E tantas outras, todas belas também.
19.9.10
Yoga vida ♥
"A vida engoliu-me.
Nova Iorque engoliu-me.
Digerida neste processo, partida em bocadinhos, até me tornar toda eu uma papa sem forma, sem lugar. A cada dia, mais desfeita, moida, até não ser mais do que partículas, essências de mim, e ser por fim absorvida pela vida, pelo tempo, pela cidade que me destruiu, passando a fazer parte dela, a ser, também eu, ela.
E, não obstante o processo de eliminação, conservo e nutro cada vez mais aquilo que me separa e distingue de nova iorque, algo tão simples mas que nunca pensei ter, até me confrontar com uma forma de vida diferente, um país e cultura diferentes. identidade do meu país, identidade portuguesa, uma coisa que não valorizamos lá muito até que estamos longe e damos por nós a ouvir sérgio godinho com novos ouvidos e a sorrir com cada palavra tão bem pronunciada na língua que já não ouvimos nas bocas, nas ruas, nas pedras da calçada que ficaram, também elas, do lado de lá do atântico.
Estou bem.
Mas estou também muito metida no meio desta grande engrenagem, onde o tempo passa a correr, a correr, a correr, e eu não sei se quero correr assim tão depressa como eles. correr para onde? Queria correr e corri até aqui, mas agora penso que se calhar quero mais é andar a um rítmo meu, se calhar saltitar, comer gelados, saltar e dançar de mãos entrelaçadas nas dele.
Tenho saudades de casa.
Tenho saudades da minha casa. mas que casa, se ainda a estou a construir?
Ando para a frente, corro até, imito os outros, mas por dentro sei que, ok, agora corro, aprendo, trabalho, faço sopa pela primeira vez e tomo conta de mim. Já era tempo de ver que a vida não mete medo nenhum. Sair da minha gaiola de algodão e ver que sim até posso cair e esfolar o joelho porque estava ao telemóvel na bicicleta a falar com ele-em-berlim-na-bicicleta-dele mas estou bem e fartei-me de rir porque é o tipo de coisas que me acontecem, ver a lomba e achar que consigo; cair em câmara lenta, apanhar o telemóvel e continuar a falar. Rir e rir e ir para o trabalho com o joelho raspado como se tivesse 6 anos e tivesse estado a saltar ao elástico no colégio. Feliz da vida.
Perdi o fio à meada.
Tenho é muitas saudades de casa porque ás vezes apetecia-me carregar num botão de pausa e ir só ali dar uns abracinhos e voltar.
Não sinto que isto seja a vida a sério, a vida à séria. Uma experiência, mas não sei porque é que não a vejo como parte da vida. se calhar porque é a primeira vez que vivo assim, longe de casa e por isso parecem mais umas férias grandes, mesmo mesmo grandes. Mas ao mesmo tempo, invade-me uma vontade de continuar a descobrir outras novas pseudo-casas, novas marias-noutro-lado-qualquer, novas experiências que por agora não são vida mas que um dia serão. porque já são, mas eu é que não vejo.
Porque às vezes parece um sonho, olhar pela janela do estúdio e ver o empire state building, andar na rua e ver pessoas e coisas saidas de filmes. Ouvir e falar numa língua de filme, de livro até, mas que não é uma língua de casa. Faz-me estar fora de mim, longe de mim, como se eu fosse um autocolante que não sabe mais onde está a parte de trás. Sinto-me assim, des-autocolada de mim às vezes - O que não faz mal. mas é estranho e interessante.
Se calhar por isso não escrevi durante um mês. Estive muito longe de mim, mais do que alguma vez estive, e só agora regresso, só agora olho para mim, respiro fundo, e vejo as transformações. o cabelo que ultrapassou os ombros, as bochechocas novas resultado dos cookies, das pizzas, dos chai lattes, dos noodles e da comida de merda que aspirei sem travão (porque nunca tive nenhum, nunca precisei), a ferrugem nas articulações a estalar na primeira aula de yoga depois de anos.
Yoga.
