda que natural da necessidade de pertença, de todos os seres humanos… Sei que não estou só.
“A enorme capacidade de amar, de dar e de aceitar o sacrifício, não decorre de “desinteresse” ou “altruísmo” mas precisamente de “interesse”, por sentirmos que aquela pessoa que amamos nos inspira e nos dá esperança de uma terra e de uma casa indestrutíveis. Este é o mote que sustenta a longa busca por um relação segura.”… (esta citação já não corresponde ao texto original, que foi alterado. Mas como para mim, este é muito mais bonito, fica assim). É tão verdade, não é? Tão certas as palavras… Também acho que sim. Como tantas vezes, são as aspas que sustentam o tom, a meu ver “errado”, do preconceito que admitamos, existirá sempre, porque também ele faz parte de sermos assim.
Não acredito em desinteresses, nem em altruísmos, de um modo absoluto e independente, não. Nem no amor, nem mesmo naquele por um filho, ou pai ou mãe. E nem por isso o vejo ou sinto, esse amor, menos real, menos absoluto, menos incondicional. Quando nascemos, “olhamos” para quem se nos apresenta presente, com a nossa vida nas mãos, e segundo a segundo, minuto a minuto, aprendemos, no treinar, aquilo para que estamos destinados que, ainda que lhe chamemos amor, é ter sucesso no sobreviver… Eu choro, ela/ele beija-me, protege-me, alimenta-me. Eu sossego, ela/ele guarda-me. Sou dela/dele, a minha sobrevivência e parte da sua também… É pois assim, numa dança de interesses e altruísmos de amor, que nos salvamos, que nos inspiramos, que nos perpetuamos e nos transcendemos. E na crueza do propósito da espécie, é Belo, Verdadeiro e Puro..., ainda assim… Amor incondicional a cada momento de Verdade, de nós próprios.
Haja pois Verdade, isso sim…
às
10:27
4.7.11
Efeito-borboleta
Hoje acordei com o medo acachapado em mim... Aquele que volta não volta me reduz à minha insignificância, e me lembra que, para todos os efeitos, no "ecossistema" que é o meu, estou perto do fim-da-cadeia-alimentar, presa por fiozinhos ténues, voláteis, que tremem a cada bater de asas, à minha volta.
às
20:40
3.7.11
30.6.11
Terapia do
1. Descanso dado a uma terra cultivada.
2. O terreno que está de pousio.
3. Inculto.
às
18:25
Um mês
depois, do pensamento possivel, aquele que existiu sempre, guardado no fundo do meu cerebro. Trinta anos depois, "acho que o irmão se chamava *... pode ser que saiba...".
Sabia... Ele, eu... Soube... Eu, ele... Sabíamos... Eu e ele... Nós dois... Soubemos... Ele e eu... Nós... Sabemos.
Um mês de tudo… Muito, tanto, rápido, rapidíssimo, lento, imenso, certo, natural, surpreendente, simples, de sempre, de agora, de amanhã… Sim de amanhã... Porque só assim se vive sem ser de consumo, sem que se consuma. Justo, merecido, bom, do céu,
o Céu…
às
18:23
29.6.11
Árvore da Vida
Não foi boa a sensação, não é boa… A vulnerabilidade que dói… Injusta, depois do luto recente, na urgencia da paz merecida.
Ontem fui ver a "Árvore da vida". O filme mais belo que já vi, um poema... Cheio da amargura mais doentia, porque também injusta, de quem é educado a contar com Ele, para a explicação de tudo e do todo. Tão belas... As texturas, as cores, os enquadramentos, a luz e as sombras, também a contrastar, com aquelas das almas atormentadas pelo medo, da perca de identidade, que na pertença do todo, nesse estado de Graça, não poderia nunca desaparecer. Não entendem… E também por isso não aprendem a “largar” e a reconhecer, no absoluto, o lugar que nos pertence, “apenas”...
Nessa dimensão, nessa vulnerabilidade ainda que humana e que por isso dói, mas que não me pertence de fatalidade, podia perfeitamente ter visto o filme apenas feito de imagens e da banda sonora, não tivesse sido mais uma vez apanhada de surpresa, também pela vida, também dos outros. Não foi boa a sensação, aquela do filme mais belo, que vi apenas porque sem pré-aviso e que não voltava a ver. Vim para casa.
às
15:45
25.6.11
23.6.11
Buddha
(sânscrito buddha, desperto, esclarecido, iluminado, particípio passado de budh, despertar, acordar, esclarecer, iluminar)
1. No budismo, designação dada a quem alcança um estádio de iluminação ou sabedoria suprema.
2. Representação de Siddhartha Gautama (século VI a.C.), o Buda, fundador do budismo.(sânscrito buddha, desperto, esclarecido, iluminado, particípio passado de budh, despertar, acordar, esclarecer, iluminar)
:)
às
23:24
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