Yoga é casa, e não quero com isto soar como uma freak das taças tibetanas. Yoga é casa para mim porque durante anos representou uma rotina boa, uma colecção de momentos bons, uma sensação de estabilidade, de segurança, de sabedoria e amor que vem de dentro e que está desligado de qualquer ideia de tempo e espaço, simplesmente é o que é. Como ir ao cinema e esquecer-me que não estou em Portugal, só que com a diferença de que no cinema esqueço-me também de mim.
O yoga traz-me de novo a mim, e isso trouxe-me aqui ao blog, extensão de mim, que é também um fio de muitas pontas, por onde envio beijinhos imaginários que como diz o joão gilberto, são mais do que os peixinhos que há no mar. e eu fico maravilhada com as palavras dele e maravilhada também com a impermanência e relatividade das coisas - Aquilo que outrora não me despertou a atenção, toma agora um novo sentido, uma nova dimensão e forma.
Às vezes lembro-me das roupas que deixei em Lisboa. na altura de fazer as malas quis deixar tudo para trás, esvaziar-me de lisboa para me encher de Nova Iorque. mas dou por mim agora e tenho saudades de algumas coisas. mas não me importo, e digo para mim que quando voltar me vai saber bem, vai ser giro ver com novos olhos os bocadinhos da maria-antes-de-nova-iorque e, no contraste, na diferença, ver o reflexo de quem me tornei."
daqui :)
às
12:07
Lu Jong
Acredito no Yoga como representação da vida, da ordem natural do universo.
As poucas vezes que experimentei junto com outros, senti-me sempre demasiado posta à prova no meu olhar crítico, quando me confrontava com as minhas incapacidades e limitações fisicas… Não tenho elasticidades nenhuma! Mas o Yoga diz-nos precisamente que não existe uma medida fixa a alcançar, que o importante é o passo seguinte que conseguimos dar na nossa medida, “apenas” isso. Acredito no Yoga, mas não o consigo praticar, ainda.
às
11:59
Começo aqui
Atrevo-me ainda que apenas por breves instantes a acreditar na sensação de segurança, que quem sabe vem para durar.
Nesta foto, eu, uma sombra debaixo de uma carrinha, uma cerveja, em boa companhia, na festa. É assim simples, para mim, o amor que me resplandece -10 anos :) E sei que na ordem certa do universo, basta que me continue a esforçar e a dar, para que me encontre também nele.
às
11:33
14.9.10
14+09+2010=5+9+3=17=1+7=8*
*segundo a numerologia, 8 é o número da realização de projectos materiais e do controlo da matéria. Representa materialização dos desejos, poder, equilíbrio, competência, determinação.
:)
às
21:31
4.9.10
3.9.10
2.9.10
Olha olha,
sou sempre (só uma ou outra vez nos meus anos todos) apanhada de surpresa, quando percebo que há mais quem perceba e repare assim. Tão bem descrito o fenómeno. E eu que nem conheço os The National... mas conheço e reconheço da "cena".
Fui lá dar, através da Lia, claro :)
Fui lá dar, através da Lia, claro :)
às
00:31
1.9.10
Miserável
nem com a ajuda de amigos se consegue vencer o sistema.
miserável
adj. 2 gén.
1. Que é muito pobre. ≠ abastado, opulento, rico
2. Que não tem valor. = insignificante, reles
3. Que tem dimensões muito pequenas. = ínfimo
adj. 2 gén.
4. Que ou quem vive na miséria. = indigente, pobre
5. Que ou o que desperta compaixão. = desgraçado, infeliz, mísero ≠ feliz
6. Que ou o que inspira desprezo. = desprezível, torpe, vil
miserável
adj. 2 gén.
1. Que é muito pobre. ≠ abastado, opulento, rico
2. Que não tem valor. = insignificante, reles
3. Que tem dimensões muito pequenas. = ínfimo
adj. 2 gén.
4. Que ou quem vive na miséria. = indigente, pobre
5. Que ou o que desperta compaixão. = desgraçado, infeliz, mísero ≠ feliz
6. Que ou o que inspira desprezo. = desprezível, torpe, vil
às
21:10
31.8.10
parftilhar . reciclar
Hoje fui ao Liceu Camões, mais uma vez tratar de epopeias das filhas.
É tão bom e simples quando as pessoas que trabalham nas escolas se dão ao trabalho de pôr boas ideias em práctica.
às
19:22
29.8.10
28.8.10
Giulia Orecchia ♥

Ogn´una piu bella quell altra! É più "cresciuta", lei.
É stata mi professoreza é rimasta mia amica. Orgoglio.
Magari io c´ero li cosi, ed ero felici :)
às
21:17
27.8.10
Leituras de Julho
Enquanto trabalhei doze horas seguidas por dia, durante um mês e meio, aproveitei todos os bocadinhos. Muitos não estão aqui, porque não cabem nem puderam ser meus.
A biblioteca.
Sonho, destino.
às
12:36
26.8.10
Amor e Seu Tempo
Amor é privilégio de maduros
estendidos na mais estreita cama,
que se torna a mais larga e mais relvosa,
roçando, em cada poro, o céu do corpo.
É isto, amor: o ganho não previsto,
o prémio subterrâneo e coruscante,
leitura de relâmpago cifrado,
que, decifrado, nada mais existe.
valendo a pena e o preço do terrestre,
salvo o minuto de ouro no relógio
minúsculo, vibrando no crepúsculo.
Amor é o que se aprende no limite,
depois de se arquivar toda a ciência
herdada, ouvida. Amor começa tarde.
Carlos Drummond de Andrade
Amor é privilégio de maduros
estendidos na mais estreita cama,
que se torna a mais larga e mais relvosa,
roçando, em cada poro, o céu do corpo.
É isto, amor: o ganho não previsto,
o prémio subterrâneo e coruscante,
leitura de relâmpago cifrado,
que, decifrado, nada mais existe.
valendo a pena e o preço do terrestre,
salvo o minuto de ouro no relógio
minúsculo, vibrando no crepúsculo.
Amor é o que se aprende no limite,
depois de se arquivar toda a ciência
herdada, ouvida. Amor começa tarde.
Carlos Drummond de Andrade
às
16:34
24.8.10
Cura

(instalação ;)
Foi um ano lectivo duro e longo. De medo, responsabilidade, cansaços extremos, sustos, desgostos, partidas. E eu que percebo quem pensa na morte e ainda assim não entendo a possibilidade de com duas filhas o poder fazer. Será que é quando o desamor total? De família, de amigos, de si próprio? Pois, não sei, eu cá tenho duas filhas, e também gosto de mim. E por isso corro, corri o ano todo.
Estafei-me. Quando parei finalmente há duas semanas, nem percebi que me encarquilhava, até chegar a dor… Tendinites, cervicais, articulações, gritos de estafa.
Micro
ruptura(s)
s.f.
Ato ou efeito de romper; rompimento, interrupção.
s.f.
Ato ou efeito de romper; rompimento, interrupção.
Quebra, fractura.
Quebra de relações sociais
Hoje vou fazer um mapa no Exel e organizar a vida toda até ao último cêntimo. O mindMap já está feito, o mail e tabelas para os pais, também.
às
13:23
18.8.10
devia-estar-aqui-um-coração-que-não-sei-fazer-ainda...

Quando tinha a idade dela, estávamos as duas sózinhas em Milão, ela tinha 6 anos :)
às
23:48
16.8.10
12.8.10
Depois de ontem, coragem da verdade, liberdade e chuva de estrelas
Ontem senti-me estranha, o dia também estava.
Hoje, de manhã, levei a amiga a tomar café na Rua da Liberdade com o Che Guevara. O António tinha ido lá abaixo ao pão, - deve estar a chegar... A chave do museu que pertence à associação também está lá, fechada. Vamos passear. Esta é a Casa, passeamos, vemos a igreja, Largo da Liberdade. Rua do 25 de Abril de 1974 (que esse é que é mesmo importante), ali está o museu, segundo sei é Árabe, fechado. É uma casinha branca e redonda, com uma meia-lua no "telhado" em bola. A porta fechada tem um buraquinho por onde passo a objectiva da máquina. Três imagens, o museu todo visto. - Que estranho, tem um altar, repara a amiga, - pois se é árabe?... Realmente... Voltamos para trás a olhar as plantas e o reboco das casas, de volta ao largo. Não vemos pessoas mas sentimo-las lá, numa sensação boa que nos recebe. Quero espreitar as traseiras da Casa, sei que há lá um espaço porque vi fotografado do céu. Ali está a Rua 1º de Maio, falta-me descobrir a Rua dos Capitães de Abril. De volta ao António um Sr. olha para nós e questiona-se no olhar tranquilo. O António foi lá abaixo e sim, vive-se bem aqui. Que pena aquela Casa… Ah sim, aquela e ainda aquela, são de um Sr.. muito rico que tem quase tudo aqui à volta. Emprestou a do lado para a associação mas ficou ao abandono. - A Casa, até era jeitosinha e tem um espaço para trás (eu sei) e um poço de lado. – Aqui não há drogados e isso. Eu até deixo a chave do lado de fora da porta da minha casa. – Estamos bem, quase todos reformados.
O homem continua, sereno, agora lançado adivinha-me os prazeres, quando me vê olhar os baloiços – Mas sabe? Os filhos trabalham fora, mas nesta altura passam por cá e começam a ser pais. – Temos 4 bebés novos, e isso já não é nada mau. São três meninas e um menino, ele já nasceu elas ainda não.
Já de volta, por caminhos íngremes com a vista partilhada que reencontrei. – Olha as silvas carregadas de amoras, repara a amiga bem sentada lá no alto.
Fica marcado o encontro com o Che Guevara para um dia.
Hoje, de tarde, mais das histórias dos últimos dias, também das viagens. Solta-se na urgência de quem compreende que pode e deve, porque merece, confiar. Precisa tanto, vê-se e sente-se. Eu adoro, enchem-me as medidas, porque aprendo e vivo-as também. Sem perguntar quase nada para que o guião seja o de verdade e bom, deixo-me envolver nas imagens sentidas e saudosas, que me levam pelo mundo de gentes, sons, imagens de cores fortes e de contrastes, de cheiros, de paisagens. Ainda do tempo do carro joaninha, do Bobi que foi confundido com uma pele na fronteira de outros tempos. – Tem ali uma pele!, diz o guarda. – Sim, é uma pele mas tem um cão lá dentro! :D O restaurante de velas e violinos, que os miúdos querem, para o qual não há dinheiro mas que se não chegar, não faz mal basta regressar de férias mais cedo. Medalhões do lombo de vitela e afinal foi barato. A coragem da verdade, o amor, a Liberdade, de Sul a Norte e de lá para cá, numa inocência e vontade de conhecer, de viver. Todos juntos, porque bons. É musica, aquela das palavras ditas e sentidas assim. Num ritmo que se acelera e pára, que nos emociona e alegra. E eu pertenço porque me reconheço. Não sei porquê, mas é assim.
Acabei de ver actualizado no facebook, o estado civil da mais nova, Viúva. Tem 16 anos e não sei o que quererá isso dizer. A experiência sossega-me o instinto do receio, respeito, porque já tive presente outras duas medidas, do mesmo.
Hoje de noite, como todos os anos por esta altura, há chuva de estrelas cadentes, diz quem vê notícias. Por aqui, mesmo sabendo que existem, com a claridade não se vêem. E eu com tantos desejos para pedir. Está resolvido, quando chegar a hora peço na mesma. Pode ser que acerte em alguma. Porque eu não as vejo mas sei que existem.
às
19:51
1.2.3.4.5
Há tempos, atravessava o Jardim despenteado e selvagem, que gosto cada vez mais. Vejo num olhar rápido, as galinhas de um lado para o outro, sim estão ali também, na casa delas. As plantas, as que se comem ou que se hão-de comer, e as outras que estão ali porque são belas e gostam de lá viver. Olho de repente, as galinhas… todas alinhadas, arrumadinhas num poleiro, prontas para dormir! A imagem inédita ao vivo. Eu que só tinha visto tal imagem em desenhos animados, a rir a bandeiras despregadas, quase nervosa. AhAhAh! – Ó galinhas! Mas onde é que aprenderam isso? AhAhAh. A amiga ria também contente da graça que me achava a achar graça.
Ontem, o jardim, os cães, o gato, a mãe que é filha, a filha que é mãe, e eu tudo isso, sentadas a respirar o ar quente da sombra do fim do dia, também perto das galinhas… eu pelo canto do olho vigio-as. Uma a uma, lá vão saltando para o poleiro, arrumando-se para dormir. Eu, de cada vez, corro sem interferir com o silêncio, para as fotografar pelo postigo. Já ninguém me estranha, nem as galinhas, e isso é bom.
(faltam duas, uma está choca e outra com uma tala no pé partido, dormem no chão)
(faltam duas, uma está choca e outra com uma tala no pé partido, dormem no chão)
às
19:45
11.8.10
(re)Encontro
Realmente esta rua não pára de me surpreender. É verdade, estamos bem os dois. E ainda bem que não compraste a minha casa porque eu e elas não íamos aguentar.
Não me lembrava das violas, ou guitarras ou isso...
É giro ter um novo vizinho para tomar café :)
às
02:26
9.8.10
Ontem vi por acaso o American Beauty. No ano em que estreou, resisti-lhe apesar da curiosidade e agora percebo porquê. Até ao ano passado não aguentaria tanta verdade.
Gostei muuuuiiiito.
às
12:32
8.8.10
instalações :) cá na rua
Primeiro foi a flor enorme, pintada no chão, no meio da estrada que eu decidi que era para mim porque o pé terminava no meu carro no lugar onde costumo estacionar. Tenho pena que quase já não se veja, mas foi giro enquanto durou. Depois, à volta de um canteiro, sei lá o quê mas também giro de se ver. Está lá há um mês e ninguém tem vontade de o tirar, nem mesmo os jardineiros.
às
21:59
6.8.10
Pedi um Buda

Apareceu-me um... "Hotei, conhecido como o "Buda gordo", é na verdade a representação de um monge chinês frequentemente encontrado em templos, restaurantes e amuletos. No folclore da China, ele acabou sendo associado a Maitreya. Para os japoneses, o "hara" (ventre) representa o coração e personalidade, portanto seu vasto "hara", representa grandiosidade de espírito.
No Ocidente ele é muitas vezes erroneamente visto como uma representação do Buda Siddhartha Gautama. Segundo a crença popular, apreciar uma pintura ou ter uma estatueta de Hotei espanta as preocupações.".
Eu a sonhar com um Buda introspectivo, calmo, tranquilo, e aparece-me um gordo obeso, dourado (pior do que este), pequeno, com a boca pintada de encarnado, a carregar o que mais parece uma arma às costas que espero que seja um cajado, porque sempre é mais budista. Quando o encontrei estive quase 20m a rir de nervos. E agora faço o quê e ponho onde um Buda gordo, pequeno, dourado, foleiro e que ao que parece custou um euro, e para mais com ar de travesti... (nada contra, só não gosto da estética).
No Ocidente ele é muitas vezes erroneamente visto como uma representação do Buda Siddhartha Gautama. Segundo a crença popular, apreciar uma pintura ou ter uma estatueta de Hotei espanta as preocupações.".
Eu a sonhar com um Buda introspectivo, calmo, tranquilo, e aparece-me um gordo obeso, dourado (pior do que este), pequeno, com a boca pintada de encarnado, a carregar o que mais parece uma arma às costas que espero que seja um cajado, porque sempre é mais budista. Quando o encontrei estive quase 20m a rir de nervos. E agora faço o quê e ponho onde um Buda gordo, pequeno, dourado, foleiro e que ao que parece custou um euro, e para mais com ar de travesti... (nada contra, só não gosto da estética).
Entretanto como acredito na ordem certa do universo, de tudo. Descobri onde pertence e adoro-o claro :)
às
21:02
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